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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Faz parte da cultura judaica deixar um legado



Em uma de suas palestras sobre cultura judaica, o rabino Sany apresentou essa visão sobre o povo judaico. E eu fiquei impressionada com a verdade nítida nessa afirmação: "Faz parte da cultura judaica deixar um legado" para as gerações atuais e futuras. 

A cultura judaica vai muito além de uma relação de símbolos e conhecimentos. Ela molda a nossa mente e coração em função da vida presente, futura e da religiosidade. 

O rabino fez referências às Startups, e que em Israel elas promovem a solução de problemas. E que esse pensamento do judeu de trazer uma solução, de visão do futuro, de iluminar a sociedade são características da cultura milenar que ele carrega no coração.

Chutzpah - É esta ideia de um espírito de ousadia associado ao propósito de fazer a diferença. Um compromisso com a vida, herdado pelo povo judaico desde os tempos remotos. Ele explica que "Empreendedorismo na visão judaica é altruísta, ou seja, fazer a diferença na vida dos outros".

E se olharmos para Israel hoje é muito difícil não fazer associação com o Israel bíblico e todas as ordenanças que o Eterno deixou, que muito se pratica ainda hoje.  A promessa do Eterno feita ao patriarca Abraão: " Tu serás uma grande nação..." Bereshit 12.2 tem cumprimento nos dias de hoje.

"Em ti serão benditas todas as famílias da terra" (vs 3) faz referência ao legado espiritual, como também, as mudanças tecnológicas que beneficiam a sociedade.

A importância de um legado não é apenas uma história para se contar, é manter viva as tradições, os valores e a própria história, não por mera atividade diária ou ocasional. Mas porque o legado traz impacto na vida das famílias e na sociedade. 

O Israel atual conquistou territórios e seu espaço no panorama mundial, e a tendência de crescimento demográfico e tecnológico é um fenômeno que admiramos. A Aliah coopera com o desenvolvimento trazendo judeus do mundo inteiro para habitar em Israel. Alguns destes ainda estão em transição porque trouxeram culturas e ideologias na bagagem. E por isso, os conflitos em Jerusalém por causa da guarda do Shabbat, entre Haredim e os donos do Café Basimta.

Eu penso que romper com o legado em função da vida moderna de Israel, pode sim, ter um impacto negativo ao longo dos anos. É preciso priorizar Israel como um país judaico, com suas tradições e cultura, sem perder a oportunidade de dar continuidade ao projeto maior de D-us.


Marion Vaz


quinta-feira, 11 de junho de 2026

Israel, um choque de realidade


Israel é um dos destinos mais envolventes para quem deseja aventura, conhecimento e choque de realidade. Calma, eu explico. Esta semana vi uma parte de um vídeo no Youtube sobre Jerusalém. E sim, parei de assistir logo que percebi que o intuito era denegrir a imagem de Jerusalém. 

Deixei meu comentário avisando as demais pessoas que o texto do vídeo era incompatível com a realidade e a convivência pacífica dos diversos grupos religiosos que compõem a demografia da Capital de Israel. Mas esse tipo de antissemitismo está em toda parte e inúmeros grupos espalhados no mundo inteiro postam comentários e vídeo tendenciosos para iludir as pessoas sobre o que realmente acontece em Israel. 

E visitar a Terra Prometida vai ser uma experiência maravilhosa se você pisar no solo sagrado com o coração aberto. A emoção toma conta logo no aeroporto de Ben Gurion em Tel Aviv e confesso que o tempo é curto para vivenciar cada detalhe, cada local e todas as experiências que o país reserva para os turistas.

E achei muito interessante quando vi os posts de um rapaz nas redes sociais, contando sobre suas expectativas e o choque de realidade quando chegou em Israel. E visitar o país atravessando cidades, ruas, vales e desertos podemos reconhecer que muitos dos fatos e notícias que a Mídia transmite NÃO são verdadeiras.

Israel é um país para ser visitado e Jerusalém, uma cidade para se reencontrar de forma religiosa ou neutra consigo mesmo.  A vida diária de Jerusalém e sua diversidade nos convida a preencher os espaços que a imaginação deixa em aberto. 

