domingo, 27 de maio de 2012

Chag Shavuot 2012



A Festa de Shavuot - Chag Matan Torá - é citada na Torá como a festa da natureza e da agricultura. Em Pessach, celebramos o êxodo de nossos antepassados do Egito - da escravidão à liberdade; depois de meses vagando pelo deserto, os filhos de Israel chegaram ao Monte Sinai, onde receberam a Torá, por intermédio de Moisés.





Como os israelitas receberam a Torá em Shavuot, a festa é também chamado de Chag Matan Torá (Festa da Entrega da Lei). Nossos sábios enfatizam que apenas quando receberam os Dez Mandamentos os Israelitas se transformaram num povo livre. Nossos antepassados receberam a Torá por sua livre vontade e em total acordo com ela. (Êxodo 24:7).

De acordo com a tradição, a Torá foi entregue no ano 2.448 da Criação do Mundo.

Em Shavuot, o Povo de Israel concluia a colheita da cevada e iniciava a colheita do trigo, já que, em Israel, o mês de Sivan marca o término da primavera e o início do verão.

As Três Festas da Peregrinação (Shalosh Regalim) são:



Festa
Período
Fonte Bíblica
Pessach (Festa da Primavera)
Fim do inverno / Início da primavera
No tempo em que você iniciar a por a foice no milho (Deuteronômio, 16:9)
Shavuot (Festa da Colheita)
Fim da primavera / início do verão
Os primeiros frutos da colheita do trigo (Êxodo, 34:22)
Sucot (Festa da Reunião da Colheita)
Fim do verão / início do Outono
Quando você tiver recolhido seu trabalho dos campos (Êxodo, 23:16)
Depois que você reuniu sua colheita de milho e vinha. (Deuteronômio 16:1)


Três vezes ao ano nossos antepassados iam para o Templo em Jerusalém para trazer os frutos de suas terras como oferenda de agradecimento para o Senhor.

Há outro significado especial para a época de Shavuot, entre o Omer e a colheita. A festa foi marcada no fim do período de 7 semanas, o período de Contagem do Omer (Sefirat HaOmer) que começa no primeiro dia de Chol HaMoed Pessach em Israel (segunda noite da festa na diáspora). Neste período, os ventos vindos do leste e do oeste intensificam-se em Israel, trazendo instabilidade climática durante este período, trazendo nuvens e chuvas repentinas, afetando fortemente os campos e plantações. Por isso estes 49 dias são contados com ansiedade.

Com a chegada de Shavuot, o clima se estabiliza. Os fazendeiros já sabem o destino dos grãos semeados, mas ainda não têm garantia do sucesso da colheita dos frutos, que crescem no verão. Isto será conhecido apenas na Festa da Reunião da Colheita.

Além de Chag Matan Torá, a festa tem outros quatro nomes:
Shavuot
Na Torá, a festa é chamada de Chag HaShavuot, ou Festa das Semanas, de acordo com as sete semanas contadas entre Pessach e Shavuot.

"Vocês contarão 7 semanas; começando a contagem no período em que começarem a por a foice no milho. E deverão manter a Festa das Semanas perante o Senhor seu D'us..." (Deuteronômio, 16:9-10)

A Torá não identifica a data exata de Shavuot, que foi fixada no 15o dia do Omer (Levítico 23:16), e sempre cai no dia 6 de Sivan.
Chag HaKatzir
A Festa da Colheita. A colheita de cevada, que começa em Pessach, termina em Shavuot, quando começa a colheita do trigo (a cevada amadurece antes do trigo).

"E a Festa da Colheita, os primeiros frutos de seu trabalho, que vocês plantaram nos campos." (Êxodo 23:16)

"E você observará a Festa das Semanas, dos primeiros frutos da colheita do trigo. (Êxodo, 34:22)
Chag HaBikurim
A Festa das Primícias (primeiras frutas) - quando a oferenda de cevada é trazida em Pessach, a festa de "sua melhor colheita", então em Shavuot, no fim da colheita, quando a produção gerada pela colheita é oferecida.
Atzeret
Na Mishná e no Talmud, Shavuot é conhecida como Atzeret, que significa: uma assembleia festiva de todo o povo. Os peregrinos que chegavam a Jerusalém costumavam se reunir na Cidade Santa e celebrar a festa com alegria. Hoje, este evento agrícola é celebrado nos kibutzim e moshavim de Israel, com muita cantoria e dança. Este é o final do período de Pessach, assim como Shmini Atzeret é o final de Sucot.


