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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Danos Colaterais - Ataque a Israel - Naza

O ataque a Israel desta vez, não veio através de mísseis ou conflitos com terroristas ou países vizinhos. Aconteceu dentro do país. Dois cineastas e "aspirantes" a lenda consolidou sua vingança através de um filme de longa-metragem, onde supostamente contam detalhes dos contra-ataques de Israel ao território de Gaza.

O documentário que foi "forjado" no território inimigo com imagens de Gaza sob destroços, repercutiu na Mídia quando foi consagrado no 83º  Festival de filmes em Veneza. Os cineastas israelenses Yuval Abraham e Rachel Szor receberam o "prêmio" e 25 minutos de aplausos pelo desempenho.

No filme, depoimentos anônimos (como se Israel não fosse descobrir) de 24 ex-membros do Exército israelenses e serviços de inteligência, abordam o sistema artificial de inteligência calculando o número de vítimas civis no caso de ataques e bombardeios na Faixa de Gaza, o que foi chamado de "danos colaterais".

Com certeza, Israel faz um cálculo meticuloso no intuito de evitar mortes de civis. Israel NÃO mira um míssil num hospital, mesquita ou área aberta em Gaza. Israel fez ataques contra as bases do Hamas. Difetente dos ataques do Hamas ao território israelense. O documentário não teve  compromisso com a verdade.

O Ministro de Cultura Miki Zohar já solicitou uma investigação de identificação das "fontes anônimas" e cogita a revogação da cidadania israelense dos cineastas.

A menos de 1 mês do 7 de outubro, a data mais avassaladora de 2023, quando centenas de judeus foram sequestrados e levados reféns pelos terroristas do Hamas, e cerca de mais de 1200 almas perderam a vida num ataque brutal, Yuval e Rachel resolveram fazer defesa ao povo de Gaza, que praticamente fizeram parte do ataque. 

Se queriam uma história,  era só ter se aprofundado nas pesquisas e ouvido o depoimento dos reféns para entender como crianças, jovens, idosos e soldados estão lidando com os "danos colaterais" desde o dia que voltaram para casa. 

Mas, pela expressão facial dos cineastas ao receberem a premiação, eu deduzi que a repercussão negativa em Israel sobre a tal "conquista" já tinha chegado aos ouvidos deles. Sob aplausos, bandeiras e gritos de Philístia free, ficou bem claro o porquê deles terem sido escolhidos.




Temendo não poder voltar para Eretz, os cineastas mudaram o discurso para: Eu escolho a minha "pátria" e "O que eu vou fazer nessa terra estrangeira?" - Opção 1: Ficar por aí algum tempo. Opção 2: Fazer parte da nova flotilha de Greta. Porque a recepção aqui no Aeroporto de Ben Gurion, não vai ser das melhores.

Para o Governo de Israel e do Exército, o documentário é uma traição ao país. Para os reféns e sobreviventes do cativeiro é um descaso completo a tudo o que sofreram. Para familiares que perderam seus queridos é uma afronta e um desrespeito a memória daqueles que foram assassinados no 7 de outubro.

Mas para a Mídia e a coligação de 11 países e o Reino Unido que fizeram uma sanção contra Israel, é um colírio nos olhos. A palavra segregação racial, usada no discurso de Miliband, fez um enorme "sentido" no documentário. 

Enfim, eu não acho que os cineastas pensaram muito na questão ética, mas agora que, provavelmente, estão desempregados, vão ter que repensar suas decisões. E ninguém venha com aquela conversa de "liberdade de expressão". 


Marion Vaz


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O último herói de volta para casa

 

Israel recupera o corpo do ultimo soldado israelense que ainda estava em Gaza, desde o fatídico ataque terrorista em 7 de outubro de 2023. O corpo de Ran Gvili voltou para casa fechando um ciclo de expectativa pelo retorno de todos os israelenses mantidos em cativeiro pelos terroristas do Hamas.

