domingo, 12 de março de 2017

Chag Purim

Resultado de imagem para purim em israel



"Purim nos ensina a ver através das contradições da vida, e perceber que elas são todas parte do plano. Muito antes de Haman escrever seu decreto de destruição, uma rainha é deposta para dar passagem a Ester, que no fim das contas salva os Judeus. O remédio vem antes da doença. Purim significa sorteios - como na loteria. Mas a seqüência de eventos sugere qualquer coisa menos sorte. 


Resumindo, Purim é a festa da unidade judaica. Assim como as contradições de Purim desembocam num tema unificado - o Povo Judeu deve ser unido, "be'lev echad" - em um só coração - , para comemorar. "

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tu BiShvat – Dando continuidade a vida

Resultado de imagem para tu bishvat 2017

Vento do Leste  - A primeira imagem que me vem ao ler esta frase é da passagem bíblica de Êxodo em que os hebreus haviam saído do Egito e estavam a caminho da Terra Prometida. Durante o percurso enfrentariam muitas dificuldades, mas a primeira era sem dúvida o Mar Vermelho. Clamando a D-us por um livramento, o Eterno mandou Moisés avisar ao povo que era hora de marchar. Mas como? Com aquela imensidão de águas a sua frente, o deserto em volta e Faraó e seu exército vindo numa emboscada? Foi então que D-us mandou um vento do leste que sobrou a noite toda. Naquela manhã os hebreus atravessaram o mar a pés enxutos e as águas eram como muros a sua esquerda e a sua direita (Ex 14.21-22).

Interessante que ao ler um artigo no Jerusalém Post sobre o incêndio que abalou o norte do país de Israel no final do ano passado, sendo Haifa fortemente atingida, o autor usou o mesmo termo afirmando que um vento do leste acelerou as queimadas alastrando as chamas. 

Incêndios em Haifa, 24 de novembro de 2016 (AVSHALOM SASSONI)

Magen David Adom respondeu em todo o país. (Foto: Magen David Adom)

Um avião de combate a incêndios deixa cair o fogo-retardador durante um incêndio, perto do assentamento comunal de Nataf, perto de Jerusalém 23 de novembro de 2016. (Reuters)


Os incêndios, na sua maior parte devido à temperatura, os ventos fortes e o calor intenso causaram cerca de 520 milhões de dólares em prejuízos e danos a propriedades, além de feridos e dezenas de milhares de pessoas que tiveram que abandonar suas residências. Cerca de 32.000 de hectares de florestas naturais foram destruídas. Contabilizado os prejuízos é hora de recomeçar, de reestruturar parques e jardins, moradias e a vida parece voltar ao normal (ou quase) e muitos dos residentes já estão de volta em suas casas dois meses depois.

Nada mais apropriado para este reflorestamento do que a festividade de Tu BiShvat. O plantio de árvores no território vem de longa data. Representantes do Movimento Sionista achavam que o reflorestamento era uma obrigação sagrada. No artigo Israel planta árvores você vai entender isso muito bem e que plantar árvores faz parte do renascimento pátrio e espiritual. Em Israel Verde posso afirmar o reflorestamento como um milagre do Eterno.

Tu BiShvat não é apenas mais uma festividade, mas faz parte da cultura judaica, de uma reconstrução (não que tenha que ter incêndio todo ano). Mas a primeira árvore da Floresta dos Defensores que cerca Jerusalém foi plantada por David Ben Gurion, o que serviu de exemplo para todos os demais. 

kkl-jnf

Penhascos de Gilboa

movimento Marching Together to a Shared Future é uma ONG cujo objetivo é promover a coexistência entre judeus e árabes no Estado de Israel.


O próprio D-us afirmou que Israel era uma terra boa, terra de trigo e cevada, vinhedos, terra de figueiras e romeiras e oliveiras (Dt. 8.8). E assim como o homem é comparado a uma árvore que precisa dos quatro elementos básicos da natureza: solo, ar, água e calor do sol, para sobreviver física e espiritualmente às adversidades da vida, estar ligado a sua cultura e a sua Comunidade é como ter raízes fincadas no solo.

