quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Israel - Um país dividido?


Foto de Yonatan Sindel

As notícias sobre os resultados das eleições em Israel hoje, me deixaram preocupada com o futuro da nação e do povo israelense.  A democracia tem seus custos e, na verdade, trouxe sérios problemas nesta última eleição.

Partidos de coligação árabe obtiveram um número considerável de cadeiras no Parlamento, disputando com o partido de Benjamin Netanyahu e Gadi Eisenkot o governo de Israel. Em seu discurso, o presidente Isaac Herzog, declarou que era a força da democracia. Os números não batem quando eu penso nos 74% de judeus que fazem parte da população de Israel.

Eu penso que a nação alcançou sua liberdade com a declaração de Independência em 1948, e que lutou em uma guerra por um ano para conquistar seu território. Quem eram essas nações que se opuseram ao estabelecimento de Israel? Países árabes! É só pesquisar o assunto.

No decorrer dos anos outros mil conflitos e guerras foram travadas para manter a existência de um país judaico. Guerras no sentido físico e através da Mídia. O 7 de outubro ainda nos aterroriza até hoje e não esqueceremos a frieza, o descaso e ações demoníac@s do Hamas contra o povo de Israel.

Então, eu me pergunto: Que democracia é essa, em que se pressupõe, que partidos de coligação árabe, pode governar um país judaico com visão ampla para favorecer o bem estar dos israelenses? Eu estou muito confusa?

Quem garante que por intermédio da coligação árabe não teremos as mãos de grupos terroristas? Porque é o Primeiro Ministro que manda, que luta, que se impõe perante as demais nações. Quem vai defender o povo de Israel? 

O candidato Eisenkot lançou seu partido político no início do ano. Eu entendo a dor da perda do filho em combate em Gaza,  o desejo de motivação para seguir em frente, o anseio de melhorias para a nação.  

Ele tem currículo e tem experiência,  mas tem condições emocionais para o que vai enfrentar além das fronteiras de Israel?  E a pressão psicológica contra o antissemitismo? O descaso das outras nações em relação à Israel? Porque o mundo é cruel e vai tocar na ferida aberta, ⁹ no ponto fraco.

Muito para se analisar e pouco tempo para fazer escolhas. E embora todos os partidos políticos tenham suas metas e prioridades defendidas com empenho durante os debates, é hora de unir forças para não desmantelar a nação. 

Felizmente, a decisão para escolha do novo Primeiro Ministro de Israel vai depender do apoio dos demais partidos e coligações e acordos políticos. 

O Presidente de Israel vai escolher o candidato para formar essas coligações. Eu espero que ele não tenha dúvidas na escolha de quem vai governar e defender  Israel pelos próximos 4 anos.

Porque agora não é mais uma questão de "direitos iguais para todos", e sim, uma questão de sobrevivência da nação judaica e manter todas as conquistas que foram feitas nos últimos anos.  


Marion Vaz

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Eleições em Israel - Existir ou Coexistir?

 


A existência física e espiritual da nação, está sendo decidida nas urnas hoje. Existir ou coexistir? O que os israelenses querem para os próximos anos? Ao contrário do que se pensa, eles levam a eleição muito a sério e sairam as ruas para cumprir o dever cívico. Milhares de judeus também viajaram para o país para honrar ideais e marcar presença nas eleições. 74.3 % da população compareceram as urnas.


Marion Vaz


sábado, 24 de outubro de 2026

Eleições em Israel

 


As campanhas eleitorais em Israel continuam com disputas acirradas entre os partidos, e o destino da nação está em jogo. A decisão final será no dia 27 de outubro e as urnas vão decidir o próximo Primeiro Ministro de Israel. 

Pesquisas revelam que o partido do Likud precisa alcançar com mais empenho, a mente e o coração dos israelenses para se manter na liderança. Benjamin Netanyahu lidera com vantagens nos últimos 19 anos no cargo de Primeiro Ministro, somando todos os mandatos.

