domingo, 26 de abril de 2015




Discurso do Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu



"O dia da independência é uma ocasião para uma verdadeira celebração. Judeus comemoram o renascimento da nossa liberdade nacional em nossa pátria histórica, a terra de Israel.

Vamos comemorar que o povo judeu já não é mais apátrida e impotente, mas somos mais uma vez os mestres da nossa própria sorte.


Vamos comemorar o fato de que os judeus sempre desfrutar de um direito que foi negado por tantos séculos, o direito de fazer aliya e fazer parte do Estado moderno de Israel.


E também podemos celebrar israel muitas realizações. Integramos na nossa sociedade imigrantes de todos os quatro cantos da terra. Conseguimos defender a nossa liberdade contra ataques de vizinhos hostil. Temos literalmente feito a flor do deserto, construindo uma dinâmica e pujante economia de alta tecnologia.


Construímos um país forte e saudável, onde a democracia é a liberdade e os direitos humanos defendidos em nossas leis para todos. Construímos uma sociedade onde todos os cidadãos de Israel são iguais perante a lei, árabes e judeus igualmente.


Testemunhamos um verdadeiro renascimento da nossa cultura nacional. Temos orgulho em israel as realizações. E mesmo assim ainda há muito trabalho a ser feito, Neste dia, podemos nos unir em comemoração por um Israel repleto de muitos sucessos.


De jerusalém, a capital do estado moderno de Israel nos últimos 67 anos, e a capital do povo judeu por 3,000 anos,

Desejo a todos um feliz Dia da Independência."



terça-feira, 21 de abril de 2015

Iom Haatzmaut está chegando





Iom HaAtzmaut

A Terra de Israel


Israel, a terra da Bíblia e a pátria histórica do Povo Judeu, situa-se no Oriente Médio, ao longo da costa Oriental do Mar Mediterrâneo, formando uma ponte terrestre que liga três continentes: Ásia, África e Europa. Foi nesta terra que, há cerca de 4.000 anos atrás, o Povo Judeu começou a desenvolver sua religião e cultura distintas e nela esteve sempre fisicamente presente, quer como um estado soberano, durante vários séculos, ou sob domínio estrangeiro, em outras épocas. 



Jerusalém

Com seu formato longo e estreito, o país tem cerca de 470 km de comprimento de norte a sul e mede cerca de 135 km em seu ponto mais largo, entre o Mar Morto e a costa do Mediterrâneo. Israel se limita com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia a leste, com o Egito a sudoeste e com o Mar Mediterrâneo a Oeste. 

Apesar de seu pequeno tamanho, Israel apresenta uma variedade de características topográficas e climáticas dignas de um continente. Ao norte, as montanhas da Galileia, cobertas de florestas, se fundem com férteis e verdes vales; dunas de areia e campos cultivados marcam a planície costeira que se estende à margem do Mediterrâneo; no centro do país elevam-se as montanhas da Samaria e Judeia, com seus picos rochosos, que descem depois abruptamente até chegar ao vale do Rio Jordão, de clima sub-tropical, e ao Mar Morto, o ponto mais baixo da Terra. Ao sul, desertos montanhosos se estendem do Neguev à Aravá, e terminam no Golfo de Eilat, o ponto mais setentrional do Mar Vermelho. 

O clima temperado do país se caracteriza por ser muito ensolarado, com uma estação chuvosa entre novembro e abril. A precipitação média anual oscila entre 50-125 cm ao norte a menos de 2,5 cm no extremo sul. As condições climáticas variam consideravelmente nas diferentes regiões: verões quentes e úmidos e invernos chuvosos e moderados na planície costeira; verões secos e agradáveis, invernos moderadamente frios com chuva e às vezes neve, nas regiões montanhosas; verões quentes e secos e invernos amenos no vale do Jordão; e no deserto, ao sul, durante todo o ano, as condições características do clima semi-árido: dias muito quentes e noites frias. 


Por causa da escassez de água, Israel se esforça por aproveitar ao máximo os recursos disponíveis e por encontrar novas fontes de abastecimento. Na década de 60, as fontes de água potável do país foram reunidas num sistema nacional integrado, cuja artéria principal, o Conduto Nacional, traz água do norte e do centro do país até o sul semi-árido, através de uma rede de estações de bombeamento, gigantescos reservatórios, tubulação, canais abertos, túneis e represas. Entre os programas em desenvolvimento, cuja finalidade é ampliar o potencial hidráulico de Israel, podemos citar chuvas artificiais, reciclagem de águas de esgoto e dessalinização da água do mar. 

A rica variedade da flora e da fauna de Israel é conseqüência de sua localização geográfica e da diversidade climática e topográfica. Mais de 380 espécies de pássaros, 70 de mamíferos e 80 de répteis, e cerca de 3.000 espécies de vegetais (das quais 150 são nativas) são encontradas em seu território. Umas 150 reservas naturais, num total de quase 3.500 km2, já foram estabelecidas no país, e centenas de outros locais estão em fase de planejamento.


