Este blog é dedicado a todos aqueles que nutrem um sentimento especial pelo Estado de Israel e respeitam o povo judeu e todos os seus costumes e tradições e amam Jerusalém como a cidade que Deus escolheu, para nela por o seu nome para sempre,
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
sábado, 4 de agosto de 2012
Shabat
O que os judeus fazem no Shabat
Á luz de Velas
O Shabat começa em casa, com o acender de pelo menos duas velas,
que simbolizam a alegria e o sagrado, e uma bênção. Algumas famílias adicionam
uma outra vela para cada criança. Quem acende as velas, em geral as mulheres, dá
as boas vindas ao Shabat com um gesto sobre as velas, depois cobre os
olhos.
Lendo a Torá
Cada Shabat recebe o nome do trecho da leitura semanal da Torá,
a parte central do serviço matinal. O rolo da Torá, o objeto mais sagrado do
judaísmo, é levado para a bima, a mesa de leitura no palco, em uma procissão. É
uma grande honra ler a Torá, como rabino á direita, ou ser chamado para ficar de
pé na bima durante a leitura.
Havdalá
Assim como sua chegada, a partida do Shabat é celebrada com
orações e cerimônias. Quando podem ser vistas três estrelas, o Shabat é suspenso
até a próxima semana e celebra-se Havdalá com uma bênção sobre o vinho,
especiarias e uma vela trançada. Isso é separação entre o sagrado do Shabat e os
dias comuns da semana. As crianças se revezam pars segurar a vela e sentir o
cheiro doce das especiarias
Texto extraído de http://jerusalemdeouro.tripod.com/id13.html
sábado, 30 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
O quarto Mandamento
Interessante essa
notícia exposta no jornal Jerusalém Post que explica a divergência na opinião
pública a respeito do transporte público gratuito que passou a circular em
diversas áreas em Israel.
A notícia nada teria de diferente dos demais países se não
fosse por apenas um detalhe: o quarto mitzvah “Lembra do dia do shabat para o santificar”.
Em Israel existe um impasse entre o secular e o religioso.
Ninguém quer deixar de cumprir as ordenanças sobre o shabat. Mas, existem
serviços de prioridade e importância vital
para a sobrevivência da população que não podem parar no shabat e por
isso funcionam normalmente.
Não existe lei em
Israel que proíba a movimentação de
transporte público no shabat, e por isso foi feito um teste com veículo
gratuito e cerca de 200 pessoas aproveitaram para viajar na condução nesse
último sábado.
Alguns alegaram que atividades de lazer são feitas no shabat
e que se houvesse ônibus disponível seria bom para a população. O prefeito de
Tel Aviv, Ron Huldai, criticou a falta de transporte público: “Israel é o único país do mundo em que o
transporte público deixa de funcionar por um quarto de ano por causa do shabat
e dos feriados judaicos”.
Chegamos ao dilema: O que fazer com o quarto
Mandamento?
Em épocas passadas dar-se-ia
a própria vida em função do cumprimento dos mitzvot, e principalmente do
shabat. Hoje, a quantidade de carros e ônibus,
principalmente de turismo, que transita nas estradas israelenses são, no
mínimo, uma afronta a D-us.
Imagens transmitidas pela webcan mostram a movimentação de
pessoas no Muro Ocidental, pessoas filmando, tirando fotos, aglomeradas em
diversos pontos, falando, apontando completamente alheias a santidade do lugar,
contrastando com o fervor das orações feitas
ali.
Mas, difícil mesmo é ter que galgar a escada do progresso, visando o bem estar da
população sem entrar em conflito com a Lei. Assim, Israel se vê nesse empasse.
Digo Israel, porque muitos judeus nem teriam dúvidas em que caminho seguir.
Como naquela famosa parábola do “bom” samaritano em que o sacerdote e o levita
que seguiam para o Templo, nem sequer cogitaram em tocar no homem prostrado na
estrada, tendo-o como morto (pois assim parecia), em função do cumprimento das
leis acerca da purificação.
Assim, mesmo que o governo insista em colocar transporte
público no shabat e feriados judaicos, o que certamente traria grande auxílio a
população, o quarto Mandamento jamais
perderá o seu valor, pois ele é o diferencial de Israel “como único país no
mundo” que preserva os Mitzvot dado a Moshe pelo Eterno, de geração em geração”.
Marion Vaz
sexta-feira, 30 de março de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Shabat - Uma ilha no Tempo
"...Se tentarmos entender o significado do Shabat e cumpri-lo ao menos uma única vez, que diferença isto realmente faria em nossa vida – talvez para sempre – se estivéssemos abertos para deixar penetrar todo seu sentido e grandeza. Em meio ao turbilhão, a brisa sopraria, como se o relógio do tempo parasse para nós para que pudéssemos apreciar tudo o que já foi realizado, como o mundo é perfeito e de que forma foi criado.