O Ano Novo das Árvores traz algo mais profundo do que se pensa. Não estamos plantando árvores para nós mesmos e sim para as próximas gerações. E assim temos certeza que estamos dando continuidade a vida.



Marion Vaz






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Aliah – A Nova Face de Israel

Resultado de imagem para fazer aliá

A Lei do Retorno é uma legislação de Israel que estipula que todo judeu pode fazer Aliá (Imigração Judaica), dá legalidade aos judeus de qualquer parte do mundo que desejam morar no país e se naturalizar israelense.

As duas primeiras ondas de imigração aconteceram em 1882 e 1914, depois entre 1919 e 1939, e em 1945 e 1948 trazendo também os sobreviventes do Holocausto. Embora o deslocamento de judeus para Israel seja algo constante na História, a Aliá proporcionou cerca de 27.403 pessoas a se estabelecer em Israel em 2016 vindas de todas as partes do mundo. Em 2015 foram mais de 31.000 olim.

Esta estratégia, se assim podemos chamar, que muda consideravelmente a face do país, tem muitos pontos positivos e alguns negativos. Por quê? Cada Olim chega ao país com sua bagagem e é natural que nos primeiros meses haja um desconforto em relação à nova terra, idioma, costumes, hábitos alimentares, normas de comportamento e para alguns a adaptação é lenta. E quando falamos em bagagens, não estamos nos referindo às roupas, objetos pessoais e sim aquela gama de conceitos do país de origem.

O que se pode perceber através dos vídeos expostos no You Tube, nos textos Online, nos artigos de blog que existe certo receio em se criar raízes. Algumas pessoas estão em Israel há mais de 10 anos e simplesmente não se adaptaram ao clima, por exemplo. Em depoimento em vídeo um Olim declarou que não gosta do Shabat (?) porque as lojas fecham... Como assim? É nítida a nostalgia em algumas declarações. Em outras áreas fazem dezenas de elogios ao povo, a terra, a segurança, que em Israel se vive melhor, mas... Tem sempre um mas na história.

Então de um lado temos os imigrantes tentando se adaptar, se ajustar, se envolver e do outro temos os "sabra" aqueles que nasceram em Eretz Israel.

Com relação ao Olim brasileiro, cerca de 672 pessoas fizeram Aliá em 2016 e 497 em 2015, então a perspectiva é que esse número cresça a cada ano. O que me incomoda é o que estão levando na bagagem. Li um texto recentemente de alguém que já está no país há muitos anos que fortaleceu os meus temores em relação à nova Face de Israel.

A ideia de um país com totalidade judaica que preserve o sentimento sionista, as tradições, o conceito de religiosidade centrado na existência de um Único D-us, não pode ficar comprometida. Este aglomerado de conceitos de nacionalidades diferentes que desce no aeroporto de Ben Gurion – Tel Aviv, não pode ser detectado pelas máquinas. A visão sociocultural pós-moderna embutida no sentimento que vai aflorar com o tempo pode ser transparente nas entrevistas ou nos questionários da The Jewish Agency ? O que podemos perceber é que em alguns casos a pessoa que imigrou para Israel não se identificou com a terra, não criou raízes.

Uma prova disso está nos argumentos da criação de um estado palestino, defendido por quem imigrou há pouco mais de 10 anos para Israel. Outro problema diz respeito à religiosidade e muitos judeus se declarem não religiosos (ou sem religião – ateu) embora apreciem a devoção em algumas festividades (?). Chegaremos ao ponto de Juízes 2.10 “e levantou uma geração que não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que fizera a Israel”? O que está acontecendo com a sociedade israelense? Quais são os seus valores imediatistas?

