Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Eleições 2013 - Ano judaico 5773


 
 






 


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, conquistou um novo mandato na eleição de terça-feira (22), mas viu seu bloco direitista perder espaço inesperadamente para a oposição de centro-esquerda, segundo pesquisas de boca de urna.

De acordo com elas, o partido Likud, de Netanyahu, que disputou a eleição coligado com o nacionalista Yisrael Beitenu, terá 31 dos 120 deputados.
 
 
Fonte das imagens http://www.haaretz.com/
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Tributo a Golda Meir



O que aconteceu nesse dia na História de Israel?

Neste dia, em 1948, Golda Meir, chegou em Moscou como Primeira Embaixadora de Israel na União Soviética, apareceu na Sinagoga Coral da capital no primeiro dia de Rosh Hashaná.

O Estado de Israel havia sido declarado cinco meses antes, e o governo de Joseph Stalin tinha sido o segundo país a reconhecer oficialmente a nova nação.

Fonte: www.haaretz.com/

 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Muro de Proteção em Israel



Esse é um dos assuntos polêmicos que ronda os jornais em todo mundo. Para muitos, o Muro de Defesa é até uma afronta aos Direitos Humanos. Mas eu me pergunto: De quem? Durante anos os israelenses sofreram ataques que causaram dor e morte a inúmeras famílias.

A céus abertos infiltrados entravam e saíam. O Governo pôs fim a tudo isso iniciando as obras do Muro e por vezes foi alvo de críticas. E contrariando a "muitos", não tardou em ocupar-se só e unicamente com a segurança de cidadões israelenses. Aplausos!

Para quem está de fora do problema o muro é um misto de cercas físicas, barreiras eletrônicas vigiadas por câmeras, fossos antitanques, pontos de observação e patrulha e vedações com trincheiras rodeadas por uma área de exclusão média de 60 metros (ao longo de 90% da extensão do muro) e por paredes de concreto de até 8 metros de altura.

Há quem defenda a tese da Segregação. Mas para Israel, a construção inibi as ações de facções terroristas e protege famílias inteiras e crianças israelenses podem crescer e realizar seus sonhos. Aplausos!

Em abril Israel começou a construir um muro de 2 km ao longo de sua fronteira com o Líbano, na altura da cidade israelense de Metulla. Este muro de 10 metros de altura servirá para evitar os confrontos entre as tropas israelenses e as do Exército libanês, cujas respectivas bases são regularmente separadas por apenas alguns metros.

O Exército israelense justificou que a construção do muro serve para proteger os prédios recentemente construídos em Metulla dos tiros disparados a partir da cidade libanesa de Kfar Kila, situada a 1 km do atual muro de segurança ao longo da fronteira.

Li a notícia abaixo no Face:

"Dados apresentados por funcionários da autoridade de população em reunião semanal do gabinete, mostram que foram apenas seis infiltrados na semana passada e que um total de 248 pessoas invadiram o país desde o início do mês. Eles foram imediatamente transferidos para instalações de exploração e nenhum deles atingiu o centro do país. Em contraste aos, aproximadamente, 1.000 infiltrados que entraram no mês de junho e os 2.000 que entraram no mês de maio deste ano.

Todos os infiltrados no mês passado tentaram entrar em Israel por lugares onde a cerca ainda tenha sido concluída.

Cerca de 205 quilômetros do muro foram construídos até agora e outros 22,5 quilômetros da obra permanecem esperando para ser concluída até outubro deste ano.



Depois de anos em que a questão de infiltrado não foi tratada, o plano que o Governo está implantando tem levado a uma reviravolta e, pela primeira vez, observamos uma diminuição significativa no número de infiltrados, o que é bom no sentido da proteção aos israelenses."



P.S. Matéria publicada na página do Facebook do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu.

O texto traduzido pela Bing sofreu algumas alterações para se adaptar as normas do nosso idioma.

Fonte:
http://www.facebook.com/#!/Netanyahu



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Discurso do Primeiro Ministro de Israel


"Cidadãos israelenses, todos nós podemos ter orgulho das conquistas de Israel nos últimos três anos.

Você deve se lembrar que no passado no nos sentámos seguro em nosso país, hoje a situação é diferente, graças as nossas atividades.