Dentro deste maremoto que agita nossa vida diariamente é possível atingir uma ilha no tempo. Se tentarmos uma única vez alcançá-la plenamente, não estaremos mais à deriva, ao sabor das ondas que nos levam onde nem ao menos queríamos ir..."
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Semáforo Automático no Shabat
Uma novidade nas ruas da Ingraterra auxilia no cumprimento do quarto Mandamento.
Digite um texto ou endereço de um site ou traduza um documento.
Tradução do inglês para português
Judeus observantes do Shabat podem atravessar a rua com segurança graças à instalação da primeira faixa de pedestres "hands-free". A nova luz indica quando ficar parado sem a necessidade de pressionar um botão e quebrar o Shabat - noticiou o Daily Mail nesta segunda-feira.
Judeus praticantes não usam eletricidade e não operam máquinas no Shabat, e, portanto, pressionar um botão seria uma violação do sábado. Muitos prédios já optaram pelo elevador automático que para em todos os andares no Shabat.
O "hands-free" cruzamento está localizado perto de uma Sinagoga e o tráfego vai parar a cada 90 segundos a partir do pôr do sol na sexta-feira até o anoitecer de sábado.
A travessia em uma das mais movimentadas avenidas de Londres não irá causar engarrafamento, pelo menos foi o que os idealizadores do projeto asseguraram ao público.
O sistema vai entrar em operação em dezembro, depois da junção totalmente reabre após uma atualização de dez meses maciça custando £ 8.000.000.
A equipe da Transport for London, empresa responsável pela manutenção de estradas principais, decidiu incluir os cruzamentos automáticos após líderes religiosos em Finchley Sinagoga Unida ter explicado os desafios enfrentados pelos fiéis ao tentar atravessar a estrada.
Um porta-voz TfL disse ao Daily Mail: "nós sempre consultamos a comunidade sobre os projetos rodoviários. Esta idéia foi sugerida pela Sinagoga, cujos membros perguntaram sobre a possibilidade de tal projeto.
Judeus praticantes não usam eletricidade e não operam máquinas no Shabat, e, portanto, pressionar um botão seria uma violação do sábado. Muitos prédios já optaram pelo elevador automático que para em todos os andares no Shabat.
O "hands-free" cruzamento está localizado perto de uma Sinagoga e o tráfego vai parar a cada 90 segundos a partir do pôr do sol na sexta-feira até o anoitecer de sábado.
A travessia em uma das mais movimentadas avenidas de Londres não irá causar engarrafamento, pelo menos foi o que os idealizadores do projeto asseguraram ao público.
O sistema vai entrar em operação em dezembro, depois da junção totalmente reabre após uma atualização de dez meses maciça custando £ 8.000.000.
A equipe da Transport for London, empresa responsável pela manutenção de estradas principais, decidiu incluir os cruzamentos automáticos após líderes religiosos em Finchley Sinagoga Unida ter explicado os desafios enfrentados pelos fiéis ao tentar atravessar a estrada.
Um porta-voz TfL disse ao Daily Mail: "nós sempre consultamos a comunidade sobre os projetos rodoviários. Esta idéia foi sugerida pela Sinagoga, cujos membros perguntaram sobre a possibilidade de tal projeto.
Fonte http://www.haaretz.com/jewish-world/u-k-installs-hands-free-green-man-for-safe-shabbat-crossing-1.387915
sexta-feira, 27 de maio de 2011
As Velas do Shabat
O acendimento das velas no shabat é um costume que advém desde os tempos bíblicos, quando se acredita que a matriarca Sara acendeu uma lamparina que ardeu miraculosamente de Shabat a Shabat. Rebeca, por sua vez, recitava a bênção sobre a mesma lamparina. Assim, esta é a tradição de 3700 anos que as mulheres judias observam na chegada do Shabat, trazendo mais luz ao mundo. À hora do acendimento das velas sempre foi um momento muito especial. Através das gerações, a mulher judia elegeu este momento para recitar uma oração pessoal, pedindo saúde, bem-estar físico e espiritual para sua família. Pois a base da vida judaica é a vida no lar, pelo acender das velas introduzem-se no ambiente da casa a santidade do Shabat.
Compreendemos porque as mulheres piedosas de todas as épocas cuidaram tão escrupulosamente desta Mitzvá. Seus candelabros lhes eram mais preciosos que as jóias e preparavam-se a tempo para a hora de receber o Shabat: a casa estava impecável, os alimentos de Shabat antecipadamente prontos, a mesa arrumada com belos talheres e louças e toda a família vestida com suas melhores roupas. Cada aspecto colaborava para que a luminosidade do Shabat fosse perfeita. Este brilho que iluminou os lares judaicos de semana a semana através dos anos, continua perpetuando e recordando-nos a futura Redenção, como expressaram nossos sábios: "Se cuidarem do acender das velas de Shabat, terão o mérito de ver as luzes de Tzion na Redenção do povo judeu."