Sinceramente, eu não vejo uma pessoa mais comprometida com a nação de Israel como Netanyahu e pelo tempo de gestão, com certeza é o mais preparado para enfrentar as demandas que o país exige de um líder.

Independente dos conflitos internos, a ideia que temos daqui de fora é que as coisas funcionam. A defesa contra os inimigos é prioridade, Jerusalém está unificada, continuamos a usar os termos Galileia e Samaria para as regiões do norte de Israel, os terroristas estão sendo dizimados, as fronteiras estão protegidas e a economia está em curso de crescimento.

Eu entendo que ele não governa sozinho e que os demais partidos que possuem assento no Parlamento contribuem para o bem estar da população e autonomia do país.  Mas a gente quer mesmo mexer as "peças no tabuleiro" do jogo?

Porque durante esses 19 anos, como Israel se colocou no cenário mundial com tanta autoridade? É preciso um líder forte e destemido para encarar a realidade e a aversão de alguns países, a existência da nação de Israel. 

Os demais candidatos estão preparados para serem desafiados, enfrentar ameaças, responder a altura e preservar a herança territorial de Israel, seus costumes e tradições? Porque alianças são vínculos eternos que moldam a gestão, a vida e o destino de cada cidadão israelense.

Para alcançar a liderança, Netanyahu precisa de 61 cadeiras no Parlamento e aliados que estejam dispostos a defender o país não só nas urnas, mas também no cenário atual. 


Marion Vaz

domingo, 18 de outubro de 2026

O D-us da Aliança não muda


Aeroporto Ben Gurion - Tel Aviv

Quando olhamos para o Israel de hoje, muita gente não tem ideia do compromisso do Eterno para com o seu povo. Israel não é apenas mais uma nação ocupando espaço no mapa ou na Mídia. O El Berith fez uma aliança eterna com o povo Dele. E podemos afirmar com certeza: o D-us da aliança não falha, não muda, não abandona o seu povo. 

E já no primeiro livro da Torah podemos ler a história de Avran, Yitzchak e Yaakov, os quais receberam a promessa de um território e a vida e trajetória de cada um deles. Patriarcas e Profetas levaram o pacto adiante conscientizando a nação sobre as bênçãos e as consequências desse relacionamento.

E para Israel a caminhada ainda está em curso, porque aprender sobre o Eterno não é tarefa para apenas alguns anos. O interessante é poder ler nos textos sagrados sobre essa convivência do povo com o El Berith, a caminhada ao longo de cada geração, o cumprimento das promessas, as lições espirituais, as advertências e as bênçãos.

Episódios em que o próprio D-us tratou diretamente com o povo, advertindo sobre suas atitudes como em Juízes 6, outras vezes agindo com Sua forte mão (Êxodo 14) para livrar Israel de seus inimigos. E apesar do passar do tempo, do avanço tecnológico de Israel, a fé ainda é autêntica. Os corações se voltam para HaShem a cada Shabbat, a cada festividade, conflitos ou ameaças e a cada vitória.

Esta crença num D-us único que fez os céus e a terra e que chegou até nós, percorreu um longo período na história da humanidade, apesar das adversidades sofridas pelo povo de Israel. Hoje conhecemos os feitos do Eterno, porque houve um grupo de pessoas que gravou as verdades do seu D-us nas tábuas do seu coração e que não se deixou intimidar por Impérios, governos e seus ídolos. 

A própria história de Israel (bíblica e atual) revela a determinação do povo em conservar sua fé, costumes e tradições e seu direito de viver em liberdade no território israelense. Embora cada nação do mundo tenha sua própria história e crença, podemos afirmar a legitimidade dos direitos de Israel sobre a terra, por causa das promessas do Eterno.


Marion Vaz


quarta-feira, 7 de outubro de 2026

7 de outubro Nunca Mais!