Que o seu nome seja lembrado para sempre como símbolo de coragem e serviço em prol do povo e da nação de Israel. O Eterno console os familiares.

Fecha-se um ciclo de busca e resgate que o Governo de Israel manteve o tempo todo e com grande empenho. Mas, de forma alguma esqueceremos o que aconteceu em 7 de outubro. Não esqueceremos e não perdoaremos.


Marion Vaz

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Eles estão em casa! Bem-vindos ao lar!

 


Baruch HaShem 

Hoje nossos corações celebram o retorno desses amados filhos. Eles estão em casa no território de Israel, depois de 738 dias de horrores em Gaza.

Hoje, todo Israel celebra a vida. Somos uma imensa família que ama e luta para que todos possam viver em liberdade.  Agradecemos a todos que, de perto ou de longe, juntaram forças com suas orações, fé e esperança. 




E esta fé (emuná) no Eterno que nos faz caminhar, passo a passo, enfrentando todos os obstáculos. Com certeza, há um longo caminho de recuperação física e psicológica para todos eles.  Mas estamos juntos.  Somos um povo. Uma nação.

Mas a alegria se confundi com a dor da perda. E choramos juntos por aqueles que se foram. Que o Eterno faça justiça. 




Am Israel Chai 

Baruch HaShem 


Marion Vaz 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Gilad Shalit – A História de um herói nacional

As nuvens carregadas que pairavam sobre a cidade faziam parte daquela triste paisagem de um dia qualquer da semana. Havia chovido na noite passada e estava frio. Assentado em sua casa, o homem olhava as notícias do jornal Haaretz sempre prestando atenção no que elas diziam.

Já haviam se passado muitos dias e ele não tinha notícias do filho. A mulher ainda dormia por causa do efeito do remédio e ele não sabia mais o que fazer ou o que pensar. Desde que o filho foi levado cativo por milicianos do Hamas, passava os dias esperando algum tipo de milagre. As horas se arrastavam alongando as manhãs, as tardes e as noites ou passavam rápido demais até que ele se desse conta que há um ano atrás ou dois... Ele o filho havia saído para passear no centro da cidade, ou passaram a tarde assistindo o jogo de futebol ou o noticiário naquela mesma sala.

Às vezes, aquelas lembranças teimavam em massacrar-lhe o coração, já tão esmagado pelo sofrimento. Não tinha como impedir que o passado lhe assombrasse, pois tudo lembrava o filho: o quarto vazio, as roupas na gaveta, objetos, livros, retratos espalhados pela casa, 
o silêncio... 



Aquele maldito silêncio incomodava mais do que as brigas de Gilad com o irmão, ou as calorosas discussões na adolescência. Pensou em como queria voltar ao passado...  

Então caminhava até o quarto do filho e passava horas olhando um a um, cada objeto que pertencia ao filho, arrumando-os imaginando que quando o jovem voltasse encontraria tudo organizado e limpo. As lágrimas vinham inundar sua face e ali, sozinho, chorava, sem ter o que ou quem o consolasse. Na frente das pessoas tentava mostrar firmeza, coragem, determinação, mas só D-us sabia como era realmente difícil.

Muitas vezes sentiu que era injusto com o outro filho, estava sempre tão nervoso que se distanciava e o jovem sentia a falta do pai. Às vezes os dois compartilhavam da mesma dor e das lembranças. Aí o pai se afastava de novo e ficava olhando pela janela vendo os amigos de Gilad andando pelas ruas, voltando pra casa, pra suas famílias. Ouvia seus risos, suas brincadeiras, como Gilad fazia. Alguém o cumprimentava e ele acenava mecanicamente.

A dor maldita que imprensava o coração no peito voltou a incomodar. O homem gemeu e tentou não chorar. Mas era difícil! Queria gritar! Queria socar alguém! Acusar esta ou aquela pessoa! Por que meu Deus? Por quê? Tinha que ser o meu filho? Às vezes se pegava indagando. Não que quisesse que isso acontecesse com o filho de outro. Não! Mas ninguém podia condená-lo por pensar assim. 