Texto extraído da Web Judaica http://www.webjudaica.com.br/index.jsp

Rolo da Torah com as mulheres no Kotel









Para a tradição rabínica não é permitido que as mulheres se "apossem" de um rolo daTorá (Livro da Lei) para orarem junto ao lugar mais sagrado para o judaísmo - o Muro Ocidental - Kotel - Isso foi mesmo quase um milagre! Aconteceu na manhã do dia 20 quando vários homens "contrabandearam" o rolo da Torá através da vedação que separa o espaço de oração dos homens e das mulheres, permitindo que elas o carregassem até junto do Muro para fazerem as suas leituras e orações.

Leia mais no blog http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/


https://www.facebook.com/womenofthewall



Veja vídeo  




As Três Sirenes em Israel

Foto de Federação Israelita São Paulo.

Em Israel, existem três sirenes que são as mais importantes de todo o país, de todo o mundo judaico. Elas são tocadas em três momentos do Yom Hazikaron, o Dia da Lembrança dos Soldados Mortos em Defesa do Estado de Israel de Israel e das Vítimas do Terrorismo.


Desde este entardecer, como reza o calendário judaico, uma sirene é disparada por um minuto e o povo começa a sentir a gravidade da data, inteirando-se do peso de ser um israelense, sobrevivente onde muitos pereceram.


São três momentos em que o som atravessa o país inteiro, desde Rosh Hanikrá ao norte até Eilat no Sul, desde o Mediterrâneo até o Mar Vermelho. É o aviso da tristeza que antecede o Dia da Independência, que nos permite homenagear, com toda justiça, cada ser humano tombado que faz parte do milagre da criação e sobrevivência desta pequena brava nação, que até hoje deve se defender contra aqueles que negam seu direito à existência.


É o som da revolta por aqueles que perderam suas vidas em navios miseráveis porque não podiam nem mesmo atracar na terra prometida. É o silvar do descalabro de ônibus, aviões, restaurantes, salões de festas e outros recintos pacatos sendo destruídos pelo ódio vertido da intolerância em ataques terroristas. É acima de tudo, o ruído da insensatez dos corpos de nossos jovens soldados voltando sem vida, embrulhados em mortalhas, de tantas guerras para defender nosso país.


No decorrer do Dia da Lembrança, cada pequena cidade homenageia seus entes caídos, cada autoridade visita nossos mortos, o país torna-se uma só família enlutada, chorando e rezando unida. Em pleno dia, às 11 horas, tocará mais uma vez a sirene e, como num movimento orquestrado, Israel simplesmente para de novo. Em plena ebulição, tudo mais perde o sentido.


Por cada um deles, por todos eles, por toda uma nação ferida, Israel inteiro para, respeitoso e solene, ouvindo imóvel dois longos minutos de um som extremamente tocante. É só uma sirene, mas é muito mais. É o sangue judeu derramado para que o povo judeu tenha sua pátria.


Ao final deste dia pesaroso, como tudo em nossa tradição, toca uma nova sirene e, vibrando, passamos a comemorar a existência do milagre de nossa Terra Prometida. O alvoroço toma conta das cidades e o Dia da Independência de Israel é festejado.


São três sirenes locais, mas, com certeza, tocam a alma do povo judeu mundo afora.


Floriano Pesaro

Secretário de Estado de Desenvolvimento Social

Deputado Federal


Texto extraído do link https://www.facebook.com/federacaosp?fref=nf

domingo, 5 de abril de 2015

Jerusalém - Passeio de Trem pela Cidade Murada






O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, apresentou uma nova maneira de se locomover na Cidade Murada. Agora, turistas e moradores poderão usar este trem e ainda contar com um sistema de som em vários idiomas. Venha visitar Jerusalém!




sábado, 4 de abril de 2015

Pessach 2015



A cada geração cada ser humano deve se ver como se ele pessoalmente tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus filhos, neste dia, "D'us fez estes milagres... " 



Chag Sameach


A sobrevivência de Israel é inegociável

Benjamim Netanyaho




"Israel não aceitará um acordo que permite que um país que votos para aniquilar-nos para desenvolver armas nucleares, ponto final."


A frase acima faz parte de uma declaração do Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em resposta a proposta "negociável" do Irã em relação ao projeto de Usinas nucleares no país. O Irã já havia mostrado diversas vezes o seu sentimento anti sionista e o desejo desenfreado para a destruição de Israel. Em sua página da rede social Facebook, Benjamin declarou:



 - "Venho de uma reunião do gabinete israelense. Discutimos a estrutura proposta para um acordo com o Irã. O gabinete é Unido fortemente contra o negócio proposto. Este negócio representaria um grave perigo para a região e para o mundo e ameaçaria a sobrevivência do estado de Israel.


O negócio não fecharia uma única instalação nuclear no Irã, não destruiria uma simples centrífuga no Irã e não vai parar R&D na avançada centrífugas do Irã. Pelo contrário. O negócio seria legitimar ilegal programa nuclear do Irã. Que vai deixar o Irã com uma vasta infra-estrutura nuclear. Uma vasta infra-estrutura nuclear permanece no lugar.