É visível que muitas cidades/bairros sejam conhecidas por sua população religiosa, enquanto outras cidades sejam rotuladas de laica, moderna, onde a vida secular se distancia da religiosa. Não estou criticando o país, cujo desenvolvimento em muitas áreas supera todas as expectativas! Mas é preocupante que a Aliá, que promove o crescimento da população judaica no território israelense venha a ser também o veículo usado pelo Olim que não tem comprometimento com a terra, com a cultura, com os valores do passado, que manifesta sua opinião com base no contexto sociopolítico do país de origem. Quem quer a criação de outro estado no território israelense nem precisa sair do Brasil! Aqui tem pelo menos 26 Estados que a pessoa pode escolher para viver! (risos)

A nova face de Israel pode decidir o futuro da nação.ou irromper problemas mais sérios e comprometer a sobrevivência do povo e as conquistas territoriais. A fé que impulsionou os antigos a romper barreiras e acreditar nas promessas de D-us para o seu povo dever ser preservada. Israel é uma nação forte e em pleno desenvolvimento, uma nação que não se deixa intimidar por ações ou “resoluções” estabelecidas por outros países. Queremos ser um povo obstinado em defender ideais, nosso maior patrimônio - a terra! 

Resultado de imagem para fazer aliá

Então você que está na fila da Aliá repense suas prioridades, seus conceitos antes de entrar no avião.



Marion Vaz


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Território Israelense

Resultado de imagem para terra de israel vista do espaço

Parte do território de Eretz Israel - Imagem de satélite


Como não consegui expor minha opinião no site resolvi deixá-la aqui:

Shalom. Li o seu texto com muito cuidado. Acredito que você não é um traidor e gosto dos textos da Conexão Israel porque mostram a realidade israelense sob o ponto de vista de cada escritor, Olhando de fora para dentro (porque eu moro no Brasil) não acredito que a criação de um outro estado possa trazer a paz por causa da ideologia dos países vizinhos. Quem nos garante que se Israel ceder "uma mão eles não vão querer o braço todo" como diz o ditado popular? Por que quem nos garante que o doutrinamento anti Israel não está em curso na vida, dentro de casa, nas escolas, como estão nos discursos? 

Eu acho seus argumentos muito fortes e respeito sua opinião. Mas acho uma utopia pensar que ceder parte do território vai ser o primeiro passo para a paz. E as próximas gerações que se danem? (desculpa o termo). Os "17" nomes citados no texto vão estar no poder nos próximos 20 anos para lidar com a situação, com a crise? Não estou dizendo que eles estão errados em procurar uma solução viável. Mas achar que dividir o território pra manter o status judeu sionista do país é quase um conto de fadas. Porque também tudo se resume a política! Eu não acho que os países que votaram contra a Israel fizeram isso só por ódio.



E já que o artigo se apoia em declarações feitas em 2003,2012,2014,2015, quero ressaltar que o texto de 2000 anos atrás que você citou com certa ironia também revela episódios parecidos com os dias de hoje: Guerras, conquistas, alianças, acordos diplomáticos, perdas, ganhos... Enfim!  

A ideia é que, quando se pensa num acordo, num tratado de paz, numa sociedade mais justa para todos, em qualidade de vida, nós estamos falando de pessoas, de seres humanos, de crianças (judeus e palestinos), O que você expôs tem sua lógica! O problema é que dentro de uma determinada sociedade existe um grupo terrorista e eles não tem alma, não querem saber se o seu filho judeu tem dois anos de idade e você tem sonhos pra ele, então me parece justo pensar que aquele "muro de separação, muro da vergonha, muro da discórdia" que o mundo aqui fora intitulou, também é um muro de proteção. Eu amo Israel e não acho certo que o país tenha que ceder território a cada "Resolução"  a ponto de chegar a ser "uma minoria" como você citou no texto. Porque é uma ilusão achar que judeus no mundo a fora e israelenses não tenham que lutar pelo seu bem estar. 

Como disse antes é a minha visão de "fora pra dentro" então me desculpe por não ser tão otimista em relação a criação de outro Estado. Mesmo porque apesar do contexto social, político e geográfico de hoje prefiro o texto de Ezequiel: " E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel... e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos." 

