terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Purim - Sorte ou Revés

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Purim está chegando e com ele as reviravoltas na história exposta no livro de Ester. A narrativa repleta de atrativos e momentos de pura expectativa fala também de desespero, contrastes emocionais, jejum, revelações e finalmente: redenção. Purim se traduz por sorteios - sorte pra uns, revés para outros. Mas afinal do que se trata esta festividade judaica? Ela é um marco na história do povo judeu. Não é novidade que, de tempos em tempos, algum líder infeliz se levanta e resolve que a meta da sua vida é acabar com o povo judaico. Ele traça planos "infalíveis" e maquina como conseguir seu intento.

Na era bíblica temos Haman refinando e processando como poderia liquidar com a existência daquele povo, e, principalmente, com Mordechai que não o reverenciava de jeito nenhum, e pelo qual mantinha um ódio crescente. Tudo poderia ter ocorrido como o planejado se não fosse por um detalhe: D-us, o Todo Poderoso de Israel. 

Embora no desenrolar da história de Ester não se mencione o nome de D-us, podemos notar o quanto Ele estava presente na vida do povo. Alguns mantinham elos no palácio e outros conquistaram lugar de destaque na sociedade persa mesmo em meio ao cativeiro. Mordechai convenceu sua sobrinha Hadassa a se candidatar a vaga de rainha e ela foi escolhida para esposa do rei. 

Todos nós conhecemos a história e como os planos do perverso Haman foram literalmente revertidos contra ele. Mas o que não podemos deixar de notar é que Purim é mais do que um grito de vitória. É a festa da unificação dos judeus. Eles se uniram para chorar a proximidade da morte, se uniram para jejuar com Ester como uma nação perante o D-us Eterno, se uniram para defenderem suas famílias e suas casas e por fim estavam juntos festejando a destruição de seus inimigos e a liberdade que, por hora, haviam conquistado.

Purim também nos trouxe algo mais excelente: A restauração da identidade espiritual do povo judaico. Num momento de dependência total do Eterno, o povo reagiu de maneira positiva restaurando a comunhão com D-us. E essa decisão não ficou parada num tempo remoto da história. Houve uma conscientização que desencadeou outros fatores e com os anos de cativeiro chegando ao fim, eles se prontificaram na reconstrução do Segundo Templo em Jerusalém, na restauração dos muros da cidade santa e no retorno a pátria.

A festividade hoje não só nos remete a fatos do passado, mas também nos revela que os judeus continuam abraçando seus ideais. Assim como no passado, "os judeus reafirmam sua lealdade ao Judaísmo e alcançam novos níveis espirituais".  

Chag Sameach.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Não testem a determinação de Israel


Foi a frase usada pelo Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para avisar que qualquer tentativa de ataque contra o território seria respondida imediatamente. Nos últimos dias a situação de pré-paz tem sido ameaçada por causa dos ataques dos grupos terroristas que insistem em difundir suas ideias anti Israel e recentemente um F-16 israelense foi abatido, mas os pilotos escaparam com vida.


Esse ataque foi em resposta após Israel destruir um drone iraniano vindo da Síria que atravessou as Colinas de Golã e invadiu o espaço aéreo do país aumentando a tensão entre Israel, Irã e Síria.

Colinhas de Golã

Bombardeio israelense em larga escala deixa um rastro de destruição em bases operacionais do grupo terrorista. 


A Força de Defesa Israelense (FDI) disparou contra 18 alvos militares do movimento Hamas em Gaza.

O grupo terrorista Hesbollah também fez sérias ameças contra as operações de exploração de petróleo e gaz de Israel. A guerra de palavras tem sido cada vez mais hostil. 

O Líbano também tem sido alvo das preocupações de Israel e Netanyahu adverte que não vai tolerar que o Irã transforme o Líbano numa base de mísseis. Soldados israelenses continuam alertas nas fronteiras.

O Embaixador de Israel Danny Danon informou que o Irã está financiando 82 mil combatentes extremistas na Síria recrutados com fins de atacar Israel, destabilizar o Governo Sírio e aterrorizar todo o Ocidente. Foram gastos cerca de US $ 35 bilhões nesta operação de recrutar e equipar esta força terrorista além da construção de bases para abrigar soldados à longo prazo. 