O negócio ia levantar sanções quase imediatamente e isto numa altura que o Irã está intensificando sua agressão e terror na região e além da região. Em poucos anos, o acordo seria remover as restrições sobre o programa nuclear do Irã, permitindo que irão ter uma capacidade enorme de enriquecimento que poderia usar para produzir muitas bombas nucleares em questão de meses.

O negócio seria grandemente reforçar a economia do Irã. Daria meios desse modo tremendos de Irã para impulsionar sua agressão e terrorismo no Oriente Médio.

Tal acordo não bloqueia o caminho do Irã para a bomba. Tal acordo abre caminho do Irã para a bomba. E muito bem pode desencadear uma corrida às armas nucleares no Oriente Médio e aumentaria consideravelmente os riscos de guerra terrível. Agora, alguns dizem que a única alternativa para este mau negócio é guerra. Isso não é verdade. Há uma terceira alternativa-pé firme, aumentando a pressão sobre o Irã até um bom negócio é alcançado. 

E finalmente, deixe-me dizer mais uma coisa. O Irã é um regime que chama abertamente para a destruição de Israel e abertamente e trabalha ativamente para esse fim. Apenas dois dias atrás, no meio das negociações em Lausanne, o comandante das forças de segurança Basij em Irã disse isto: "a destruição de Israel não é negociável".

Bem, quero deixar claro a todos. A sobrevivência de Israel é inegociável. Israel não aceitará um acordo que permite que um país que votos para aniquilar-nos para desenvolver armas nucleares, ponto final. Além disso, Israel exige que qualquer acordo final com o Irã incluirá um claro e inequívoco reconhecimento iraniano do direito de Israel à existência."


O que podemos concluir da declaração: "A destruição de Israel não é negociável"???? Como assim? Seria então uma destruição parcial? Lenta? Com poucas ou muitas baixas? Ou todo território israelense desapareceria do mapa em frações de segundos? Que tipo de sociedade ou de governo faz uma declaração dessas em relação ao país vizinho se não estivesse se preparando para uma guerra? Acredito que Netanyahu tem razão em se preocupar. 



Durante uma conversa com o Presidente Obama, Netanyahu expressou fortes objeções ao acordo, qualificando-o de ameaça à própria sobrevivência de Israel.


Neste momentos em que nos preparamos para a comemoração do Pessach, estamos novamente revivendo os dramáticos períodos da História em que o povo de Israel teve que lutar por suas vidas, seus filhos, sua fé e cultura. A Saída do Povo de Israel do Egito em direção a Terra Prometida foi um marco na História. Nos séculos seguintes, apesar de todas as investidas contrárias, Israel lutou e resgatou o direto a sua sobrevivência. Quero dizer ao Irã que não é tão fácil assim, como pensam, destruir a nação do D-us Vivo. Impérios e Governos se levantaram contra Israel e caíram. E alguns... Literalmente... Ironicamente... Desapareceram do Mapa! 


Oremos por Israel, pela nação do D-us Todo Poderoso, Ele irá defender o povo Dele!



Shalom.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Festa da Liberdade




Ao entardecer do próximo dia 3 de abril, cerca de 120 mil judeus em todo o Brasil darão início às comemorações do Pessach, a Páscoa Judaica, celebração que marca a libertação do povo judeu da escravidão no Egito (ocorrida por volta de 1300 A.E.C.).

“Pessach é uma festa que trata da liberdade física e espiritual do ser humano”, afirma Fernando Lottenberg, presidente da Conib.

Nossos sábios ensinam que, a cada dia, devemos nos sentir como se tivéssemos acabado de ser libertados do Egito. A consciência da escravidão no passado molda o espírito judaico no presente e forja a diferença entre aqueles que se submetem a um destino pré-estabelecido e aqueles que buscam construir sua própria história.

“Por isso, mesmo recordando-nos de eventos distantes no tempo, a celebração é sempre atual, pois reúne as famílias judaicas em torno dos valores da liberdade e da autodeterminação”. 

Fonte: http://www.conib.org.br/blog/aconib

Walt Disney em Jerusalém

  • Disney estuda abertura de estúdio em Jerusalém

    A Walt Disney Company está em negociações com o maior estúdio de animação israelense, Snowball, para abrir uma unidade de produção em Jerusalém.
    O fundador do Snowball, Yoni Cohen, confirmou que está trabalhando com o governo municipal para conseguir condições fiscais favoráveis, porém não confirmou o papel da Disney por acordos de confidencialidade.
    "Se conseguirmos construir nossa próxima filial em Jerusalém, evitaremos que os cérebros da animação deixem o país'', disse ele. A Snowball já tem parceria com a Disney.
    A Prefeitura de Jerusalém busca incentivar o empreendedorismo e a criação de indústrias de todos os tipos para diversificar a economia da Cidade Sagrada.