Sistematicamente conseguimos neutralizar aqueles que queriam nos ferir e trouxemos para casa nosso soldado sequestrado  Gilad Shalit.

Israel voltou a economia de crescer mais elevada do que a da Europa. Enquanto muitos países, o desemprego atingiu proporções enormes, nós adicionamos em um quarto de milhão de novos empregos. Despejar bilhões de ensino superior, que trouxe a notícia real - educação gratuita a partir de 3 anos de idade.

Só no ano passado nós investimos mais de dez bilhões de dólares em estradas, intercâmbios e ferroviário para ligar a Galileia e Neguev para o centro. Existem hoje 80 mil habitações em construção, um recorde dos últimos 13 anos. Temos a certeza de reduzir os preços celulares e lista de conquistas continua.

Na realidade complexa em que estamos, apenas aqueles que sabem agir e tem influência no cenário internacional pode ser primeiro-ministro de Israel. Eu respeito todos os líderes partidários de frente para o Knesset, eles têm muito a contribuir, mas Israel não pode permitir um primeiro-ministro sem experiência política, e segurança econômica.


Penso que podemos receber um novo mandato para continuar a liderar o país. Com a ajuda de Deus o planejamento do governo amplo, continuaremos a levar Israel ao poder, e nós vamos garantir o futuro de Israel e à Terra de Israel para sempre."


Benjamin Netanyahu 

Discurso exibido na página do Facebook
http://www.facebook.com/#!/Netanyahu

terça-feira, 1 de maio de 2012

Tributo a Benzion Netanyahu





Benzion Netanyahu, historiador e pai do PrimeiroMinistro israelense, Benjamin Netanyahu, morreu nesta segunda-feira aos 102 anos de idade em sua casa em Jerusalém. Netanyahu conseguiu visitá-lo ontem pela última vez.

Benzion nasceu em 1910 em Varsóvia e dez anos depois sua família emigrou à então Palestina sob protetorado britânico no marco do projeto sionista. 

Em seguida tornou-se ativo nos círculos revisionistas, a corrente sionista criada por Ze'ev Yabotinsky e fonte ideológica do partido Likud, liderado por Benjamin Netanyahu.





Após lecionar em várias universidades no exterior, Benzion retornou a Israel em 1976 após a morte  de um de seus três filhos, Yonatan, na operação de resgate de reféns em um aeroporto. 

Benzion deixa esse mundo com a certeza de missão cumprida. 

O Blog Eretz Israel deseja externar seus sentimentos a familiares e amigos.











A História de Israel é marcada por homens fortes, destemidos e que deixam marcas firmes na estrada da vida. 102 anos de luta e esperança. Benzion Netanyahu viu a História acontecer sob seus olhos. Ele não só presenciou todas as mudanças que aconteceram em Israel, mas ele fez parte delas! Que seu nome seja lembrado para sempre.




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Diga-me com quem andas



Escrito por RAFAEL ELDAD  - Embaixador de Israel no Brasil

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, iniciou no último domingo uma série de visitas a quatro países latino-americanos. Venezuela, Cuba, Equador e Nicarágua irão receber o líder islâmico em um momento de tensão no Oriente Médio e no mundo. 

As constantes ameaças contra Israel, o avanço do programa nuclear e os testes com mísseis de curto e longo alcances são algumas das preocupações que recaem sobre o Irã hoje diante da Comunidade Internacional.

 






Mas o que o iraniano busca tão longe de seu país? Isolado no mundo após um sequente distanciamento de países outrora próximos, ele está desesperado por novos “amigos”. Seguramente não é esperado que ele traga uma mensagem de paz, uma contribuição aos direitos humanos, uma boa lição sobre os direitos das mulheres ou de tolerância religiosa. Lamentavelmente, sabemos que os pontos fortes daquele país não estão nesses temas, mas em uma introdução do terrorismo (veja os atentados cometidos na Argentina contra a Embaixada de Israel e a sede da Associação Mutual Israelense Argentina nos anos 90) com infiltração de grupos (como o Hezbollah) que não tem nenhuma ligação com pacificação ou desenvolvimento.

