segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A Era de Fogo




Nossa postagem de hoje tem o objetivo de mostrar um perigo iminente. Desde sempre Israel tem sido alvo de ataques terroristas. Na Era bíblica as desavenças com outros povos provocaram uma série de confrontos. Para herdar a Terra Prometida, os descendentes de Yaakov tiveram que enfrentar verdadeiras batalhas. Os registros bíblicos nos mostram uma guerra sem fim. Mesmo em "tempos de paz" deveriam ficar atentos. Hoje, existem 170 mil mísseis apontados para Israel, o que nos leva a acreditar que o governo Israelense precisa e deve se impor e estar preparado para qualquer eventualidade.

Um artigo no Conexão Israel, discutia se era um direito de Israel contra atacar seus inimigos. O escritor não teve a menor dúvida ao mencionar que não era apenas um direito, mas um dever do Estado defender o seu povo. Na minha opinião este questionamento é inviável, pois é óbvio que um país tem o dever de defender e proteger a população. E isso se aplica a qualquer país. Se houvesse uma guerra no Brasil, por exemplo, e a população estivesse em perigo, ninguém iria questionar se o governo devia ou não tomar qualquer atitude para nos proteger. Mas quando se trata de Israel surgem os diversos "ideologistas" com suas filosofias.

Outro dia estava lendo os comentários de uma página no Facebook e a pessoa em questão defendia sua tese nos seguintes termos: "A minha filosofia de vida em relação a partilha do território é favorável e blá bla bla..." - Pesquisei  e descobri que ele morava na Inglaterra! Respondi: ("Sua filosofia?") Você nem mora em Israel!  E blá blá blá...  - Sinceramente, não tenho paciência para tais discrepâncias!

Dificil mesmo é controlar a Mídia que insiste em suas acusações quando se trata dos israelenses. Acusações sem medidas precionam a população mundial a discutir e ignorar as necessidades do povo judaico. Mas quem reside no país, em sua maioria, concorda com as ações do Ministério de Segurança. As divergências, algumas bem calorosas, apoiam que o caminho para a paz está na divisão do território, o que é inviável devido as circunstâncias. Haja vista, os problemas enfrentados por causa da Faixa de Gaza, parte territorial devolvida em 2005. O lugar se transformou numa base miliar do Hamas e de onde vêm os diversos ataques terroristas as cidades israelenses.

"O chefe da agência de inteligência de Israel, o major-general Aviv Kochavi, afirma que existem cerca de 170 mil foguetes e mísseis apontados contra Israel pelos Estados inimigos. “Nós chamamos este período de ‘Era de fogo’, levando em conta a quantidade de mísseis e foguetes que enfrentamos”, disse ele ao jornal The Jerusalem Post."

Afirmou também que há quatro desafios centrais que exigem a atenção da nação de Israel. O primeiro é o conhecido programa nuclear do Irã, que o governo israelense não tem dúvidas que estará pronto ainda este ano.

Em seguida, os 170.000 foguetes e mísseis, fazendo com que “pela primeira vez em muitas décadas, o inimigo tenha a capacidade de lançar uma quantidade tão grande de munição contra as cidades de Israel”. 

Em terceiro lugar estão as ameaças cibernéticas que “estão crescendo expontânia e potenciamente”  (Isso é matéria especial para um novo post).
Kochavi afirmou que durante o ano passado, o Estado de Israel enfrentou centenas de ataques contra os sistemas de defesa, bem como empresas de água e luz, o que tem obrigado o governo a investir cada vez mais nessa área.

Para ele, o quarto lugar, inclui a presença de elementos jihadistas ao longo das fronteiras de Israel. E credita isto em grande parte ao Hamas e o Hezbollah (Duas organizações terroristas que defendem a emancipação da Palestina). O grupo Hamas divulgou que possui hoje cerca de 13 mil jovens “em preparação”, em comparação com apenas 5.000 no ano passado. O projeto chamado “Os Pioneiros do Amanhã” recruta alunos a partir dos 14 anos, que estejam dispostos a tornarem-se mártires da causa do Islã contra Israel. As atividades desses campos de treinamento incluem manejo de armas, artes marciais, táticas de guerrilha e aulas sobre Islamismo e a causa da Jihad (guerra santa).

