sábado, 26 de janeiro de 2013

Tu BiShvat



 
 
Devido a variedade climática de Israel, incluindo climas desértico, subtropical e mediterrâneo, plantas de diversas regiões do mundo podem se adaptar facilmente a este habitat. É interessante notar que algumas frutas consideradas típicas da região ficaram conhecidas como cartão de visita do país, como as laranjas de Iafo, trazida para Israel pelos chineses, no século XVI. Entre as árvores, o eucalipto e a casuarina vieram da Índia.

Em Tu BiShvat de 1949, Jerusalém foi cercada pela "Floresta dos Defensores", em memória aos caídos na Guerra da Independência. A primeira árvore desta floresta foi plantada pelo primeiro ministro David Ben Gurion.

Este dia também marcou o início da primeira sessão do Knesset, que celebra seu próprio aniversário em Tu BiShvat.

É o início de um "Ano Novo das Árvores."  Essa é a estação na qual os primeiros brotos das árvores na Terra Santa emergem de seu sono invernal, e começam um novo ciclo de produção frutífera.
Em Tu BiShvat é costume:
  • Comer frutas na terra de Israel
  • Comer uma nova fruta, para que seja feita a benção shehecheianu


  • Trigo e tâmaras
    Se o mundo não precisasse de você e você não precisasse deste mundo, você jamais teria vindo para cá. D'us não joga Seu precioso filho na dor desta jornada sem um propósito.

    É possível que você não possa ver uma razão. Que poderia vir como nenhuma surpresa - que uma criatura não consiga compreender o plano de seu Criador. Apesar disso, ao final os frutos de seu trabalho desabrocharão para que todos vejam.




    Alguns crescem como o trigo do campo, irrompendo do solo e amadurecendo em uma única estação. Mas sua produção é tamanha que deve ser descascada, moída e refinada e amassada e assada, antes de fazer bem ao mundo - e muito pode ser posto de lado.



    Outros crescem como a tamareira, que pode amadurecer por setenta anos antes que chegue seu primeiro fruto. Mas é seu fruto que é doce e satisfatório para a mão que o apanha, e todas as partes da palmeira e de seu fruto têm algo de valor a oferecer.   Semeie. Os frutos virão.

    Fontes: 

    Da sabedoria do Lubavitcher Rebe; palavras e condensação por Tzvi Freeman

    http://www.webjudaica.com.br/


     


     



    "Uma empresa israelense descobriu mais uma função para o celular.  O novo aparelho pode fazer sete diferentes tipos de exames médicos e divulgar o resultado, de forma instantânea, para qualquer parte do mundo..."

    Leia mais em:
     
     

     

    quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

    Eleições 2013 - Ano judaico 5773


     
     






     


    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, conquistou um novo mandato na eleição de terça-feira (22), mas viu seu bloco direitista perder espaço inesperadamente para a oposição de centro-esquerda, segundo pesquisas de boca de urna.

    De acordo com elas, o partido Likud, de Netanyahu, que disputou a eleição coligado com o nacionalista Yisrael Beitenu, terá 31 dos 120 deputados.
     
     
    Fonte das imagens http://www.haaretz.com/
     
     
     
     
     
     
     

    Akko





















    Na Bíblia a cidade de Acre e suas redondezas ficou para Asher, depois que Josué conquistou Canaã e dividiu o território entre os Filhos de Israel.

    Os cananeus e os israelitas viveram juntos neste florescente porto marítimo na Via Maris. Amama cita Acre em suas cartas como um próspero porto marítimo.

    Em 333 aEC ecebeu permissão para cunhar suas próprias moedas.

    E com o nome de Ptolomeu prosperou e tornou-se o quartel general dos romanos.

    Hoje, como importante de Israel éuma cidade vibrante cuja variedade de pontos turísticos tornou-se parte do roteiro de agências de viagem.

    Os fortes e fortalezas da cidade carregam as marcas de muitas nações.São mesquitas enormes, banhos turcos, monastérios cristãos, túneis extraordinários e inúmeros hotéis que encantam os visitantes.

    Então faça as malas e viaje para Israel.


    Marion Vaz

     

    terça-feira, 22 de janeiro de 2013

    As Lições de Chanucá



     

    Do ponto de vista histórico filosófico, toda festa judaica nos traz ensinamentos relevantes, que se ligam às realidades do nosso cotidiano.

    Conta-nos o Talmud que, na era "messiânica", as festas judaicas perderão seu significado diante das festas de Purim, e Chanucá. De fato, as razões para estas afirmações são óbvias: festejamos Purim, pois sobrevivemos à intenção perversa de um "maluco" (Haman) que desejava destruir o povo de Israel fisicamente.


    Chanucá porém se festeja, pois escapamos da intenção de destruição espiritual, engendrada pelo "Helenismo".








    Contada como simplesmente uma história, Chanucá, realmente se parece miraculosa, pois que, um sacerdote, pai de cinco filhos, consegue derrotar o mais sofisticado exército do império helenita, até parece uma obra de ficção. Analisemos alguns fatos históricos.