Este é o cenário no início do ano em que os países anti Israel entraram numa "guerra" contra o povo israelense e o Governo vem se empenhando em proteger a população. Olhando para este cenário e o de outras épocas parece um "déjà vu", ou seja, tudo se repete independente e apesar de Israel tomar todas as medidas de precaução para manter a paz com seus vizinhos. 

No período bíblico não foi diferente. Se compararmos o tamanho do território israelense com o tamanho dos demais países a sua volta fica claro que essa determinação em destruir Israel só poder ser algo demoníaco para interferir nos planos de D-us à favor desta nação.

Se todo esse dinheiro gasto em armamento, bases clandestinas e artefatos de guerra fosse investido em benfeitoria para a população essa inveja revestida de ódio crescente não teria adeptos. O que faz um país ou grupo recrutar pessoas e treina-las para uma guerra sangrenta a fim de que morram em batalha? Qual a lógica disso? Porque com certeza haverá um operação de defesa de Israel e muitos serão feridos. Israel não vai recuar diante das ameaças. Como advertiu Netanyahu; Estamos prontos!

A idade permitida para o jovem israelense entrar para o Exército é à partir dos 18 anos, mas constantemente observamos imagens na Mídia de crianças e adolescentes em países vizinhos armados até os dentes e terroristas suando ódio por todos os poros do corpo e para que? 

Enquanto Israel investe em vida, educação, proteção para o seu povo, outros países investem em terror. Enquanto nossos jovens se formam em Universidades, os deles sofrem lavagem cerebral para serem mortos em função de uma ideologia. Nossos soldados fazem parte da FDI por algum tempo e depois vão pra casa, vão trabalhar, vão formar famílias e dar continuidade ao sonho de liberdade tão apropriadamente exposto no hino nacional de Israel.

Eu queria informar a esses líderes que constantemente se negam a aceitar a Existência e a Soberania Israelense em nosso território que esse desejo de destruir Israel ou conquistar o mundo ocidental ou evoluir, como diz no velho e bom português é a maior BALELA (Consulte o dicionário).

Israel é a nação do D-us Vivo! Desistam! 

Então se os inimigos de Israel olharem para as necessidades do seu próprio povo vão encarar uma triste realidade. Esses bilhões  investidos erroneamente salvariam a vida de milhares de pessoas, daria para construir casas, hospitais, escolas, colocariam comida na mesa de quem não tem nada. Eu não entendo como alguém ou um determinado Governo ou Organização pode doar tanto dinheiro em função da guerra, de mortes e calamidades ao invés de olhar para a carência nas ruas de tantas cidades? Só por causa de uma notinha do jornal? Quer ficar em evidência porque fez uma declaração em vídeo? Talvez porque quanto mais destruição e chororô, vão surgir mais doações e o dinheiro redirecionado para a guerra? Então eu acho que está na hora de D-us dá o troco! 

Eu usei o termo inveja porque não cabe outro termo nessas circunstâncias. O mundo olha para o progresso do povo de Israel, para os seus investimentos, para o fato de aproveitarem as grandes oportunidades de dar crescimento a nação e com certeza  não entendem. Eu olho e vejo o poder do Eterno sobre eles, com seu amor excelente que abraça toda a nação e todos os judeus que vivem até nos lugares mais longínquos. Esse D-us nunca os desamparou. Então todos os dias eu clamo e peço a esse D-us: Shalom HaKol Israel.


Marion Vaz


quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Chanucá


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"O óleo puro só bem ilumina quando ele não contém impurezas e quando o templo de nossas vidas está repleto de ideais superiores. A chamada festa das luzes deve servir de exemplo para todas as instituições da nação judaica de todos nossos lares, pois é uma luz que emana de um passado de lutas, de glórias e de fé de nossos ancestrais."

Chag Sameach

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Jerusalém Iluminada







Independente dos conflitos, anoitece na Capital de Israel e a cidade de Jerusalém mostra a sua nova iluminação.


Imagens de Nir Barkat - Prefeito de Jerusalém.