Uma cidade de paz, de respeito mútuo, de convivência pacífica onde judeus, cristãos e muçulmanos compartilham os mesmo espaços públicos e meios de locomoção, hospitais, comércio e lazer.  E por bênção do Eterno eu pude ver isso pessoalmente.

E Israel recebe de braços abertos todos aqueles que vêm, ficam ou vão em paz. O Ministério de Turismo de Israel se preocupa com o bem estar de cada visitante, agilizando sua integração através de mapas, placas, auxílio aos grupos de turismo, caixas eletrônicos em toda parte, facilidade na aquisição de ticket de transporte público, restaurantes, mercados e lojas e mesmo que você não fale hebraico, vai conseguir se comunicar em inglês e outros idiomas.

Israel mantém sua religiosidade, tradições, rituais e festividades, mas também protege e respeita locais sagrados de outras religiões, os quais estão abertos à visitação pública. E sim, tem momentos de tensão quando as sirenes tocam para que a população busque abrigo. E sim, pode acontecer a qualquer momento porque os inimigos de Israel não dão descanso.

Mas, se o medo te impedir de viajar para Israel, você vai deixar de vivenciar experiências incríveis, anos de história, cultura, lazer e momentos de devoção religiosa que não vai encontrar em nenhum outro lugar.  A escolha é sua. Shalom.


Marion Vaz



sexta-feira, 15 de maio de 2026

Dia de Jerusalém

 


As ruas da Capital de Israel estavam repletas de bandeiras e israelenses, que com suas famílias, celebravam a unificação da cidade. Uma bandeira imensa tomou conta da praça do Kotel.






domingo, 19 de abril de 2026

Israel e a paz que vem da alma



Jerusalém

O país está em guerra com o Irã, o Líbano e outros confrontos com grupos terroristas que colaboram com o distanciamento da tão sonhada paz no Oriente Médio.  O percurso é longo e os acordos não são convincentes.

O mundo inteiro se sente ameaçado pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã. Fato. A maioria de nós não sabe mesmo o que está acontecendo em "campo". Visualizamos as notícias e rompemos com os canais da Mídia que "mascaram" as imagens e perseguem Israel, tornando-o vilão da história.

A última notícia é que houve um cessar fogo momentâneo com o Hezbollah e os moradores das regiões libanesas estão retornando para casa. Tal acordo resultou na abertura do Canal do Estreito de Ormuz - essencial rota marítima para vários países do Golfo.

Com a frequência de ataques de mísseis vindo do Irã ameaçando a vida dos israelenses, houve algumas providências do Governo para proteger a população. Mas Israel deixou de viver? Não! Que paz é essa que emana da alma dos israelenses que não deram trégua na rotina e nas atividades?

Interessante ver os vídeos postados nas redes sociais, as pessoas nas ruas, as lojas abertas, o trânsito fluindo livremente pelas ruas da cidade de Jerusalém e todo Israel. A constância das orações no Kotel nos adverte para a sintonia com o Eterno.

É óbvio que soldados israelenses estão dando a vida pelo seu país. Estão lutando, cooperando e superando as expectativas para garantir que Israel não pode parar!  O mundo inteiro grita: Israel está em guerra! O israelense: Ok. Eu só não posso parar e chorar!

Ficamos sim, desolados com as mortes e a destruição em algumas partes de Israel, alcançadas por destroços dos mísseis. Choramos com as famílias e pedimos ao Eterno para abençoar e consolar.  Mas reunimos nossas forças para seguir em frente.

E isso não me surpreende porque em todos os períodos da história de Israel, observamos um povo forte, destemido, confiante não só no programa das Forças de Defesa do Estado, mas também no Eterno, que os livrou no passado e hoje não é diferente.

É com este sentimento de povo livre em sua própria terra, que nos tornamos donos do próprio destino, enraizados no território, confiantes e cheios de fé. Temos motivos para seguir em frente, para sorrir e festejar. E não importa quem será o próximo a querer nos deter, não vai conseguir!

Porque a frase "Am Israel Chai - O Povo de Israel Vive" - é a chama acesa nos corações.