Fonte: Webjudaica.com/


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bandeira de Israel em evento no RJ


Bandeira de Israel em evento religioso no centro da cidade

do Rio de Janeiro/ Brazil

Evento Marcha para Jesus patrocinado pela Globo Rio e Igrejas

Jerusalém


Benjamin Netanyahu, o Primeiro Ministro de Israel, declarou que o controle dos locais sagrados de Jerusalém não passará das mãos israelenses.
“Se colocarmos a área do Monte do Templo nas mãos de outros, duvido que poderemos evitar uma guerra religiosa”, afirmou. “Israel sem Jerusalém é como um corpo com um coração doente. Nunca mais nosso coração será dividido”.
Netanyahu também fez referência a cumprimentos proféticos: “Nossa geração tem o grande privilégio de ser testemunha da materialização das palavras dos profetas. Depende de nós assegurar essa transformação para as gerações vindouras”.
Já o presidente de Israel, Shimon Peres, disse que “Jerusalém foi e é a primeira cidade do povo judeu” e que “em toda sua história, Jerusalém nunca foi tão grandiosa, aberta, versátil, vibrante e ansiosa pela paz como nos dias de hoje”.
Fonte: Gospel

domingo, 13 de maio de 2012

Declaração de Jerusalém



Assine a Declaração: "Declaro que Jerusalém é a capital eterna do povo judeu e fortemente apoiar todos os esforços para manter e fortalecer uma Jerusalém unida como capital indivisível do Estado de Israel."


 

Israel está sob intensa pressão para dividir Jerusalém e soberania partes com uma entidade palestina. Jerusalém Oriental, incluindo toda a Cidade Velha, o Monte do Templo e muitos outros locais sagrados cairia sob o domínio árabe.








Durante o domínio árabe de 1948-1967, não-muçulmanos eram proibidos de acesso a locais sagrados de Jerusalém. Somente Israel pode garantir o acesso livre e aberto a Jerusalém, para todos os povos e religiões.



 





A Declaração de Jerusalém afirma que Jerusalém é a capital eterna do povo judeu e deve permanecer a capital indivisível do Estado de Israel.


A declaração será apresentada ao primeiro-ministro Netanyahu, o prefeito de Jerusalém Barkat eo Knesset israelense.

 







Clique no link abaixo (ou copie e cole no seu navegador) para assinar a carta.

Depois de assinar, nós pedimos que você compartilhar isso com todos que você conhece por e-mail, Facebook e Twitter.

http://www.jerusalemdeclaration.com




Dia de Jerusalém




No dia 20 de maio iremos comemorar Iom Yerushalaim, Dia de Jerusalém, assim, o blog Eretz Israel vai publicar várias matérias a respeito da capital de Israel. Esse texto exposto na Web Judaica é bem interessante:

“Antes da Guerra de Seis Dias, o poeta Haim Guri se queixava que sua geração não tinha memórias da Jerusalém do outro lado da fronteira da cidade dividida. Hoje, temos a sensação que a geração de hoje que não tem memória da vida em Jerusalém pré 1967, não aprecia o significado da cidade reunificada.

Por 19 anos, de 1948 a 1967, Jerusalém foi muito diferente da que conhecemos hoje. A soberania sobre a metade oeste da cidade permaneceu em mãos israelenses, enquanto a parte leste pertencia ao reino da Jordânia. O coração da cidade era dividido por arames farpados e avisos de "Pare fronteira adiante" decoravam a paisagem.

Tudo isso mudou após a Guerra dos Seis Dias. Jerusalém foi reunificada, e pela primeira vez após 2.000 anos, Judeus podiam andar livremente em todos os lugares e vivenciar sua capital reunificada.

