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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

Conflito Eterno

 


Família Bibas - Não esqueceremos!

Israel está numa guerra constante com os terroristas do Hamas que insistem em jogar misseis sob o território israelense e parece que o conflito não tem fim. Mas, há 80 dias consecutivos o exército e o governo de Israel tem se preocupado com um único objetivo: Destruir os militante do Hamas.

Em 7 de outubro ocorreu a mais sangrenta e violenta invasão no território israelense que a história pode contar,  quando os terroristas invadiram casas, mataram inocentes e levaram reféns para Gaza. Uma criança foi colocada viva num forno do fogão depois que seus pais foram assassinados, para morrer queimada.

Incendiaram casas com os moradores dentro até que seus corpos ficassem carbonizados. As imagens da destruição são devastadora para qualquer pessoa. Não existe perdão para tamanha atrocidade contra civis e famílias judaicas. Os terroristas não pouparam crianças, jovens, idosos e pais de famílias. Muitas mulheres foram violent@das. 

Em resposta, o governo de Israel lançou foguetes contra Gaza na tentativa de destruir os possíveis centros de ataques do Hamas, os túneis e o locais de comando. Muitos palestinos foram vítimas das ações do Hamas porque são usados como escudos humanos e as muitas baixas não impediram os terroristas de continuar atacando Israel.

Os reféns libertados por ocasião do "cessar fogo" contaram como viveram num verdadeiro inferno e as privações que passaram. Crianças foram espancadas e tiveram as pernas queimadas para impedir a fuga. Muitas outras atrocidades foram cometidas contra os reféns, mas a Mídia continuou mostrando apenas a destruição de casas e prédios nos arredores de Gaza. 

Com a guerra no território de Gaza muitos soldados israelenses perderam a vida. O primeiro ministro de Israel Netanyahu afirma que o conflito continuará até que os inimigos sejam destruídos. 

Entre os reféns está uma criança de 11 meses.  A família Bibas ainda está no cativeiro sem qualquer informação sobre eles. Hamas afirma que estão mortos. Não existe consolo para os nossos corações. Não existe perdão para tanta atrocidade. 

Precisamos ser fortes, mesmo com lágrimas nos olhos. Precisamos vencer para poder continuar a viver em paz na nossa terra.


Marion Vaz




sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Israel contra ataca





Devido aos inúmeros ataques que o território israelense recebeu dos militantes do Hamas nos últimos dias. o Governo israelense autorizou um contra ataques nos centros de comando na Faixa de Gaza. Desta vez o premier israelense não ficou esperando por uma acordo de cessar fogo. Oremos para que o D-us dos Exércitos ajude o seu povo a vencer as batalhas contra os inimigos.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

População de Gaza sofre enquanto recursos são usados para guerra

Depois das investidas do grupo terrorista Hamas ao território israelense, cerca de 31 túneis foram descobertos e potencialmente desqualificados para o uso de ataques no sul do país. O uso do material utilizado nas estruturas abre debate para questionar o mal direcionamento de recursos para  a guerra ao invés do bem-estar da população na Faixa de Gaza.


Ao visitar um túnel terrorista construído pelo Hamas, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon foi informado sobre a extensão do abuso estratégico do Hamas de infraestruturas civis, com a finalidade de realizar ataques contra as comunidades populacionais do sul de Israel.  O Hamas optou por investir os seus recursos na construção de túneis de terror ao invés do bem-estar e desenvolvimento da sua própria população.



domingo, 27 de julho de 2014

Há D-us em Israel

No período bíblico, um episódio marcou de maneira incontestável a presença do nosso Eterno D-us em Israel. Buscando a cura para uma enfermidade o chefe do Exército da Síria, entrou no território procurando pelo profeta Eliseu.

Após ouvir toda história o profeta mandou dizer a Naama que mergulhasse no rio Jordão por sete vezes. O que marcou um período da história bíblica quando Naama reconheceu que "há D-US em Israel".

Diante de toda polêmica causada pela guerra entre Israel e os terroristas do Hamas, dos problemas com a população Palestina e os reves com a opinião do resto do mundo, podemos ver que a mão poderosa do D-US de Israel continua agindo a favor do seu povo.

Numa reportagem com um dos terroristas do Hamas quando foi perguntado sobre o porque  não tinham tanto sucesso em suas ações, ele respondeu:
- A gente até faz boa pontaria, mas o D-US deles muda o curso dos mísseis em pleno ar.

O importante nisso é entender que, como aconteceu no passado, D-US continua a frente das batalhas de Israel. E que até os inimigos tem que afirmar isso.

 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Locais usados como base pelo Hamas


 
O grupo terrorista Hamas utilizou as instalações de um hospital - o hospital Wafa - como base para disparar mísseis anti-tanque e juntar ali os altos comandos terroristas.
 
Este hospital de reabilitação al Wafa foi evacuado no final da semana passada como consequência de inúmeros telefonemas de aviso feitos pelas Forças de Defesa de Israel antes da destruiçao.



DESTA MESQUITA ERAM DISPARADOS ROCKETS...