Parece ilógico falar de fé, quando a sociedade atual de Israel tem seus próprios conceitos. Concordo. Mas qual foi o argumento que impulsionou judeus no mundo inteiro no passado a desejar uma pátria em Eretz Israel? Que tipo de valores estamos defendendo agora? Que confiança é está que estamos depositando no "próximo" de que ele vai ser tão bom para conosco e nossos filhos como desejamos ser para ele hoje? O sentimento de paz é recíproco? Tem certeza?

Eu podia continuar escrevendo mas acho que falei demais! Existe um caminho para manter o sionismo e a perpetuação do Estado Judaico e Democrático e vamos achar a solução sem ter que abrir mão do que já conquistamos.


Marion Vaz

Ler o texto da conexão Israel aqui


domingo, 8 de janeiro de 2017

Israel precisa de soluções que se identifiquem com a nação

Nenhum texto alternativo automático disponível.


Ultimamente temos ouvido muitos comentários a respeito de Israel, as decisões tomadas pela ONU e Unesco e o que cada país admite ser o melhor para a tão sonhada paz no Oriente Médio e entre Israel e países vizinhos. A primeira observação importante para se refletir é que Israel não está em guerra com quem quer que seja. Não temos a intenção de "abrir fogo" a não ser em caso de ataque terrorista. Que o Exército israelense está sempre atento, não se pode condenar. E se os demais países não se sentem a vontade pela existência da nação de Israel e vivem em conflito, com certeza isto é o outro lado da moeda.


Mas esta não é a primeira vez que o Conselho de Segurança das Nações Unidas elabora uma resolução sobre a legalidade dos assentamentos israelenses. Para o Governo de Israel a criação de novos bairros nas proximidades de territórios ditos da Cisjordânia é parte de um programa habitacional e uma estratégia de defesa desde o plano Allon em 1967 quando se deu a conquista dos territórios. Na verdade, o que mundo chama de assentamentos são cidades com cerca de 20 a 50 mil habitantes, povoados e colônias agrícolas. 


Túnel que liga Jerusalém a Gush Etzion passa por baixo de Beit Lechen 

Então, acirrado o conflito entre os países que apoiam a resolução condenando Israel de violação do direito internacional, outras propostas estão sendo elaboradas para conter ou até mesmo exigir a evacuação das Colônias. Assim, todos os países envolvidos se expressão a favor de mudanças extremas no território israelense.

Mas tem uma frase que me chamou bastante atenção neste final de ano: " A roupa de Saul não cabe em Davi". Interessante entender é que esta frase vai muito além da passagem bíblica que se refere ao confronto entre Davi e Golias. No qual, ao resolver lutar contra o gigante filisteu, Davi foi submetido a usar a armadura e espada do exército de Saul. Por ser menor e mais novo em idade, é óbvio que o rapazote não conseguia sequer dar um passo usando armamento pesado (1 Sm 17.38.39). 

E o que estava em jogo no contexto bíblico era a honra do exército de Israel frequentemente afrontado pelos insultos do gigante Golias (vs 8-9). Então Davi decidiu que lutaria e venceria aquela batalha com base em suas experiências anteriores. Além da sua ousadia o rapaz tinha consciência que o Senhor D-us estaria com ele em todo tempo. Mas ao invés de aceitar as medidas de segurança do rei: as roupas, espada e capacete de Saul, Davi decidiu agir com as suas próprias armas. Ao matar o gigante Golias, Davi encorajou os demais soldados a perseguir o exército inimigo e assim venceram uma guerra. 

E o que isso tem a ver com o assunto exposto no início da matéria? Entendemos que Israel não pode acatar para si as decisões de outros países e governantes levando em conta que é um país independente com suas próprias diretrizes. O Governo Israelense e seus ministros são responsáveis pelo bem estar do povo e desenvolvimento dos diversos setores da economia, educação, turismo, transportes, hospitais, etc. que fazem de Israel um país que se destaca no panorama mundial. 

