segunda-feira, 13 de julho de 2026

Conflitos em Jerusalém


Dois conflitos em Jerusalém envolvendo religiosos marcaram a semana com certa tensão. O primeiro diz respeito à Lei do serviço militar que permite que os ultraortodoxos fiquem fora do alistamento. A mudança na lei já foi alvo de debate e segue a passos lentos. Esta semana o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que poderia isentar os religiosos nessa obrigatoriedade.

Já mencionamos o assunto aqui no post do Eretz Israel e você pode conferir os detalhes e necessidades da convocação. Por outro lado, os residentes do país continuam debatendo sobre o assunto e afirmam que a lei é para todos. Mas com as eleições chegando e o país enfrentando 3 ameaças de guerras ao mesmo tempo, Faixa de Gaza, Líbano e Síria, como fazer aliança com os partidos e manter as cadeiras no Parlamento?

O segundo conflito envolveu o Café Basimta que abriu suas portas a cerca de um mês e vem promovendo o lugar nas redes sociais. Judeus Haredim fizeram protesto no local por causa do shabbat. A administração do Café resolveu abrir todos os dias da semana, oferecendo um ambiente de aconchego para quem quer aproveitar o cardápio, até mesmo no sábado.

Para os judeus é uma afronta às leis da Torah e eles não mediram esforços para mostrar o descontentamento. Fizeram protestos e até quebraram vidraças. Os policiais foram chamados para impedir o acesso dos Haredim e proteger a propriedade e os demais clientes.


O protesto gerou polêmica, mas também engajamento nas redes sociais. Clientes dos bairros próximos foram ao Bistrô para conhecer e também dar apoio contra os manifestantes. Triste mesmo foi ver os ortodoxos sendo arrastados e, na minha opinião, desrespeitados por moradores e até por turistas por querer a guarda do shabbat.

Quando fui a Jerusalém em 2022 cheguei no shabbat e sim, todos os estabelecimentos comerciais respeitavam as normas e mantinham as portas fechadas até o pôr do sol.  Ao anoitecer presenciei a mudança de horário e as lojas começando o expediente de trabalho. O povo foi chegando para comer, beber, passear e conversar e como era a festa do Sucot houve música e dança em plena Ben Yeruda street. 

O único estabelecimento aberto às 15 horas da tarde era o McDonald`s, que no caso era uma franquia, e mesmo assim porque todas as funcionárias no atendimento eram árabes israelenses. Não desperdicei o combo do big mac. Mas confesso que acho imprescindível que os judeus preservem as lei do shabbat e todos os seus costumes e tradições porque é o que caracteriza a nação de Israel como judaica.


Marion Vaz










sexta-feira, 3 de julho de 2026

Gaza - A verdade sempre aparece


Kotel - Jerusalém

Circulou nas redes sociais esta semana um vídeo dos "queridinhos" da Mídia, os moradores da Gaza, correndo pelas ruas do território, mas não porque estavam com fome e tinha chegado um caminhão de mantimentos do tal solidarismo mundial. Não. E também não estavam em guerra, correndo para salvar a própria vida. Não.

O vídeo não mostrava uma população oprimida, choramingando miséria, esquecidos pelo mundo. Não. E também não tinha crianças chorando, desnutridas, sem moradia, pedindo paz porque o futuro delas estava ameaçado. Não. O vídeo também não mostrava as mulheres de Gaza, correndo com crianças agarradas na cintura fugindo até dos terroristas do Hamas. Não!

O vídeo também não mostrava trabalhadores pedindo emprego, igualdade social, questionando o governo atual (Hamas) ou qualquer intervenção política dos seus "padrinhos" e outros países que, com certeza, continuam enviando ajuda humanitária para os "necessitados". Não!

O vídeo que circulou na Internet mostrou uma população insane, querendo guerra, e pasmem: A volta do 7 de outubro! Isso mesmo! Os "coitadinhos" de Gaza corriam pelas ruas com cartazes, filmando e postando sua reivindicação para a desgraça alheia! Influenciando uns aos outros a buscar oportunidade para a morte e degradação moral e física dos israelenses! Sim! 

Aqueles que a Mídia mostrou durante meses a fio como inocentes, desnutridos, sem pátria, que estavam até em risco de extinção (nem sei quem teve esse tipo de raciocínio) por causa da busca incansável de Israel pelos reféns e a destruição do Hamas, estavam pedindo o retorno da guerra!

O que nos mostra claramente com que tipo de pessoas estamos lidando. Há cerca de 1000 dias atrás, quando os israelenses foram atacados, mortos e viol@dos fisicamente, as nações do mundo não se compadeceram de Israel, fizeram vista grossa a toda aquela desgraça, só para acudir a população de Gaza. E agora, a verdade aparece, não apenas para Israel, mas para o mundo inteiro, sob as reais intenções dos moradores no território de Gaza que são amigos dos terroristas e incentivam a guerra.

Com certeza não haverá mais outro dia tão avassalador e cruel como o dia 7 de outubro de 2023. O ataque que os terroristas do Hamas fizeram contra Israel, pode ser colocado lado a lado com o Holocausto, devido a crueldade, malícia e completo ódio contra a vida humana.  Só quem ama o povo de Israel conhece a dor, a angústia e o desespero da população que vivenciou tal infâmia.  Os demais fingem surpresa.

O recado para tais intenções é um só:  7 de outubro nunca mais! Israel está preparado e não vai colocar limites para proteger a população e o território.  

Os reféns sobreviventes que voltaram para Israel, estão vivos para contar toda a verdade do que passaram em Gaza e pelas mãos dos terroristas. Estão se cuidando e pedindo forças a D-us para seguir em frente. O caminho é longo mas eles vão conseguir.

E enquanto Gaza comemora os 1000 dias do ataque terrorista pedindo desgraça, Israel segue o curso da vida em busca da paz, do bem estar do seu povo, vitórias em jogos macabeus, música, esporte, conquistas no campo científico e tecnológico. 

Israel tem promessas do Eterno que estão se cumprindo. Shalom.


Marion Vaz