E já no primeiro livro da Torah podemos ler a história de Avran, Yitzchak e Yaakov, os quais receberam a promessa de um território, a vida e a trajetória de cada um deles. Patriarcas e Profetas levaram o pacto adiante conscientizaram a nação sobre as bênçãos e as consequências desse relacionamento.
E para Israel a caminhada ainda está em curso, porque aprender sobre o Eterno não é tarefa para apenas alguns anos. O interessante é poder ler nos textos sagrados sobre essa convivência do povo com o El Berith, a caminhada ao longo de cada geração, o cumprimento das promessas, as lições espirituais, as advertências e as bênçãos.
Episódios em que o próprio D-us tratou diretamente com o povo, advertindo sobre suas atitudes como em Juízes 6, outras vezes agindo com sua forte mão (Êxodo 14) para livrar Israel de seus inimigos. E apesar do passar do tempo, do avanço tecnológico de Israel, a fé ainda é autêntica. Os corações se voltam para HaShem a cada Shabbat, a cada festividade, conflitos ou ameaças e a cada vitória.
A crença num D-us único que fez os céus e a terra e que chegou até nós, percorreu um longo período na história da humanidade, apesar das adversidades sofridas pelo povo de Israel. Hoje conhecemos porque houve um grupo de pessoas que gravou as verdades do seu D-us nas tábuas do seu coração e que não se deixou intimidar por Impérios, governos e seus ídolos.
A própria história de Israel (bíblica e atual) revela a determinação do povo em conservar sua fé, costumes e tradições e seu direito de viver em liberdade no território israelense. Embora cada nação do mundo tenha sua própria história e crença, podemos afirmar a legitimidade dos direitos de Israel sobre a terra, por causa das promessas do Eterno.
Marion Vaz

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