Em depoimento nas redes sociais, o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, estabeleceu as normas de defesa dos territórios israelenses, afirmando que nenhum grupo terrorista vai ditar as regras sobre o território da nação se estabelecendo sobre as fronteiras.
Conflitos no norte do país com o Hezbollah são constantes e é lá no alto do Monte Hermon que o exército israelense se posicionou para controlar e proteger o território demarcado por Israel desde a Guerra de Independência. As fronteiras com o Líbano, Síria e Jordânia, Egito e Gaza também são constantemente vigiadas.
E este cenário de guerras e confrontos faz parte da História de Israel no decorrer dos anos, para que o propósito maior que é o estabelecimento da nação continue sendo respeitado pelos demais países que fazem fronteira e demais ao redor do mundo.
Infelizmente, nem todo confronto pode ser evitado e sim, a vida de civis é afetada. E é nesse cenário de sirenes e mísseis cruzando os céus que o povo judaico continua a sua marcha dentro da Terra Prometida. E nenhum confronto vai impedir que o país continue se desenvolvendo e ampliando o legado.
E esta guerra na Mídia de países que só se posicionam quando Israel se defende com contra-ataques, não vai funcionar. Porque Israel tem o direito sobre suas conquistas, seu crédito sobre as guerras que trava, sua relevância no cenário mundial.
E ninguém pode estabelecer limites ou sanções sobre a nação israelense, por conta de suas fronteiras, história, cultura e religião, e ficar impune diante do Eterno. Na dúvida, Miliband, é melhor não pagar para ver.
Marion Vaz