Uma decisão de um país, seja ele da América ou da Europa ou Ásia que não se identifica com as necessidades reais de Israel e os planos elaborados de desenvolvimento para todo território não pode ser acatada principalmente se desrespeita o povo e suas tradições, religiosidade e conquistas. Ninguém pode, de forma arbitrária condenar Israel por não se dobrar diante das demais nações do mundo! Primeiro, porque em Israel existe um Governo. Segundo, porque existe uma população ativa com direitos e deveres. Terceiro, porque existe uma consciência sólida de cidadania, de sentimento judaico-sionista no coração do povo tão marcante como nas letras do hino nacional israelense.

 Acredito que a melhor atitude é deixar Israel resolver as coisas do seu próprio jeito!


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Chanukah - O Milagre

Resultado de imagem para chanukah


"Milagres continuam acontecendo, todos os dias. Todos nós conhecemos ou vivemos uma história real com o toque divino. Talvez sem os "efeitos especiais" de milagres do passado; talvez sem uma visão especial nossa, sem que os percebamos como tais... "  


 Chag Sameach

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

As Ovelhas de Yaakov chegam a Israel

“Ovelhas de Jacó” são vistas em Israel após mais de 2 mil anos

Três aviões fretados transportaram as ovelhas até Israel. Gil e Jenna Lewinsky foram os criadores responsáveis pela operação complexa que as tirou da fazenda canadense onde eram criadas. “A primeira ovelha chegou no dia em que Noé saiu da arca, 28 de Cheshvan, segundo o calendário judaico”, explica Jenna. O calendário ocidental marcava 30 de novembro.
“Foi lindo vê-las caminhar sobre o solo de Israel”, comemorou a fazendeira, que imigrou definitivamente para o Estado judeu três semanas antes do primeiro voo trazer os animais.
As marcas genéticas das ovelhas indicam que elas são naturais do Oriente Médio. Originalmente viviam no território do norte, onde é a Síria moderna, moradia de Labão, ensina a Bíblia. Ao longo dos séculos foram se espalhando e chegaram até o Norte da África.
Consideradas animais diferenciados, alguns exemplares foram levados para zoológicos na América do Norte. Diferentemente de outros ovinos, que apresentam 2 chifres, essas possuem 4 e às vezes até 6.
Resultado de imagem para ovelhas de jaco em israel
A raça é conhecida como “ovelhas de Jacó” por causa dos relatos de Gênesis, onde se narra como elas foram multiplicadas por Deus para que Jacó pudesse pagar suas dívidas com o sogro Labão. Elas são as “salpicadas e malhadas”, descritas nas Escrituras (Gn 30.39).
Os Lewinsky explicam que essas ovelhas não eram vistas em Israel há milhares de anos. Contudo, trazê-las de volta não foi um processo fácil. Foram necessárias muitas conversas do Ministério da Agricultura de Israel com o Ministério do Desenvolvimento Rural e Agência de Inspeção de Alimentos do Canadá. 

Fazenda especial

O porta-voz do Ministério da Agricultura israelense veio à público explicar que o Canadá não está na lista dos países que tem permissão de exportar animais vivos para Israel. Para que esse rebanho viesse, foi necessário negociar “condições especiais, apenas para fins de turismo”. Os custos de transporte ficaram na casa dos 100 mil dólares e o governo israelense pagou a maior parte.
Gil e Jenna pretendem abrir uma fazenda que permitirá a visitação dos animais, embora ainda não tenham conseguido permissão para comprarem terras nas Colinas de Golã, na região fronteiriça com a Síria.
Por enquanto, as ovelhas estão passando por uma “quarentena especial” no sul de Israel, onde aguardam a chegada das últimas ovelhas, são 119 ao todo. Somente no início de 2017 devem estar todas liberadas. Enquanto isso, os Lewinsky procuram um lar permanente para as ovelhas.

A ‘saga’ dessas ovelhas têm recebido atenção mundial, incluindo ampla cobertura da mídia judaica como o Times of Israel e chamando atenção de jornais americanos e europeus. Para muitos esse pode ser um sinal profético, de restauração e prosperidade para os judeus, como foi nos dias de Yaakov.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/ovelhas-de-jaco-israel-dois-mil-anos/