Informação de fundo sobre a Guerra de Seis Dias em Jerusalém

A divisão militar entre as duas metades de Jerusalém era precária. A distância entre as posições militares de jordanianos e israelenses era frequentemente de menos de 60 a 80 metros, que eram separadas por uma "terra de ninguém" de arame farpado. 



A fronteira dividia ruas, casas, comunidades e pessoas criando uma situação complicada. Os jordanianos tinham 36 posições fortificadas em oposição às 19 israelenses. Havia frequentes casos de soldados Jordanianos "loucos" que abriam fogo contra pedestres e casas judias, ferindo e matando cidadãos inocentes.

Ao romper da Guerra de Seis Dias Jerusalém tinha 190.000 residentes judeus. No início da Guerra, foi enviada mensagem ao reino Hashemita da Jordânia dizendo que se este não participasse da guerra, Israel não o atacaria. A resposta veio às 10:45 da manhã do dia 5 de junho quando as tropas jordanianas começaram a bombardear Jerusalém Ocidental.

As tropas israelenses, sob o comando do General Uzi Narkiss, foram encarregadas da defesa e da conquista de Jerusalém. Inicialmente as ordens eram de não atacar a Cidade Velha e de se concentrar nas várias posições estratégicas à sua volta. Em uma das batalhas mais ferozes da guerra, 40 soldados perderam a vida na conquista da Colina das Munições ao norte de Jerusalém.

Em 7 de Junho de 1967, 5 de Iyar de 5727 o exercito Israelense entrou na Cidade Velha. Às 10:45 os paraquedistas estavam em pé frente ao Muro e ao Monte do Templo enquanto o Rabino Goren, Capelão-Mor, soava o Shofar e agradecia a D'us por esta milagrosa vitória.



Jerusalém Hoje



Jerusalém é uma das mais antigas cidades do mundo. O fato dela ser sagrada para três religiões Judaísmo, Cristianismo e Islã torna à cidade de total importância política internacional e seguidores das três religiões construíram diversos edifícios administrativos e religiosos que têm enorme valor histórico.





A Jerusalém de hoje é uma cidade muito diferente da de 20 ou 30 anos atrás. A cidade está em permanente mudança, à medida que as fronteiras municipais são expandidas e novos bairros e ruas são construídos. Jerusalém, hoje, é a maior cidade israelense, com uma população de mais de 600.000 habitantes. Seu mosaico humano inclui pessoas de diferentes culturas, raças e religiões. Como capital de Israel, ela hospeda o governo, sua burocracia e instituições.

Jerusalém é o epicentro da consciência judaica. é a realização de um sonho e esperança de 2000 anos de idade. Como tal, é um ponto focal universal, espiritual, cultural, religioso, histórico, e arqueológico não apenas para judeus, mas para gente do mundo inteiro. “




quinta-feira, 10 de maio de 2012

 O que é Lag BaOmer?


Nós somos ordenados pela Torá a contar quarenta e nove dias a partir do segundo dia de Pessach. No quinquagésimo dia, celebramos a festa de Shavuot, que celebra a Entrega da Torá. Este período de 50 dias é chamada de Contagem do Omer. O Omer era uma oferenda de aveia levada ao Templo no dia que começamos a contagem, o segundo dia de Pessach.

Lag BaOmer é o trigésimo terceiro dia da Contagem do Omer. A palavra Lag significa 33, pois é composta pelas letras lamed e guimel, correspondentes aos valores numéricos 30 e 3.

O período do Omer é um tempo de elevada sensibilidade espiritual e crescimento. Quanto mais próximo estamos de Shavuot, maior nossa antecipação para a celebração climática da Entrega de Torá. O evento mais marcante da História Judaica.

Entretando, quanto maior o potencial para o crescimento e construção, maior o potencial para destruição. Conseqüêntemente, nos períodos em que o Povo Judeu não viveu até seu potencial, o período do Omer sempre foi de tragédias.