Era o seu menino! O garotinho que viu nascer, dar os primeiros passos, cambaleando aqui e ali segurando firme em sua mão... E agora... Sabe-se lá o que estaria acontecendo com ele... 

Quando alguém insistia para que ele e a mulher se alimentassem melhor, tentava ser gentil, mas era difícil engolir qualquer coisa sem saber se o filho tinha almoçado ou jantado... Ou... Se há dias estava passando fome, jogado num canto qualquer. Como poderia saborear uma comida sem saber o que o filho estaria comendo? Que droga! Gritava ao jogar longe o prato de comida que lhe ofereciam. São terroristas! Falava alto tentando convencer-se do pior.  Meu filho não está numa prisão comum... Podiam estar maltratando ele, aterrorizando... Então rezava pedindo a D-us para manter a integridade física e mental do filho.

- Shalit... Murmurou. Como era difícil conviver com aquele vazio na alma! 

Em algum momento achou que o filho já estava morto e que era por isso que “eles” se silenciavam... Revoltado pensava que se o filho estivesse realmente morto... E Deus sabe como ele não queria isso... Ele tinha o direito de enterrar seu filho! Ele tinha esse direito...

Às vezes, colocava a culpa em D-us, no Todo Poderoso de Abraão, que abriu o Mar Vermelho para o povo de Israel passar, mas não foi capaz de proteger seu filho! Depois pedia perdão a HaShem colocando a culpa na dor da separação, na falta de notícias sobre o filho, no desespero que tomava conta de sua alma!

- Quero meu filho de volta... Voltou a gemer como se fosse uma oração. Então, a pior das lembranças lhe veio:

O jovem Shalit entrou em casa fazendo um grande alvoroço. Os pais estavam na sala e fizeram um leve movimento com a cabeça para observar o filho. Não que estivessem estranhando toda aquela bagunça. Não era de hoje que Shalit esperava aquele momento chegar e sempre que podia lá estava ele contando os dias para poder entrar no Tzahal - as Forças de Defesa de Israel.





Desde pequeno admirava os soldados israelenses com seus uniformes e armas andando pelas ruas. Eram seus heróis nacionais sempre prontos a entrar em ação para defender o povo, como tantos outros do passado. Heróis que fizeram a história do povo de Israel. Que se imortalizaram por sua coragem e determinação. 

“Um dia vou ser um deles!” Pensava o adolescente.


Os pais já tinham se acostumado com a ideia, pois todos os jovens em Israel, ao completarem 18 anos, ingressavam no Tzahal. Mesmo as moças não tinham outra opção, e engrossavam as fileiras com seus uniformes verde-escuro, armas e capacetes ou boinas. 

O rapaz foi para o quarto e a porta entreaberta deixou as notas musicais que tocava em seu violão contagiarem toda a casa. O pai sorriu como se pudesse voltar no passado, e reviver seus próprios dias de juventude. A mãe resolveu apressar o término do almoço para que pudesse reunir toda a família em volta da mesa. De repente, o som do violão parou e Shalit passou na frente dele falando ao telefone com a namorada, fazendo planos para o próximo final de semana.

Lembrou que sorriu alto brincando com o filho, imitando sua voz de menino apaixonado, Gilad jogou uma almofada no pai para que ele parasse de atrapalhar o namorico. A mãe chamou a família para almoçar e logo estavam sentados em volta da mesa fazendo a oração costumeira. Surgiram outros assuntos, como em qualquer ambiente familiar. Ninguém se deu conta que aquele era o último dia que veriam o jovem Shalit.

Nos primeiros meses do cativeiro, quando tentavam reunir a família na hora do almoço ou do jantar, a mãe colocava o prato de Shalit como se o filho estivesse em casa. O pai tentava argumentar, dizer que não fazia sentido aquele prato ali, o dia inteiro... Mas como convencer uma mãe que seu filho não vai voltar? Como impedir que ela sirva o café da manhã para o filho do mesmo jeitinho que fazia antes? 