 

A foto mostra a entrada de um dos túneis, próxima a uma mesquita.
 




As Forças de Defesa de Israel publicou fotos que revelam a localização das rampas de lançamento de rockets perigosamente instaladas junto a lugares de habitação de civis.

DESTRUIÇÃO DOS TÚNEIS

 
O primeiro-ministro Netanyahu declarou que as Forças de Defesa de Israel que a operação "margem de Proteção" irá continuar até que seja alcançado o objetivo de restaurar a paz.
 
 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Troca de bombardeios no céu israelense

Iron Dome rocket intercepting a missile from Gaza. (Photo: Xnir/ IDF Flicker)
Iron Dome intercepta rocket - (Photo: Xnir/ IDF Flicker)



Jihad Islâmica lançou dezenas de foguetes contra Israel depois de que três membros do grupo terrorista foram mortos em ataque aéreo israelense. A Força Aérea israelense bombardeou vários alvos na Faixa de Gaza.




Tanque israelense posicionado ao norte da Faixa de Gaza
         


Tanque israelense posicionado ao norte da Faixa de Gaza (Amir Cohen/Reuters)

Um dia depois de lançar mais de sessenta foguetes em direção a Israel, a organização terrorista Jihad Islâmica afirmou nesta quinta-feira ter concordado, com a mediação do Egito, em interromper os ataques se o outro lado aceitar uma trégua. No entanto, horas depois, dois novos foguetes foram lançados a partir de Gaza, segundo informação da polícia israelense.


IDF

Tropas IDF (Forças de Defesa de Israel) arriscam suas vidas para proteger crianças árabes.






Fonte: http://www.jewsnews.co.il/







terça-feira, 21 de junho de 2011

Faixa de Gaza - Controle total do Hamas



Não me surpreende que notícias como esta que afirmou que o bloqueio a Gaza,  feito por Israel fortaleceu a política e a popularidade do grupo Hamas, influenciem na opinião pública contra Israel. 

Quando a culpa pelo que vem acontecendo com os refugiados palestinos que vivem na Faixa de Gaza, que compõem cerca de 70% da população e são os principais afetados pela situação, deve-se a total falta de poder do próprio governo palestino que se omite diante das necessidades da população e os deixou a mercê do grupo terrorista.

Nessas circunstâncias, o setor público, controlado pelo Hamas, tornou-se o principal empregador da população da Faixa de Gaza onde o índice de desemprego é um dos maiores do mundo, chegando a 45%.  Segundo o relatório da agência da ONU, dos 1,5 milhões de habitantes da Faixa de Gaza, apenas 190.365 trabalham e a maioria deles é empregada pelo governo do Hamas.




Então não adiante colocar a culpa em Israel e proclamar aos quatro cantos que foi o bloqueio que levou ao empobrecimento geral da população de Gaza. Pois o próprio relatório afirma que “Durante esses cinco anos de bloqueio, a maioria dos bens de consumo no território foi trazida de fora para a Faixa de Gaza por intermédio de centenas de túneis escavados em direção ao Egito. De acordo com o relatório do Centro Peres, com a "economia dos túneis", empresários ligados ao Hamas controlam o comércio da Faixa de Gaza e cobram taxas que, por sua vez, financiam a atividade das forças de segurança da organização”.

Interessante citar que todo armamento do Hamas é alimentado por seus parceiros, para que diariamente, bombardeiem as cidades de Israel. Por que o dinheiro utilizado nessas “campanhas militares”  não supre a necessidade dos habitantes de Gaza? Porque estamos lidando com terroristas!?  

No dia 28 de maio o Egito abriu a fronteira de Rafah para entrada e saída de palestinos da Faixa de Gaza. A medida, no entanto, não vislumbra o trânsito de mercadorias.

Nessa confusão toda, aonde encontramos as Autoridades Palestinas? Fazendo campanha para criar um estado palestino dentro de Israel! Se eles não conseguem controlar um pedacinho de terra daquele tamanho de Gaza, imagine o que os grupos terroristas não vão fazer na Cisjordânia??  E quando tudo estiver um caos adivinhe em quem colocarão a culpa?? 

Mesmo com o território sob controle israelense já acontecem tantas ameaças e atentados contra Israel, imagine perder o controle da fronteira com a Síria e Jordânia? Além do que, o presidente do Irã vai ter acesso direto com milícias terroristas e vai ser muito mais fácil "entupir" o recém formado estado (caso isso aconteça) de misséis para por em prática o tão sonhado plano de "varrer Israel do mapa" com constantemente anuncia! 


Então não haverá argumentos, para impedir que Israel se defenda, e aí sim, teremos a Terceira Guerra Mundial através da Mídia e D-us nos guarde de uma mortandade! Então, em setembro, é melhor cortar o mal pela raiz!