La BaOmer em Jerusalém


Personagens da História Judaica



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vistos

Planejando sua Viagem




Visa
 

Visto

Passaportes e Vistos





Todos os visitantes a Israel devem ter um passaporte que seja válido por no mínimo seis meses da data de entrada no país. Pessoas sem nacionalidade precisam ter um laissez passer válido, assim como um visto de retorno para o país de origem.

Os visitantes têm o direito de permanecer em Israel por até três meses da data de sua chegada, de acordo com as condições do visto que lhes foi concedido. Os visitantes que pretendem trabalhar em Israel precisam submeter uma solicitação ao Ministério do Interior para um visto especial.

Uma nota importante para os turistas que pretendem continuar viagem de Israel para os países Árabes (exceto Egito e Jordânia): é recomendável que você peça que o carimbo Israelense não apareça em seu passaporte. Você precisa notificar o atendente da sua solicitação antes que seus documentos recebam o carimbo. A concessão desta solicitação fica a critério das autoridades locais.


Cidadãos dos seguintes países terão seus vistos de turista concedidos em qualquer porto ou entrada para Israel, livre de taxas:

Europa – Áustria, Itália, Islândia, Irlanda, Bélgica, Grã Bretanha, Gibraltar, Alemanha (nascidos depois de 1.1.1928), Dinamarca, Holanda, Hungria, Grécia, Luxemburgo, Lichtenstein, Mônaco, Malta, Noruega, Eslovênia, San Marino, Espanha, Portugal, Finlândia, França, Chipre, Suécia, Suíça.

Ásia e Oceania – Austrália, Ilhas Fiji, Coréia do Sul, Hong Kong, Filipinas, Japão, Nova Zelândia.

África – Lesoto, Ilhas Maurício, Malawi, África do Sul, Swazilandia, República Centro Africana.

América – Uruguai, Bahamas, El Salvador, Equador, Argentina, Estdos Unidos, Bolívia, Barbados, Brasil, Guatemala, Jamaica, Haiti, República Dominicana, Trinidad e Tobago, México, Suriname, Nevis e Saint Kitts, Panamá, Paraguai, Chile, Colômbia, Costa Rica, Canadá.


Visitantes que desejam parar em Israel a caminho de outros destinos devem solicitar, um visto de trânsito por cinco dias, que poderá ser extendido por mais 10 dias. Viajantes a bordo de navios que aportarem em Israel receberão um visto, juntamente com o cartão de desembarque, capacitando-os a ficar em Israel o tempo que seus navios ficarem ancorados no país. Não há necessidade de solicitar um visto.

Extendendo sua Estadia

Seu visto pode ser extendido (com pagamento de taxa) no Ministério do Interior nos endereços abaixo:

Jerusalém –  Rua Hilell, 24 02-6294726
Tel Aviv – Rua Menachem Begin 125 03-5193305
Haifa –  Pal-Yam,15 04-8633333
Eilat – Rua Ha-Tamarim , City Center, 2º Andar 08-6381333
Tiberíades – Zaki Elkhadif ,23- 04-6729111
Aeroporto BenGurion – 03-9774200/1/2

Para maiores informações ligue para: *3450 ou cheque no site do Ministério do Interior: Ministry of the Interior’s Internet site.


Discurso do Primeiro Ministro de Israel


"Cidadãos israelenses, todos nós podemos ter orgulho das conquistas de Israel nos últimos três anos.

Você deve se lembrar que no passado no nos sentámos seguro em nosso país, hoje a situação é diferente, graças as nossas atividades.

Sistematicamente conseguimos neutralizar aqueles que queriam nos ferir e trouxemos para casa nosso soldado sequestrado  Gilad Shalit.

Israel voltou a economia de crescer mais elevada do que a da Europa. Enquanto muitos países, o desemprego atingiu proporções enormes, nós adicionamos em um quarto de milhão de novos empregos. Despejar bilhões de ensino superior, que trouxe a notícia real - educação gratuita a partir de 3 anos de idade.

