quinta-feira, 13 de julho de 2017

Kiryat Arba é nossa e sempre será

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Dizer que a Unesco apagou a História ao declarar a cidade de Hebrom como patrimônio histórico e cultural palestino é quase que dar a tal organização um ar de superioridade. Kiryat Arba ou Hebrom está na história de Israel desde os primórdios dos tempos. Foi Calebe quem conquistou a cidade depois de recebe-la por herança eterna das mãos do próprio D-us (Js 15.13). A cidade que então era habitada por gigantes passou a ser a nossa em cumprimento a promessa do Eterno feita a Avraam, nosso patriarca,

Quem não conhece a história deste grande homem que saiu de Ur para habitar em Israel? Que caminhou por toda a terra em sua largura e comprimento para nos dar a noção de posse de todo o território. Sim, o próprio Abraão comprou a caverna de Macpela transformando-a num local de sepultamento para sua esposa Sarah e depois para si, para Isaque e Rebeca. Yaakov e Lea (Gn 49.30).

Sim, me parece óbvio que a Unesco não sabe nada dessa história ou de qualquer outra que envolva o povo judaico em seu território. Acha mesmo que uma simples declaração vai cortar os laços culturais, histórico e religioso entre Israel e Hebrom? Acha mesmo que nossos soldados e nosso povo vão sair correndo de lá? Para se ter um Patrimônio tem que ter uma História narrada através dos tempos. É isso nós temos. 


Prefeito de Jerusalém Nir Barkat em Hebrom

Alguns estão dizendo que a Unesco rasgou as páginas da Bíblia ou que está tentando reescrever a história, narrando fatos diferentes, criando mitos e heróis... Não me surpreende o fato da votação ter sido feita na Polônia em que milhares de judeus foram assassinados em Campos de Concentração durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Então abrir as portas do país para uma votação como esta deve ser mesmo para ganhar pontos com o resto do mundo que não tem o menor respeito pelo povo judaico! Mas não se vangloriem pelo sucesso de tal feito diplomático, os dias de glória estão no fim... Afinal D-us não se deixa escarnecer... Faraó que o diga... Tito... E também aquele que não é digno sequer que seu nome seja pronunciado... Impérios vem e vão, Governos se levantam e caem, Organizações duram por um pouco de tempo e puf... É a ordem natural das coisas...

Mas a História de verdade é feita por homens e mulheres de caráter, cheios de convicção para o bem, pessoas que nascem grandes ou tem a grandeza imposta a si diante das situações que enfrentam, Não por um grupinho de gente que quer apenas projeção na Mídia, pessoas que se levantam pra cair... 

Aplausos ao Governo Israelense que cortou cerca de 1 milhão de dólares de seus subsídios à ONU para investir em projetos na própria cidade de Hebrom. 


Marion Vaz




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Mulher despida profana a área próxima ao Kotel



Mulher anda na praça do Kotel completamente despida indo na direção do local reservados para as orações dos judeus, Houve tumulto e choro de pessoas que estavam ali e se assustaram com a cena. A mulher foi detida para averiguações e teve o corpo coberto com um xale. Não se sabe ao certo o motivo de tal violação do recinto sagrado do povo judaico, mas os pais da moça afirmaram que ela sofre algum tipo de doença.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Jerusalem Day 2017



"Haja paz dentro dos teus muros, e prosperidades dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti!"

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Israel dá o troco a Unesco


kkkkkkkk Desculpem o riso logo no início do texto. Mas sem dúvida não tenho outra reação diante dos últimos acontecimentos. Com certeza algumas das últimas reuniões da ONU e da UNESCO com a pauta Israel não tem direito a nada, nem a Jerusalém, nem a determinados espaços territoriais, blá blá blá e alguns dos que votaram a favor desta "resolução" acham que Israel não tem direito nem de existir, não imaginavam como um país com um Governo sério e competente poderia reagir. 

Primeira decisão correta foi aprovar uma emenda na lei para abolir o árabe como língua oficial, dando apenas um "estatuto especial" dentro do país. Parece desrespeito, mas não é. Por que? Porque embora dentro do Estado Nação todas as minorias religiosas ou étnicas tenham direito e deveres iguais e liberdade de culto estarão sujeitas ao idioma oficial do pais que é o hebraico. Aqui no Brasil também é assim, o idioma oficial é o português embora haja milhares de pessoas de outros países! Então não me critiquem. O importante é que fortalece a noção de direito do povo judeu em sua própria terra, já que existe essa "batalha" da Unesco em desmerecer aspectos da religião e da cultura judaica relacionados a cidade de Jerusalém, que é de fato nossa Capital indivisível. Aplausos para Avi Dichter pelo conceito elaborado.

Outra estratégia interessante foi a aprovação do Parlamento Israelense nesta semana de uma lei que define Israel como o "lar nacional do povo judeu". O que cada judeu já tem como verdade absoluta desde a sua mais tenra idade, o que se canta no hino nacional de Israel, o que está mencionado na Bíblia e o que milhões de pessoas no mundo inteiro tem consciência. Então por que estabelecer como lei? Porque o que vale mesmo é o que está escrito!

A proposta da Lei da Nacionalidade que passou pela primeira fase de aprovação inclui os símbolos do Estado, assim como o hino nacional, a bandeira e outros símbolos, Jerusalém como capital, o hebraico como língua oficial, os assentamentos judaicos, o calendário hebraico e os lugares sagrados.

Tenho visto e ouvido muita gente criticar Israel por suas decisões, que tais leis minam os direitos dos árabes que vivem no país, etc. Mas entendo que, toda aquela "crença" que a paz vem após "tratamos a todos como iguais" se tornou obsoleta em virtude do tempo gasto nesse processo, e até mesmo após as últimas desconsideração da Unesco em relação a nação judaica. Israel fez 69 anos de Independência e não há nada mais conturbado em todos esses anos do que esse projeto de paz vinculado a destruição da nação judaica. 

Então, o que se espera mesmo do Governo de Israel é que ele esteja um passo à frente. Que tome decisões importantes para proteger os direitos do povo, assim como protege a integridade física e religiosa de toda nação. Não que deixemos de acreditar na tão sonhada paz. mas que não nos deixemos iludir por qualquer pensamento contraditório. Lembrando que existem episódios marcantes em toda história e trajetória do povo judeu. Um deles me vem a mente e aqui fica a frase que impulsionou esse povo a lutar por seus direitos: Massada, nunca mais!


Marion Vaz




terça-feira, 9 de maio de 2017

Eilat Agência de Viagens





Conheça Israel!


Viajar é mais do que a visão de pontos turísticos, é a mudança que acontece, profunda e permanentemente, no conceito sobre o que é a vida.