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domingo, 18 de março de 2012

Canyoning - Esporte radical em Israel




Em Israel  Canyoning  é um esporte radical que se tornou cada vez popular aproveitando a geografia diversificada do país.

Tanto no deserto de Negev, no sul do país ou na Galileia ao norte, as paisagens diversas dão oportunidades para fazer  um esporte tão radical.

 
Por causa da natureza desta atividade, você precisa ir com um grupo organizado ou guia  licenciado. O primeiro passo é subir a montanha  e superar os obstáculos.  Imagine que na descida você está em pé na beira do precipício, de costas para o precipício e você precisa dar o primeiro passo para o abismo ... Esta etapa é a mais assustadora














Depois de superar o medo do primeiro passo,então  você puxa a corda e suavemente começar a descer, ligeiramente tocando o precipício. Em algum momento, a rocha é pouco a pouco, ficar longe de você e você está continuando a descida no ar. A corda está girando em torno de você com o rosto para o precipício e você está recebendo o flash primeiro gigante de euforia.

Canyoning em Israel é uma atividade generalizada carregada de energia.
Uma aventura inesquecível!

As gargantas mais belas e profundas em Israel  tem cachoeiras e cascata de até 120 metros de altura e estão na região do Mar Morto e nas montanhas de Eilat.

Canyoning deve ser feito com a assistência especializada - guias experientes e profissionais que conhecem o terreno e com todo o equipamento necessário

Tours poderão incluir almoço e transporte para o seu hotel.

Os tours duram de 6 a 10 horas, dependendo do nível de dificuldades e um dia de expedições de Canyoning em Israel custa US $ 220 por pessoa. Mas o preço varia para grupos.

Experimente essa aventura!
    
http://www.touristisrael.com/israel-tours/canyoning-in-israel/

sábado, 11 de junho de 2011

Quando a religião fala mais alto



 

Judia ortodoxa, Naama Shafir, pediu para jogar com blusa por baixo do uniforme, mas teve a solicitação negada pela organização do campeonato, assim a atleta de Israel pode ficar fora do Europeu de basquete.






De acordo com o regulamento, todas as jogadoras devem usar o mesmo uniforme. Naama, no entanto, quer seguir as orientações de sua religião, que diz que as mulheres devem cobrir os ombros em público. Nesta quinta, Naama afirmou que, então, não vai participar da competição. A Federação Insraelense chegou a apelar da decisão, mas não foi atendida.

Ao ler essa notícia fiquei imaginando a complexidade do tema abordado e suas conseqüências. Interessante como a religião é menosprezada em função das normas estipuladas pelas empresas. 

Aconteceu aqui mesmo no Rio de Janeiro, um rapaz foi proibido de usar um kipá num shabat, porque a empresa de Telemarketing tinha regras com relação ao uniforme de seus funcionários. Ele não teve outra opção a não ser deixar o emprego.

Há alguns anos, lembro-me de ter estudado com uma jovem cuja religião também guardava o sábado. A diretoria da escola chamou a atenção dela por causa das faltas e que se ela continuasse a faltar às aulas no sábado iria repetir o ano. A moça afirmou que não estava disposta a ignorar as tradições de sua religião, até o pastor da jovem teve que intervir perante os diretores, mas eles estavam irredutíveis. Eu realmente não me lembro o desfecho da história, e sim da jovem de cabelos cumpridos, afirmando que não iria deixar de guardar o sábado por causa da escola.
 
Por que a jovem jogadora não pode usar uma roupa por baixo do uniforme? Lembro-me de que moças mulçumanas optaram em jogar usando lenços nos cabelos em seus países. Shafir afirmou que no seu time ela tem permissão de usar uma blusa por baixo do uniforme.



Felizmente, a religião ainda fala mais alto. E alguns optam em perseverar na fé de seus patriarcas e nos mandamentos de D-us como fez Daniel ao  não se contaminar com os manjares do rei. Como os jovens Hananias, Misael e Azarias que preferiam a fornalha a se ajoelhar diante de uma estátua.

Hoje, os tempos são outros, as táticas mudaram e as exigências para que Israel se torne “igual às outras nações” são feitas do modo mais sutis, como acabamos de ler. 

Uma reportagem no Haaretz criticava judeus por saírem as ruas proclamando a reconstrução do Templo. Embora houvesse um pouco de exagero nas frases expostas e aclamações de alguns israelenses,  o importante é o sentimento religioso não ficou adormecido e o povo ainda clama por sua crença.

Se por uma lado, Israel se destaque por causa dos avanços tecnológicos e políticos, mantém, mesmo que seja a um custo elevado, suas tradições culturais e religiosas, é isso é algo que devemos admirar!




Marion Vaz