Aquelas refeições diárias perderam o sentido... E quantas vezes os dois se esbarravam no corredor durante a madrugada, porque ficavam olhando pela janela à espera do filho e voltavam sonolentos porque o cansaço os dominava? Ou passavam horas esperando o telefone tocar e rezavam por qualquer notícia.,. Qualquer uma!

Mas a notícia não veio, passou-se um ano, dois, três, quatro...  E nada! No terceiro ano de cativeiro mandaram um vídeo onde Gilad mostrava a data de um jornal, o jovem pálido e magro fazia um apelo por sua vida. O vídeo circulou pela Internet, mas as negociações para sua libertação não fluíram como se esperava.  




A partir daquela data ninguém mais teve notícias do jovem Shalit. Segundo as declarações do governo, nem mesmo os médicos da Cruz Vermelha tiveram o direito de dar assistência médica a Gilad.

Os pais resolveram apelar, não podiam ficar calados, precisavam de ajuda. Alguém tinha que intervir e fazer algo pelo filho, mas quem? Quem teria tanto poder?  

Apelaram para a mídia, ministros, para os jornais, amigos, governantes, redes sociais, parentes, comunidades, fizeram passeatas, entrevistas, acamparam próxima a residência do Primeiro Ministro... 






Mas os membros da milícia que mantinham Gilad no cativeiro não deram a menor satisfação sobre a vida do filho.

Mais um ano se passou. O mês de junho estava chegando e com ele a lembrança daquele dia terrível...

O rapaz havia ingressado no Tzahal e naquele ano de 2006 completaria 20 anos. A Faixa de Gaza havia sido devolvida como parte das negociações para a paz entre Israel e seus vizinhos. O pelotão de Gilad patrulhava o kibutz Kerem Shalom quando militantes armados do Hamas capturaram Shalit e por meio de um túnel que construíram na fronteira o levaram para o cativeiro.

A partir daquela data ninguém mais teria notícias dele. Quando os pais foram comunicados o desespero passou a fazer parte de suas vidas e desproporcionalmente aquele pesadelo crescia a cada dia. O medo, a dor, a angústia, a espera e o silêncio mantinham suas almas unidas, não eram mais uma família feliz apenas participantes de uma terrível e desumana historia que parecia não ter fim...

O filho não estava viajando, não estava morando em outro lugar e esqueceu-se de telefonar. Não! Ele não estava estudando em outro país... Estava preso, amarrado, ferido... Se pudesse... E só Deus sabe como desejava isso, trocaria de lugar com o filho... E não houve um só dia que tenha deixado de pensar nele! Queria poder dizer-lhe isso pessoalmente, tocar nele e dizer: Eu estou aqui ao seu lado! Eu nunca te abandonei meu filho! Nunca desisti de você! Nunca!

O pai chorou ao lembrar-se dessa promessa que fez aos filhos quando eles eram pequenos de sempre protegê-los e que podiam confiar nele!  Chorou mais ainda por não poder cumpri-la agora... 

Ele, o maior de todos os heróis, como seus filhos o chamavam, estava ali de mãos atadas, sem super poderes, sem visão de raio x, sem poder de invisibilidades para entrar e sair de qualquer lugar, sem força sobre humana para salvar o seu filho querido e trazê-lo de volta para casa.

Agora ele se sentia apenas  um pobre e simples mortal pedindo a sua ajuda, as suas orações e esperando por um milagre...

Free Gilad Shalit


Marion Vaz

(Nesse quinto aniversário do cativeiro de Gilad Shalit (25 de junho), eu gostaria de dar um final feliz a essa história, mas neste momento só posso compartilhar dessa dor.)

 

Três Meses depois...  18 de outubro de 2011


O tempo parece não querer passar por vezes que o pai olha o relógio... Faz tanto tempo... e cada minuto acrescenta uma dose a mais de sofrimento.
-Será?  Pensa, balbucia a cada instante.