Marion Vaz


domingo, 17 de abril de 2011

Faixa de Gaza

Israel devolveu a área da Faixa de Gaza para os palestinos e na época 8 a 9 mil judeus foram instruídos a deixar a área ou preparar-se para a retirada compulsória a partir da noite de 16 de agosto de 2005. As famílias foram removidas do lugar onde viveram durante anos e transferidas para as casas em outras áreas dentro do território Israelense. Construções como sinagogas, foram completamente demolidas, para evitar retorno de judeus e como medidas para erradicar toda e qualquer memória dos judeus naquele pedaço de terra.

Na época fiquei bastante triste e comovida ao ver os judeus saindo de suas casas, a maior parte deles, amparados por soldados israelenses que auxiliavam na remoção dos colonos. Muitas lágrimas marcaram a retirada do povo judeu da Faixa de Gaza, mas também houve conflitos com uma minoria que não queria acatar a decisão de Ariel Sharon, na época Primeiro Ministro de Israel.

Era de se esperar que a área fosse totalmente reestruturada pelo governo palestino para se adequar as necessidades daqueles que então passariam a residir naquela localidade. Esperava-se que tanto o governo como os novos habitantes se responsabilizassem pelas melhorias e que também dessem apoio a comunidade e criassem pólos de recreação, moradia e comércio.

No entanto, o que se seguiu a meu ver um verdadeiro absurdo, a retaliação ao governo israelense para que ajudasse a qualquer custo os palestinos fornecendo água, luz, combustível, gêneros alimentícios e, pasmem: segurança! Por diversas vezes, assisti o bombardeio de notícias inflamando a sociedade mundial contra Israel e distorcendo informações acerca dos moradores da Faixa de Gaza.

Ano passado, em pleno centro da cidade do Rio de Janeiro havia uma faixa com a seguinte declaração: “Israel transformou a faixa de gaza num campo de concentração” e é óbvio que fiquei irritadíssima! O episódio da Flotilha em águas internacionais contribuiu para uma acirrada campanha contra Israel, ao ser interceptado quando diziam levar ajuda comunitária a Gaza.

Em junho de 2007, após confronto armado com o Fatah, o grupo terrorista Hamas assumiu o controle da faixa de Gaza. Assim, o terreno que deveria ser usado para melhorar a qualidade de vida dos moradores, passou a ser usado como “quartel general” do Hamas. Desde então e por diversas vezes e particularmente esse mês, o Hamas investiu em ataques com mísseis as diversas cidades israelenses.

E para completar o Irã está fabricando mísseis especiais para o Hamas, que podem ser através de túneis contrabandeados para a Faixa de Gaza.



A violência chegou ao ápice na semana passada depois que militantes do Hamas dispararam um foguete antitanque do outro lado da fronteira em um ônibus escolar israelense, ferindo gravemente um adolescente israelense. Israel retaliou com ataques aéreos e terrestres, matando 19 palestinos.

Militantes de Gaza dispararam pelo menos 140 foguetes contra Israel durante os quatro dias de combates, que tinha abrandado desde mediadores egípcios e as Nações Unidas conseguiram uma trégua informal no domingo.




A notícia na rede UOL diz que “um relatório da ONU divulgado nesta terça-feira destaca o desempenho da Autoridade Nacional Palestina (ANP) em seis campos diferentes para desenvolver as instituições do Governo face à consecução de um Estado independente... Pelo dossiê, divulgado pelo Escritório de Coordenação da ONU em Jerusalém, trata-se da governança, da condução da lei e dos direitos humanos; a qualidade de vida; a educação e a cultura; a saúde; a proteção social, e a água e as infra-estruturas.

O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, lançou em 2009 um plano para definir as bases econômicas e institucionais de um futuro Estado soberano para setembro de 2011, ao invés de esperar que o diálogo de paz com Israel (atualmente estagnado) de resultados.

O projeto tem como objetivo levantar as instituições e sanear a economia para preparar o estabelecimento de um Estado palestino nos territórios ocupados da Cisjordânia e Jerusalém Oriental, assim como em Gaza”.

Essa última parte da notícia me deixou confusa, “assim como em Gaza”?


Seria muito esperar que o futuro estado independente a ser proclamado permaneça em paz com Israel se a idéia é seguir o modelo apresentado na Faixa de Gaza, que tem num Grupo Terrorista Hamas o controle do território e o ódio e aversão ao Estado de Israel. No mínimo podemos esperar fogo cruzado atravessando os céus de leste a oeste (Gaza e Cisjordânia) de Israel e cidades inteiras sob ataques violentos.




Mas, alheio a toda e qualquer tipo de intenção obviamente camuflada em “direitos humanos” ou estado independente”, se por um lado há uma campanha da Cisjordânia para alcançar a adesão de vários países para sua proclamação, por outro vamos encontrar a opinião pública, em parte, favorável a tal decisão.

Ainda gostaria de citar que num ato de “generosidade” o próprio Hamas faz rara oferta de tréguas a Israel no último final de semana e diz “que iniciou diálogos com outros grupos militantes na Faixa de Gaza para exortá-los a pararem de disparar foguetes contra Israel” (Até parece que a gente acredita). No entanto, é clara a intenção de sua recusa em reconhecer o Estado de Israel. Assim, é melhor não confiar!


Marion Vaz