Enquanto isto, os adolescentes israelenses nesta faixa de idade estão dentro das escolas e somente com 18 anos entram para o serviço militar. Suas vidas devem ser protegidas e o futuro garantido. O que não acontece no programa "Pioneiros do Amanhã" - Estes jovens suicidas perdem a capacidade de pensar e desejar um futuro melhor em função de uma guerra sem precedentes.

Bem, se estamos na "Era de Fogo" devemos lembrar de todas as vitórias de Israel contra seus inimigos e que o Exército israelense está indiscutivelmente bem preparado para encarar sua realidade. Desde o Haatzmaut, o Estado de Israel vem enfrentando guerras e bombardeios e isso só nos faz ficar, a cada dia,  mais fortes e mais interessados em novas técnicas de combate e de segurança. Mas também temos algo a destacar: Um dos nomes de D-us registrado nos textos sagrados e que também está gravado em um dos braços da Menorah é  אלהים צבאות    Eloheinu Tzabaoth - D-us dos Exércitos. Ele fará triunfar o seu povo.

Marion Vaz


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Israel - Lugar de Contrastes numa Terra Abençoada

Israel é sem dúvida, um lugar extraordinariamente desejado. Naquele território se formou a identidade cultural, religiosa e nacional do povo judaico que nele se manteve ininterrupta, através dos séculos, a sua presença física, mesmo depois do exílio forçado por seus inimigos. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra.

O artigo História de Israel mostra as diversas fases desse desenvolvimento e um conjunto de informações sobre o território, o povo e a fé. Seus 8 milhões (2013) de habitantes formam um mosaico de pessoas, diversas etnias, estilos de vida, religiões, culturas e tradições que vem sendo transmitida de geração a geração.




Dividida em quatro quarteirões, a cidade murada tem oito portões de entrada que dão acesso a todo tipo de emoção, mesclada ao sentimento religioso de todos os fieis que se aventuram nessa viagem pelo tempo. Entrar em Jerusalém é como reviver parte da história bíblica.

A área moderna da cidade expandiu-se muito nos últimos anos. Hoje, os inúmeros bairros mostram ruas movimentadas, edifícios que destacam pela arquitetura, restaurantes, galerias, rodoviárias e todo tipo de entretenimento.






Israel é um pequeno país dentro do grande mundo da ciência e tecnologia. Como muitos outros pequenos países teve que definir com precisão sua política em relação às atividades científicas e tecnológicas, para poder reforçar sua capacidade competitiva.









Em 2009 Israel apresentou a menor Bíblia eletrônica do mundo num chip com 0,5 milímetro que carrega todos os textos da bíblia em hebraico.

  










O país também tem uma riqueza especial no que diz respeito a flora e fauna.

Os Lírios em Israel - A palavra grega para "lírios" significa "flores silvestres". O biólogo Israelense Ori Fragman-Sapir, cientista chefe da Universidade de Jerusalém Botanical Gardens, escreveu um artigo intitulado "Wild Allium Espécie em Israel".

 
Nele relata que existem 250 espécies de lírios  desde Israel, ao Irã e Turquia. Nos campos de Israel, especificamente, foram catalogados 39 tipos de allium florescendo pelos campos.















As diferenças climáticas de uma região para outra não serviu de empecilho para que os “desertos” vissem o crescimento de mudas e todo tipo de vegetação. Isso também já foi matéria nesse blog. Chag Tu B’ Shvat é uma festa nacional em que cada pessoa, adulto ou criança, israelense ou visitante, pode cooperar com o plantio de mudas. 






Em Renascimento Espiritual de Israel podemos observar como o plantio está intimamente ligado a vida espiritual do povo.

