As campanhas eleitorais em Israel continuam com disputas acirradas entre os partidos, e o destino da nação está em jogo. A decisão final será no dia 27 de outubro e as urnas vão decidir o próximo Primeiro Ministro de Israel.
Pesquisas revelam que o partido do Likud precisa alcançar com mais empenho, a mente e o coração dos israelenses para se manter na liderança. Benjamin Netanyahu lidera com vantagens nos últimos 19 anos no cargo de Primeiro Ministro, somando todos os mandatos.
Sinceramente, eu não vejo uma pessoa mais comprometida com a nação de Israel como Netanyahu e pelo tempo de gestão, com certeza é o mais preparado para enfrentar as demandas que o país exige de um líder.
Independente dos conflitos internos, a ideia que temos daqui de fora é que as coisas funcionam. A defesa contra os inimigos é prioridade, Jerusalém está unificada, continuamos a usar os termos Galileia e Samaria para as regiões do norte de Israel, os terroristas estão sendo dizimados, as fronteiras estão protegidas e a economia está em curso de crescimento.
Eu entendo que ele não governa sozinho e que os demais partidos que possuem assento no Parlamento contribuem para o bem estar da população e autonomia do país. Mas a gente quer mesmo mexer as "peças no tabuleiro" do jogo?
Porque durante esses 19 anos, como Israel se colocou no cenário mundial com tanta autoridade? É preciso um líder forte e destemido para encarar a realidade e a aversão de alguns países, a existência da nação de Israel.
Os demais candidatos estão preparados para serem desafiados, enfrentar ameaças, responder a altura e preservar a herança territorial de Israel, seus costumes e tradições? Porque alianças são vínculos eternos que moldam a gestão, a vida e o destino de cada cidadão israelense.
Para alcançar a liderança, Netanyahu precisa de 61 cadeiras no Parlamento e aliados que estejam dispostos a defender o país não só nas urnas, mas também no cenário atual.
Marion Vaz



