Olha em volta e contempla o restante da família que compartilha da mesma agonia. A mãe aperta os dedos das mãos que já está vermelha e dolorida. A espera é tão desconfortante... Mas todos, sem exceção, estão ansiosos. O telefone... a pouca distância é o aparelho mais importante naquele momento e naquele acampamento.

Mas há também aquele sentimento de cumplicidade quando os olhares se encontram. O filho mais velho parece calmo. Mas só parece. Ele levanta e anda de um lado para outro... Depois olha para o pai que o convida a  chegar mais perto. Ele obedece e os dois se abraçam.
- Vai dar tudo certo! Responde o homem com olheiras que marcam o rosto.
- Como sofreu... Compreende o filho com aquele mesmo aperto no coração que o acompanhou nos últimos anos.

O pai parece ler seus pensamentos e de repente percebe-se um lapso de sorriso no rosto: A certeza veio... De repente... Como aquele pequeno raio de sol que entra pela janela anunciando um novo dia. Todos se olham e compartilham de uma esperança.

E de repente... Sem que qualquer um deles pudesse prever... O som do telefone invade o ambiente.  Perplexos, ficam paralisados sem saber o que fazer por alguns instantes. O som que tanto esperavam continua.

As mãos trêmulas do chefe da família agarram o aparelho como se fosse uma boia em alto mar. A voz do outro lado da linha... Também trêmula... Rouca... Arranca lágrimas contidas nos olhos do homem que está em pé.
- Pai... O coração bate forte... Descompassado... A voz amiga que tanto ajudou na defesa do filho... Agora falha... Pai... Ouve outra vez.
- G-Gilad... Meu filho... Gagueja. É você?
- Eu vou pra casa... A voz parece fraca... Mas é ele mesmo! Reconhece o pai apontando o fone.

A família toda está ali... A mãe tenta se levantar, mas as pernas não ajudam e ela senta de novo e chora e ora e louva...
- Meu filho está vivo... Vivo...

O pai renova as forças, limpa as lágrimas que banham o rosto e libera todas as suas emoções.
- Eu vou te buscar! Começa a gritar! Filho! Eu vou te buscar! Eu to indo!

Não demora muito e uma comissão do Estado de Israel está próxima ao local. O dia está claro e a cidade em alerta. Pessoas de todas as idades também não dormiram naquela noite aguardando silenciosamente...

Enquanto o carro percorre a estrada, a família Shalit percebe em cada rosto uma palavra de fé, em cada aceno de mão, nas camisetas estampadas, nas bandeiras azul e branca que tremulam nas mãos das crianças.

Não! Não  é um sonho! Seu filho estava voltando para casa depois de cinco anos de cativeiro!

Gilad Shalit é recebido em seu país como um herói nacional.

 
                   Obrigada Senhor D-us!


Gilad Shalit voltou para casa em 18 outubro de 2011. O preço pela sua liberdade foi pago porque uma vida, um homem, um soldado israelense vale muito mais!

D-us seja louvado!

Atualizações:  07/09/2026

Gilad teve um longo caminho para voltar a realidade, travou batalhas internas para dar adeus às agruras que vivenciou no cativeiro. Ele retornou a viver, se casou e mora em algum lugar. 

No dia 7 de outubro de 2023, Israel foi brutalmente atacado pelos terroristas do Hamas, e eles levaram centenas de vidas para o cativeiro em Gaza e outras mil perderam a vida, devido às agressividades que sofreram. Jovens, crianças, idosos, pais e filhos, avós e netos brutalmente arrancados de suas casas e mortos sem piedade.

Os reféns voltaram aos poucos, sob demandas e acordos de cessar-fogo. Muitos ainda estão sofrendo, e tentando se curar, como aconteceu com Gilad. Nosso herói foi citado no livro Refém de Eli Sharabi, que passou 491 dias no cativeiro e retornou para contar a sua história.

Marion Vaz