Como os israelenses desenvolvem explorações de Floricultura, produzindo belas Flores em plenas zonas desérticas, graças aos seus modernos sistemas de irrigação e controle da temperatura ambiente nas Estufas.










 
Embora pequeno em território, a paisagem e o clima de Israel são muito variados e não interfere na riqueza das plantas e da vida selvagem, nem nas atrações naturais.













A Geografia de Israel permite que em suas diferentes cidades e regiões mostrar as características marcantes de um povo abençoado por D-us.

Para agendar uma viagem para Israel entre em contato com Joelson Mota através do link http://www.viajeparaisrael.com.br/  e faça a sua reserva. E não esqueça de mencionar que foi indicado pelo blog Eretz Israel.


Marion Vaz

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Memorial as vítimas do Holocausto



Uma resolução da Assembleia das Nações Unidas aprovou a data de 27 de Janeiro para comemoração anual do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Kotel - Um aviso para o público feminino

Aviso



Ao estimado público feminino:
Por favor, abstenha-se de rezar em voz alta. É possível ser feliz e alegrar-se rezando em voz baixa como de costume. Obrigado.


A oposição a determinados direitos  em Israel tem sido uma batalha acirrada com o grupo feminista. Em matérias exposta em redes sociais e jornais podemos observar uma constante "guerra" por direitos. A mulher moderna se recusa a aceitar determinadas obrigatoriedades impostas. Mas, dependendo da região e da cidade em que vive, em Israel a mulher acata o seu "status" e convive harmoniosamente com a sociedade a sua volta.

Em outras localidades, podemos observar as divergências e até mesmo neste artigo da Conexão Israel, o autor demonstra sua irritabilidade pelo acontecido.

É notório, que as mudanças socioeconômicas e políticas em Israel destaca o país no mercado mundial e entre as grandes potências. No entanto, os direitos dos religiosos ortodoxos, principalmente em suas cidades e lugares sagrados tem uma colocação de destaque em relação ao público feminino. Li um artigo no Jornal Haaretz que mostrava um cartaz que pedia a mulher para mudar de calçada. Outro artigo descrevia a vitória na questão de lugares específicos em transporte público.

No Kotel, a área de oração para mulheres é menor e  bastante disputada como nos informou uma amiga, e segundo ela, "às vezes, nós mulheres não conseguimos nos aproximar do Kotel e muito menos tocar em suas pedras". Isso por ser uma área para as mulheres que vivem em Jerusalém e turistas de todo o mundo que chegam diariamente.


O pedido de orar em voz baixa pode ser que tenha a sua relevância, pois declarações de visitantes afirmam que as orações são muito altas. Além disto, há de entender que nós mulheres temos essa sensibilidade que aflora em determinadas circunstâncias e nos deixamos levar emotivamente. É provável que ao orar, as mulheres façam mesmo muito "barulho". Não só pelo fato de estar num local de adoração tão desejado como o Kotel, mas também pelo anseio de termos nossas orações atendidas. E com fervor e dedicação nos aproximamos da presença de D-us.


Além disto, a praça do Kotel também é um lugar de agrupamento de muita gente, turistas, soldados e transeuntes como podemos ver através da webcam e fotos em blog e redes sociais. Imagine que não há tanto rigor em questão de reverência naquele lugar e todo barulho atrapalha e muito as orações de todos que estão perto do Muro, quer sejam homens, quer sejam mulheres. Mas a questão do "pedido de silêncio" ser diretamente destinado às mulheres desencadeou toda polêmica.



Assim vive Israel com suas conquistas, com seu desenvolvimento, e com suas tradições e cultura, aceita pela maioria, discutida por alguns e questionada por outros, o que é plenamente aceitável num país com democracia parlamentarista.


Marion Vaz


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

TU BISHVAT - Renascimento





Existem muitas razões para essa comemoração, principalmente por ser uma tradição que o povo judaico tem preservado por todos esses anos. O plantio de mudas de árvores frutíferas ou para ornamento tem sido uma forma de renascimento. Assim, a cada ano, Tu BiShvat  nos fortalece e o país floresce. 