Marion Vaz

terça-feira, 3 de junho de 2025

Jerusalém - Uma história, um legado

 

Jerusalém é a capital de Israel tanto no sentido nacional como no religioso. O texto bíblico já informava que a cidade deveria ser o centro das nossas orações: "Orai pela paz em Jerusalém" Salmos 122.6. Assim, desde os tempos bíblicos a cidade do D´us vivo (Ezequiel 5.5) já celebrava a sua existência.

Hoje, Jerusalém se eleva dentre as cidades de Israel em número populacional. O turismo indica altos índices de visitação em todas as épocas do ano. As três festas anuais Pessach, Sucot e Shavuot são comemoradas pelos residentes e judeus de todas as partes do mundo. 

Iom Yerushalaim é uma festa importante, um marco na história, uma conquista, um legado para as futuras gerações. "Jerusalém é nossa!" foi o grito de independência em 1967 quando a cidade foi unificada para sempre. Desde então, comemoramos o Dia de Jerusalém com festas, músicas e muita alegria nas ruas.

Para o povo judaico nunca houve um distanciamento, um parênteses, uma pausa no sentimento em relação a Jerusalém. A cidade tem um legado espiritual. Observamos isto no relato do livro de Neemias, quando ele vivendo em outro território colocou no seu coração reconstruir a cidade e os muros de Jerusalém.

O coração chorou ao saber do estado lastimável em que a cidade e os moradores estavam. Ele pranteou e orou por muito tempo. Ele queria fazer algo de especial, de palpável, de relevância na história. Neemias investiu num projeto de reconstrução, de durabilidade, em que Jerusalém pudesse se reerguer.

Hoje, a capital israelense supera todas as expectativas de quem aterriza em Israel. Ela é linda, religiosa, alegre e cheia de eventos que ecoam mundo afora. Jerusalém está edificada como uma cidade bem sólida" (Salmos 122.3).

O prefeito de Jerusalém, Moshe Lion, tem se empenhado em projetos de infraestrutura e urbanização por todos os bairros da cidade.  Assim, Jerusalém está crescendo a cada dia. E como o próprio nome indica: um lugar de paz.

"Regozijai-vos com Jerusalém e alegrais-vos por ela, vós todos que a amais..." Isaías 66.10

Chag Sameach


Marion Vaz

domingo, 1 de dezembro de 2024

O povo de Israel está onde deveria estar - em Eretz - na Terra Prometida



Jerusalém 2022

Os últimos meses têm sido de muito conflito. A terra de Israel foi invadida em 7 de outubro de 2023 e seus moradores seriamente agredidos. Daí por diante muita história rolando na Mídia sobre o direito de Israel se defender e como, através do exército israelense e suas estratégias de guerra, estavam lutando por seus direitos.

Infelizmente somos bombardeados constantemente, ora por mísseis de vindos dos grupos terroristas do Hamas e Hezbollah, ora através da Mídia e simpatizantes da causa terrorista.  E sejamos sinceros, com tudo o que vem acontecendo, já deu pra entender que ninguém quer paz com Israel.  

As pessoas apenas escolheram o lado podre e ficam ditando regras ou apelando para a tal "palestina free" como se ela tivesse existido algum dia. Sim, eu conheço a história geral pra saber que esse nome foi usado nos mapas antigos, assim como o Brasil já foi chamado de Terra de Vera Cruz (1503).

Voltando bastante no tempo, não apenas algumas centenas mas na época de Davi, rei de Israel, encontramos sim um povo chamado Filisteu do qual se originou em português o termo palestine nos dias de hoje. Os filisteus foram derrotados por Davi. A história também mostra outras guerras com povos diferentes e a partilha do território de Israel passando de mão em mão até 1948 quando Israel proclamou sua independência.

Mas por que eu disse que o povo de Israel está onde deveria estar? Porque lá no livro de Gênesis encontramos a promessa feita a Abraão de que ele e seus descendentes herdariam uma terra (Gn 12). Interessante que o patriarca saiu de onde morava para o desconhecido, ele apenas creu na promessa feita pelo D-us Eterno e seguiu com fé e esperança.

Ao chegar em Israel, a terra estava habitada por outros povos e Abraão chegou com um conceito de fé monoteísta e o tratado com o Eterno era simples: "percorre a terra em sua largura e comprimento porque ela é tua" (Gn 13.17). Não havia espaço para discussão ou apelos dramáticos de "e os outros?" D-us já tinha decidido e imposto uma condição" Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei com te amaldiçoarem" (Gn 12.3).  