Algo extraordinário acontece cada vez que você acende as velas em homenagem ao Shabat, além disso, a mulher se sente vinculada ao seu povo. Acredita-se que este ato pode iluminar e inspirar uma futura paz eterna para o mundo e para todo o povo de Israel.
O Shabat também é um dia que serve como fonte de bênção, uma preparação e inspiração para os próximos seis dias de trabalho da semana.
O Shabat também é um dia que serve como fonte de bênção, uma preparação e inspiração para os próximos seis dias de trabalho da semana.
O motivo das duas velas em comparação a Torah
Cada Mitzvá da Torá é comparada a uma vela: "Ki Ner Mitsvá Vetorá Or" ("Uma Mitzvá é uma vela e a Torá é luz").
Cada Mitzvá cria uma luz espiritual e a luz, ou sua chama, elevando-se, aproxima a pessoa da Divindade. A chama é comparada à alma; da mesma forma que uma chama sempre se direciona para cima, a alma quer conectar-se com D’us.
Esta mensagem de luz, símbolo universal de claridade, visão, conhecimento e verdade, encontram-se intimamente ligada à mensagem do Shabat.

No mínimo duas velas são acesas correspondendo às duas expressões "Zachor" e "Shamor" que são mencionadas nos Dez Mandamentos.
"Zachor" - "Recorda o dia de Shabat para santificá-lo" (Êxodo 20:8)
"Shamor" - "Guarda o dia de Shabat para santificá-lo" (Deut. 5:12), refere-se a abster-se de qualquer categoria de trabalho (Melachá) inadequado a este dia especial.
Local apropriado para o acendimento
• As velas devem ser colocadas no recinto onde a família faz a refeição de Shabat, para evidenciar que foram acesas em sua honra. Elas não devem ser acesas em um lugar e depois transportadas para outro.
• As velas devem ter um tamanho mínimo que permita estarem acesas pelo menos até o final da refeição de Shabat.
• Após acesas as velas, é proibido mover os candelabros até o final do Shabat; esta é a razão pela qual a maioria das mulheres prefere acendê-las próxima à mesa, mas sob um balcão, mesa auxiliar, aparador, etc. certifiquem-se de acender em local conveniente para deixar os castiçais por toda a duração do Shabat.
Quem acende as velas• Esta obrigação recai principalmente sobre a mulher. Ela deve acender as velas com alegria, pois pelo mérito desta Mitzvá terá filhos iluminados pela Torah e tementes a D'us, o que trará paz ao mundo, e proporcionará a seu marido vida longa.
• Se o homem vive só, deve acender as velas pronunciando a devida benção.
• Há um costume citado no Talmud, que o marido também pode participar deste importante Mitzvá, auxiliando na preparação das velas, queimando antes os pavios, facilitando seu acendimento posterior. Porém, no dia de Yom Tov isto não pode ser feito, uma vez que não é permitido apagar as velas.
• Caso haja várias mulheres na casa, cada uma delas deve acender suas próprias velas no mesmo local e recitar a bênção devida, desde que o façam em candelabros separados..
• Meninas com mais de 3 anos também devem acender uma vela.
Número de velas
• As mulheres casadas devem acender pelo menos duas velas referentes a "zachor" (lembra) e "shamor" (guarda) – as duas expressões usadas por D'us ao proclamar a santidade do Shabat nos Dez Mandamentos.
• Em algumas comunidades costuma-se acender uma vela a mais para cada filho. Por exemplo, uma mãe com três filhos acenderá cinco velas. Uma das razões deste costume é que a luz simboliza a neshamá (alma) e para cada alma acrescenta-se uma nova chama.
• Meninas e moças solteiras devem acender uma só vela.
O procedimento e costumes
• Acende(m)-se a(s) vela(s). Se solta o fósforo aceso para que se apague sozinho (uma vez que o Shabat já foi recebido): o palito não é jogado e sim depositado cuidadosamente para que se extinga por si só.
• Em Yom Tov também não é permitido grudar as velas, esquentando a cera na base. As velas podem ser encaixadas com ajuda de pedaços de papel-alumínio, cortados na véspera.
• Logo em seguida cobrem-se os olhos com ambas as mãos para não fitá-las.
• Recita-se a benção:
A bênção na véspera de Shabat
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner shel Shabat kôdesh.
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner shel Shabat kôdesh.
Bendito és Tu, ó Eterno, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela do santo Shabat
• Descobrem-se os olhos e ao ver a chama, desfruta-se do brilho e do calor das velas.
Shabat Shalom
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