Em 1949, Jerusalém foi cercada pela "Floresta dos Defensores", em memória aos caídos na Guerra da Independência. A primeira árvore desta floresta foi plantada pelo primeiro ministro David Ben Gurion. Este dia também marcou o início da primeira sessão do Knesset, que celebra seu próprio aniversário em Tu BiShvat.



Em minha opinião, existem outros fatores que se aplicam ao Tu BiShvat - Israel plantar árvores com objetivos reais e precisos. Israel planta árvores com forma de renascimento pátrio e espiritual. Leia mais no artigo Renascimento Espiritual de Israel.



O ROSH HASHANAH DAS ÁRVORES







“Quando sitiares uma cidade por muitos dias, pelejando contra ela para a tomar, não destruirás o seu arvoredo, metendo nele o machado, porque dele comerás, pelo que não o cortarás…” (Devarim 20:19).




     A Torah ensina a proteger as árvores, especialmente as frutíferas, já que providenciam alimento. No entanto, em tempos de emergência é permitido o abate de árvores não frutíferas - “Somente a árvore que souberes que não é árvore que dá frutos que se comam, essa poderás destruir e cortar, e construirás baluarte contra a cidade que fizer luta contra ti até à sua rendição” (Devarim 20:20)


O que contribui para que o país seja um Israel Verde e hoje existem imensas áreas verdes, as quais podem ser vistas em imagem de satélite. No entanto, é notório que cerca de 50% do território israelense mesmo sendo formado de uma região árida, o Governo tem investido no aproveitamento dessa área para tornar o solo produtivo. No Deserto de Arava encontramos palmeiras que se erguem em direção aos céus.

Parte desse sucesso pode ser  atribuído ao Tu Bishvat, um dia do calendário judaico em que cada morador, cada criança em Israel deve plantar uma (muda) de árvore.





sábado, 11 de janeiro de 2014

Tributo a Ariel Sharon

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Ariel Sharon nasceu no moshav (assentamento agrícola judeu) de Kfar Malal e faleceu neste sábado (11) de falência múltipla de órgãos, no hospital de Tel Hashomer.




Em toda carreira militar e política dedicou-se a defender o país como um todo. Embora tenha sido criticado muitas vezes por suas ações, deixa um longo e afamado "currículo" de atividades a favor de Israel.


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Ariel, nos deixa também uma lição de vida: Buscar a D-us com sinceridade de coração e arrepender-se dos erros.  Um homem de coragem e audácia. Mas hoje... Apenas um homem... Que sua alma descanse em paz.


Foto: Que possamos continuar ouvindo o seu grito de guerra:
- 'Sigam-me, sigam-me!' Para que o nosso país continue a erguer sua bandeira. Uma nova semana se inicia, vai-se um guerreiro, um homem de coragem, mas ele nos deixa uma nação! 
Shavua Tov








quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tributo a Lea Revivo



Uma menina de apenas 11 anos viajava rumo a escola quando uma explosão atingiu o ônibus em que ela estava, na manhã  de uma dia de 1970, junto ao Kibbutz Baram na Alta Galileia. Horas de dor e lágrimas para os familiares. A menina em coma, com estilhaços da explosão até mesmo dentro do cérebro, esperava por um milagre que não tardou a acontecer. Lea resistiu e mesmo sem uma perna, reconstruiu sua vida nos últimos 43 anos.

No entanto, há dois anos, um dos fragmentos que estavam em seu cérebro começou a causar uma contaminação e desde então, sua saúde foi se debilitando, até que entrou em coma novamente há dois meses atrás e faleceu em 30 de dezembro do ano passado.

Lea Revivo é uma destas heroínas que a gente não conhecia, não ouvia falar. Eretz Israel rende tributo a uma mulher forte, esposa e mãe que construiu sua família e não teve medo do futuro. E seus filhos perpetuarão sua lembrança e sua guerra pela vida. Eles terão seus netos e serão a sua voz.