E sinceramente, quando eu leio determinados comentários antissemitas eu cobro isso de D-us, porque as pessoas acham que podem falar o que quiserem contra Israel que é "direito de opinião". Ok. Mas tá amaldiçoado porque a Palavra dita pelo Eterno vai se cumprir.

Quem conhece todas as etapas da História do povo de Israel, sabe das dificuldades que os judeus enfrentaram no decorrer dos anos para lutar pela sobrevivência da sua fé, da cultura e do "direito de viver em liberdade na terra de Tsion e Jerusalém" conforme a letra do hino pátrio. E de 1948 a 1949 podemos dizer que foi uma guerra de independência lutando contra seus 5 países vizinhos que se opuseram à existência de Israel.

E de lá pra cá, não foi diferente. Então, o que podemos afirmar é que já temos o direito ao território, tanto no que diz respeito a herança religiosa e promessa do Eterno, quanto pelas guerras que vencemos, uma após outra. 

O problema em questão, principalmente com os grupos terroristas e seus financiadores e simpatizantes, não tem muita relação com direitos humanos, paz ou qualquer pré-requisito de bem estar, mesmo porque os árabes israelenses que moram em Israel têm direitos prescritos na lei e NÃO vivem em condições sub humanas. Eles têm direito a moradia, trabalho, educação e de exercer sua fé.

Então, por que todo esse "barulho" ?  Porque eles não querem a paz, negociação ou o bem estar de uma minoria. Eles não querem só um pedaço do território, eles querem a extinção do povo de Israel, a extinção da fé judaica,  eles querem matar as pessoas e ainda tripudiar nos sentimentos de perda do povo judaico, como aconteceu em 7 de outubro. 

Os moradores de Gaza festejaram nas ruas, dançando e cantando como comemoração da tragédia e da captura de inocentes, a destruição de famílias inteiras que foram mortas pelos terroristas do Hamas. Eles machucaram os reféns, ferindo até as crianças e depois apareceram na Mídia como "coitadinhos". E a opinião pública continua cega em relação às vítimas israelenses, os mortos, a violação de corpos de mulheres. Sim. São termos fortes. Mas ainda existem reféns em Gaza, prisioneiros do Hamas que não sabemos quem pode ainda estar vivo e em que condições.  

Pode parecer estranho afirmar que não existe negociação de paz de Israel com quem só quer guerra, com quem não tem honra, com quem não tem nem fé, porque até essa crença dos extremistas é pura hipocrisia. E eu acredito que o D-us de Israel não vai deixar ninguém impune.

Estamos vivenciando um período muito distinto da história de Israel que continua lutando para proteger o território, o povo e manter seus ideais, seu direito à liberdade, a fé e as tradições. A data 7 de outubro marcou o calendário com sangue dos inocentes.  E apesar das perdas (o que me dói profundamente),  não vamos ser derrotados.  A história é bem clara em relação a isso: O povo de Israel está no território que lhe pertence.

Shalom Le Israel.


Marion Vaz

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Chanucá - A Festa das Luzes

 


A festa das luzes nos chama atenção para o milagre, para a tradição judaica, para a confiança na providência divina quando se já não tem esperança. 

Chanucá nos orienta a buscar paz dentro de nós mesmos, porque o Eterno não deixou faltar o azeite.  

A Menorah ficou acesa naqueles oito dias. 

Festividades judaicas tem base na história bíblica, literária e fontes antigas. E o que aconteceu numa aldeia em Modiim, como a luta por liberdade e justiça chegou até Jerusalém. 

A história da dedicação do Templo e reinício do serviço num tempo longínquo, pode ser contada passo a passo nos dias de hoje. 

E é o que nos inspira a perpetuar nossas tradições, nossa cultura e nossa fé e esperança nas gerações futuras.

Chag Chanucá

Chag Sameach



domingo, 17 de março de 2019

Brincando com Fogo


Resultado de imagem para tiros de jerusalém

Capital de Israel - Jerusalém

Independente da opinião do leitor, confesso que não acredito em político brasileiro e em promessas feitas em época de eleição. Não sei se para agradar a massa religiosa do país ou se por causa de relações comerciais estrangeiras, o então presidente eleito Jair Bolsonaro fez a promessa de transferir a embaixada do Brasil que está em Tel Aviv para a cidade de Jerusalém.