    Os quatros impérios que reinaram sobre o nosso povo foram:

    - Babilônia
    - Pérsia
    - Grécia
    - Roma

    A perseguição dos judeus pelos gregos foi a mais perigosa, pois visava atingir a alma e a identidade judaica, bastando citar dois fatos: queriam proibir a prática do Shabat, ou seja, a alma da criação e segundo, a circuncisão, ou seja, a identidade judaica.

    Eis porque, a batalha de Chanuca é um marco histórico da maior relevância na construção da nação judaica.



    O império grego sempre venceu suas guerras pelo seu elevado grau de sabedoria, idéias e conhecimento, aliás, fortemente influenciado pelo judaísmo. E este foi o motivo da dificuldade de nossa luta contra o domínio cultural grego.

    A superioridade filosófica grega foi um forte atrativo para muitos judeus intelectuais ou não, para abandonarem os ensinamentos da Torah. (Que o diga o Rambam).

    Dos esconderijos da montanha do povoado de "Modim", Jerusalém, o velho sacerdote Matathias Hasmoneu e seus cinco filhos, movidos por uma fé inquebrantável, respondeu fortemente ás ameaças do bem armado comandante sírio, Apolônio, e seus sucessores do exército sírio.

    Ora, sabe-se que não se vence nenhuma batalha ou guerra quando ela não se acompanha de um forte ideal de defesa e sobrevivência. Quebrar a submissão espiritual é o quesito básico e o ponto vital para qualquer vitória física. Esta é a lição. Unidos pais e filhos em torno de um ideal, de construir uma nação foi o marco histórico desta data.

    O óleo puro só bem ilumina quando ele não contém impurezas e quando o templo de nossas vidas está repleto de ideais superiores.

    A chamada festa das luzes deve servir de exemplo para todas as instituições da nação judaica de todos nossos lares, pois é uma luz que emana de um passado de lutas, de glórias e de fé de nossos ancestrais.

    Autor: Doutor Abraham Pfeferman, Médico e Professor
    Fonte: Beit Chabad do Itaim

    quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

    Inverno rigoroso em Israel

     

     
    Já cai neve na Cidade de Jerusalém, a capital de Israel!
















    Inverno em Israel 
     As
    Grandes Chuvas
     



     
    Tel Aviv:
    Rio Ayalon enchendo e o engarrafamento anormal provocado pelas chuvas.
    Rio Ayalon que cruza Tel Aviv quase transbordando.
    Modi'in:
    Enchente que invadiu o Shopping Modi'in.


    Veja outras imagens nos links abaixo:

    http://www.facebook.com/eretzisraeli

    http://www.facebook.com/media/set/?set=a.219000351570947.58537.194907510646898&type=1

     http://www.haaretz.com/
     

    Tu Bishvat - Ano Novo das árvores


    Tu Bishvat é celebrado comendo-se várias espécies de frutas, algumas da nova estação. Especificamente é costume comer dos frutos pelos quais a Terra de Israel é enaltecida. São mencionadas sete espécies (duas de grãos e cinco de frutas), conforme o versículo da Torá: "Uma terra de trigo e cevada, uva, figo e romã; uma terra de azeitona e mel (de tâmaras)."

    Nossos sábios dizem que o homem se parece com as árvores do campo. Disse o Rabino Elazar Ben Azarya: "Qualquer pessoa cuja inteligência excede os seus bons atos... é como uma árvore cheia de galhos, mas com poucas raízes, que o vento arranca do chão e vira de cabeça para baixo... Mas aquelas cujos bons atos excedem sua inteligência... é como uma árvore com poucos galhos, mas com muitas raízes, mesmo que todos os ventos do mundo soprassem contra, ela não sairia do lugar... em ano de seca não devemos nos preocupar, nem parar de render frutos". (Avot 3:17)

    Uma árvore brota a partir de uma semente, cresce, atinge a maturidade, dá frutos e, de suas sementes, outras árvores crescem, frutificam-se, etc. Assim também é o ciclo da vida humana.

    O embrião se desenvolve, nasce, cresce e amadurece e, com o passar dos anos, o ser humano se reproduz. Os frutos do judeu são Torá e mitsvót. Assim como as árvores brotam a partir de uma semente, também deve-se assegurar que mais judeus cresçam espiritualmente, gerando seus próprios frutos. Um judeu não pode se contentar apenas com sua colheita espiritual e sim, aproximar outros de sua herança.

    Uma árvore é parte do reino vegetal. Plantas, ao contrário dos animais, morrem se forem desenraizadas do solo e sobrevivem apenas quando continuam recebendo nutrientes da fonte. Um judeu também subsiste e cresce espiritualmente, apenas quando ligado à sua fonte: Torá e judaísmo. Não é suficiente estudar Torá ou cumprir mitsvót uma só vez; é preciso receber constantemente alimento da fonte, e da vida.


    Fonte webjudaica.com/