Sabemos todos que esta visita tratará muito mais sobre a busca de aliados para que as sanções internacionais que o mundo impõe sobre o Irã, pela desistência de seu programa nuclear, sejam freadas. O programa representa claramente, como foi confirmado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), um perigo à segurança mundial.

Todos aqueles que buscam a paz e querem contribuir com a pacificação e o desenvolvimento deve condenar e rechaçar esta visita que não trará nada de positivo à América Latina, somente o temor de que estes países importem o modelo de terrorismo e não respeito aos direitos humanos praticado por Ahmadinejad.

Todavia, sua vinda à América Latina mostra que as sanções estão funcionando. Em uma clara demonstração de desespero, o Irã agora busca novos aliados, inclusive comerciais, a fim de evitar novas sanções ou embargos. A Comunidade Internacional comprova, mais uma vez, que impor sanções a este regime é uma boa opção diante das ameaças que o Irã representa, assim como diante da negação em interromper seu preocupante programa nuclear.

Deve-se lembrar que a sanções impostas representam, também, um repúdio às ameaças sofridas por Israel constantemente de ser “varrido do mapa” pelo iraniano. Israel, sendo o país mais abertamente e agressivamente ameaçado por Ahmadinejad, vê com preocupação estes esforços do Irã em exportar as tensões e os conflitos de outra parte do mundo à América Latina. Espero que ele não consiga. Confio que a América Latina irá se tornar um modelo de paz e de harmonia e, ao contrário das intenções do iraniano, exporte seu modelo de prosperidade, desenvolvimento e a democracia ao Irã.

Fonte: http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-globo/2012/01/11/diga-me-com-quem-andas-artigo-rafael-eldad

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Quarteto Fantástico



O Quarteto de Mediadores de paz no Oriente Médio se reunirá separadamente com autoridades israelenses e palestinas em 14 de novembro, em Jerusalém, num último esforço de ativar o processo de paz estagnado.  O Quarteto é formado por Estados Unidos, Rússia, União Europeia e as Nações Unidas.


 

O anúncio vem semanas depois de os palestinos concordaram em retomar as negociações com Israel sob a condição de que Israel congele todas as atividades de assentamento. "Estes não são favores que Israel está fazendo por nós. Estas são as suas obrigações em conformidade com o direito internacional", disse o negociador palestino Saeb Erekat.

Em outras palavras: O acordo de paz só terá êxito se Israel abrir mão de sua soberania sobre os territórios reconquistados (?). Isso inclui Jerusalém (?). Difícil! Acredito que o "quarteto fantástico" precisará de muita força de vontade e poder de persuasão para ter algum tipo de resposta que agrade os dois lados. Mas, tenho certeza que Israel não vai, e não pode abrir mão de Jerusalém, ou parte dela, em função de uma suposta proposta de paz, uma vez que os palestinos não estão propensos nem a aceitar Israel como nação, quanto mais honrar qualquer tipo de acordo de paz.


A preocupação maior agora é com o Irã e o parecer de sua ogiva nuclear - pelo que se veem nos jornais está em fase experimental. 


Os detalhes de uma série de testes, aquisição de materiais e tecnologia sugere o Irã tem trabalhado continuamente para produzir uma arma nuclear desde 2003.


Israel não se apressou para responder ao relatório da AIEA. O Gabinete do Primeiro Ministro disse em um comunicado nesta terça-feira, que Israel está estudando o relatório e emitirá uma resposta mais tarde. No entanto, já no início do mês Israel se colocou em alerta, tanto no sentido de preparar a população para um iminente ataque quanto para defesa própria.


O Conselho de Segurança quer pressionar por sanções contra o Irã depois de receber  um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica informando que o Irã havia trabalhado para desenvolver um projeto de bomba atômica. Alguns países fizeram restrições como no caso da China que defende o uso de meios pacíficos para resolver a questão nuclear iraniana.


Enquanto isso, Mahmoud ahmadinejad afirmou em discurso realizado na cidade de Shahrekord e transmitido ao vivo pela televisão: "Vocês deveriam saber que esta nação não irá recuar nem uma agulha do caminho que está seguindo", A influência do presidente do Irã sobre seus aliados é grande e ele afirmou que não precisa de armas atômicas para manter os Estados Unidos longe das riquezas do país e que continuará com o programa atômico que ele chama de "pacífico",


Marion Vaz