Fato é que tal intenção repercutiu no país e no mundo como um ato de amizade e estreitamento político com a nação de Israel. Segundo alguns, o "messias Bolsonaro, enviado de D-us", considerado o salvador, o homem íntegro que iria dar um jeito no Brasil, que já sofre as amarguras da corrupção e desleixo com o dinheiro público desde o seu descobrimento em 1500. Enfim, o povo crédulo elegeu-o para presidente, dando-lhe honras em palanques e púlpitos de igrejas, confiando nas promessas de um governo digno e vantajoso para o esse povo varonil.

Para tal estreitamento entre os dois governos, Benjamin Netanyahu, Primeiro Ministro, deu-nos a honra de pisar em solo brasileiro e assistir a posse do então presidente eleito. Acordos de ajuda humanitária e tecnológica foram feitos por Israel na tentativa de estreitar laços. Na tragédia de Brumadinho, especialistas e soldados israelenses vieram ajudar os necessitados mostrando boa fé e amizade. Outros projetos estão em curso para favorecer a população do norte do país que sofre com a seca, projetos de infra estrutura agrícola e um sistema de irrigação que foi desenvolvido no deserto e Israel, também vão trazer benefícios ao sertão brasileiro.

A transferência da embaixada para a capital de Israel, Jerusalém, não é apenas um ato simbólico ou troca de prédio. É um apoio e uma declaração de respeito ao governo e as tradições religiosas do povo judeu. Nesse momento em que Israel vem enfrentando diversas formas de ataques, o Brasil precisa se posicionar favorável as decisões do governo israelense. Mas o que está em foco nas mídias sociais é o Jair Bolsonaro ainda não se decidiu sobre o assunto. A promessa feita na época da eleição volta vazia como de costume. 

Um impasse com a Associação Brasileira de exportação de carne bovina, que teme perder o acesso aos principais mercados árabes é o motivo dessa "indecisão". Na balança pesa-se um prejuízo de US$ 5 bilhões de vendas de alimentos halal de um lado e do outro cumprir a promessa declarando oficialmente que Jerusalém é a capital de Israel. Então, no Brasil, quando o assunto é dinheiro a gente pode imaginar pra que lado a balança pende mais.

Então vamos aguardar uma atitude nobre do presidente brasileiro sobre o assunto em cumprir a promessa ou se ele vai se desculpar com Netanyahu pedindo mais tempo para pensar. 

Falando em brincar com fogo... As investidas de grupos terroristas na Faixa de Gaza alteram a vida cotidiana de moradores de Tel Aviv e regiões circunvinhas novamente. Como era previsto o contra ataque israelense foi eficaz e 100 dos alvos foram destruídos, contando um complexo subterrâneo que servia de fabricação de misseis.  Como diz o velho ditado popular: Quem brinca com fogo está a fim de se queimar!




Marion Vaz

domingo, 5 de junho de 2016

Iom Yerushalaim - 49 anos de reunificação









A cidade de Jerusalém completou 49 anos de reunificação. Um assunto polêmico para muitos, mas que se destaca no livre acesso para todas as pessoas, com suas crenças e devoção que podem ter acesso aos seus locais sagrados, A cidade está em pleno desenvolvimento e somos todos gratos ao Eterno D-us de Israel que tem nos abençoado no dia a dia, Mazal Tov Jerusalém!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

באוטובוס הזה



Novos ônibus estão circulando por toda a cidade de Jerusalém, com a entrada de passageiros pela porta traseira.




Prefeito Nir Barkat em transporte coletivo




domingo, 12 de julho de 2015

Jerusalém - A cidade que D-us escolheu











Neste momento em que lembramos a destruição do Templo, além da reflexão sobre os acontecimentos que levaram a tragédia, também queremos mostrar que, no decorrer dos anos, Jerusalém se tornou uma cidade bem próspera. Reafirmando que, em cada período da História, Jerusalém foi e sempre será uma cidade marcada pela fé, pela crença no D-us Verdadeiro.