 






Hoje completam três anos desde que um ataque violento foi feito pelo Hamas no território de Israel. Durante o Festival Nova, terroristas conseguiram invadir a área ao sul do país e assim começou o massacre que se alastrou por kibutzim e outros pequenos vilarejos. 

Centenas de pessoas perderam a vida no 7 de outubro de 2023 e milhares de feridos, além dos reféns que foram levados para Gaza. Hoje choramos a dor da perda, a dor das famílias.  A dor que não quer ser contida, para nos lembrar a cada instante das pessoas queridas que se foram.

E apesar da dor, do sofrimento, continuamos a afirmar que 7 de outubro nunca mais! Nunca mais vamos permitir que as fronteiras sejam rompidas e que grupos terroristas, extremistas ou simpatizantes do ódio, invadam o território de Israel.


Em cerimônia no Kotel hoje a noite, soldados e paraquedistas do Exército Israelense se comprometeram em cuidar das fronteiras e do território para proteção da nação.

Não esqueceremos e não perdoaremos!


Marion Vaz

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Ataque terrorista em avião com israelenses

 


Avião da FryDubai com destino a Tel Aviv com mais de 100 passageiros israelenses sofre atentado em pleno voo. Haviam 174 passageiros incluindo 27 crianças.  

Segundo depoimentos, o co-piloto esfaqueou o piloto na tentativa de assumir o controle da aeronave e derrubar o avião.  Intervenção de israelenses e médicos que estavam a bordo, salvou o piloto ferido e demais passageiros. 

O avião perdeu altitude repentinamente, deixou passageiros em pânico.  Com as bênçãos do Eterno conseguiu pousar na Arábia Saudita.  Israel está resgatado os israelenses de volta para o país. 

A Arábia Saudita não permitiu o pouso de um avião israelense em seu território.  A FryDubai providenciou um avião da própria companhia para resgatar os passageiros e levar para Tel Aviv.  

Espera-se que os novos pilotos sejam averiguados para que todos os israelenses cheguem em Israel sem qualquer preocupação.  



Atualização: Os 174 passageiros israelenses já estão em casa, em Israel. 



Yaniv, um dos heróis desse episódio foi pessoalmente parabenizado pelo Primeiro Ministro de Israel,  Benjamin Netanyahu. 



Agradecemos aos nossos heróis!


Marion Vaz 


sábado, 26 de setembro de 2026

Outono e a Festividade de Sucot


O outono chegou em Israel, mas não com paisagens de filmes, mas como uma despedida do verão. E @fannnyesther.il nos informa que esta estação em Israel tem o seu próprio ritmo. Os dias ainda são ensolarados e dá para caminhar pela cidades, sítios arqueológicos e passeios agradáveis. Noites frescas e as primeiras chuvas.


A festividade de Sucot já começou e por todo o país e na cidade de Jerusalém, que está repleta de pequenas cabanas temporárias, seja na sacada do apartamento, nas ruas, nos restaurantes. Por todo lado você encontra um lugar de refúgio para comer, pensar e lembrar do povo que caminhou no deserto.


Sucá em 2022

Sucot é uma das três festas de peregrinação do calendário judaico. Desde os tempos bíblicos, ela é comemorada como um memorial, para lembrar das cabanas simples que o povo de Israel levantou em sua trajetória pelo deserto a caminho da Terra Prometida e da proteção divina.

A tradição de reunir as quatro espécies: Lulav, Etrog, Hadas e Aravá, para serem usadas em uma benção nas orações faz parte da vida e das reuniões familiares. Símbolo da diversidade e da união do povo. 


E algo que me chamou atenção sobre todas as descrições da festa, é que Sucot resiste ao passar do tempo, as indagações. Para nos lembrar dos feitos do Eterno durante todo o caminho no deserto. Porque depois da festa, a rotina volta ao normal, as cabanas são desmontadas e os objetos voltam para as caixas. Mas a história fica na memória e para sempre nos corações.

Marion Vaz