Só no ano passado nós investimos mais de dez bilhões de dólares em estradas, intercâmbios e ferroviário para ligar a Galileia e Neguev para o centro. Existem hoje 80 mil habitações em construção, um recorde dos últimos 13 anos. Temos a certeza de reduzir os preços celulares e lista de conquistas continua.

Na realidade complexa em que estamos, apenas aqueles que sabem agir e tem influência no cenário internacional pode ser primeiro-ministro de Israel. Eu respeito todos os líderes partidários de frente para o Knesset, eles têm muito a contribuir, mas Israel não pode permitir um primeiro-ministro sem experiência política, e segurança econômica.


Penso que podemos receber um novo mandato para continuar a liderar o país. Com a ajuda de Deus o planejamento do governo amplo, continuaremos a levar Israel ao poder, e nós vamos garantir o futuro de Israel e à Terra de Israel para sempre."


Benjamin Netanyahu 

Discurso exibido na página do Facebook
http://www.facebook.com/#!/Netanyahu

quinta-feira, 3 de maio de 2012



A sede é de particular importância uma vez que Jerusalém foi o primeiro foco da atividade para as forças de paz da ONU.

Comida Kosher para presos no EUA

A pequena população de judeus religiosos na prisão tem muita companhia quando se trata de manter-se casher atrás das grades. Um número de judeus seculares, judeus messiânica,  israelitas e, em muitos casos, pessoas sem formação judaica preferem comer uma dieta tradicional judaica.

Judeus, segundo uma estimativa, constituem apenas um sexto - ou cerca de 4.000 - dos 24.000 presos que comem comida kosher em prisões americanas. E já que a comida kosher pode custar mais do que o dobro tarifa regular, está custando milhões para alimentar todos aqueles que querem evitar treyf. 
Rabino Shalom Lipskar envolve tefilin com um prisioneiro em uma prisão da Flórida.
Foto por: Cortesia de Aleph Institute / Forward 

Refeições kosher em prisões são fornecidas porque aos prisioneiros nos Estados Unidos é  garantida a liberdade religiosa no âmbito do Uso do Solo religiosos e pessoas institucionalizadas sob a Lei de 2000. Se, de acordo com a jurisprudência, um preso mostra "sinceramente determinada crença religiosa”, então ele ou ela tem direito a serviços religiosos, tais como orações, kosher ou alimentos halal.

 
A lei é vaga sobre o que constitui uma crença sincera. No ano passado, havia mais de 60 ações movidas em todo o país por parte dos detentos, alegando que foi injustamente impedido de seguir uma dieta kosher na prisão.


Fonte: 
http://www.haaretz.com/jewish-world/kosher-prisons-in-u-s-spend-millions-on-food-for-non-jewish-inmates-1.427377


terça-feira, 1 de maio de 2012

Tributo a Benzion Netanyahu





Benzion Netanyahu, historiador e pai do PrimeiroMinistro israelense, Benjamin Netanyahu, morreu nesta segunda-feira aos 102 anos de idade em sua casa em Jerusalém. Netanyahu conseguiu visitá-lo ontem pela última vez.

Benzion nasceu em 1910 em Varsóvia e dez anos depois sua família emigrou à então Palestina sob protetorado britânico no marco do projeto sionista. 

Em seguida tornou-se ativo nos círculos revisionistas, a corrente sionista criada por Ze'ev Yabotinsky e fonte ideológica do partido Likud, liderado por Benjamin Netanyahu.





Após lecionar em várias universidades no exterior, Benzion retornou a Israel em 1976 após a morte  de um de seus três filhos, Yonatan, na operação de resgate de reféns em um aeroporto. 

Benzion deixa esse mundo com a certeza de missão cumprida. 

O Blog Eretz Israel deseja externar seus sentimentos a familiares e amigos.











A História de Israel é marcada por homens fortes, destemidos e que deixam marcas firmes na estrada da vida. 102 anos de luta e esperança. Benzion Netanyahu viu a História acontecer sob seus olhos. Ele não só presenciou todas as mudanças que aconteceram em Israel, mas ele fez parte delas! Que seu nome seja lembrado para sempre.