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sábado, 7 de setembro de 2013

Conflitos no Oriente Médio ameaçam Israel


Bateria antiaérea israelense posicionada em Haifa, na costa do Mar Mediterrâneo Foto: AFP


 Bateria antiaérea israelense posicionada em Haifa, na costa do Mar Mediterrâneo


A Síria vive um clima de caos fazendo uso inclusive de armas químicas contra a população civil e os EUA vão, possivelmente, intervir militarmente lá. O que ocorre é que a Síria ameaça retaliar Israel caso isto de fato aconteça e, como é óbvio Israel irá responder

Os habitantes do Norte de Israel começaram já a selar e vedar as janelas das suas casas com fitas adesivas adequadas e impermeáveis a qualquer ataque químico, fazendo-se testes às máscaras e outros equipamentos necessários para uma ocasião destas. Risco de que conflito se espalhe e de que Assad use armas químicas contra vizinhos põe em alerta israelenses, que correm para se prevenir. Os usuários faziam fila também nos postos de correio de todo o país, que servem como centros de distribuição para equipamento de proteção contra ataques químicos.

Israel distribui máscara para a população de maneira regular e essa "multidão correndo desesperada para pegar suas máscaras" na verdade, em sua grande maioria, são pessoas que já deveriam ter suas máscaras em casa.
 
 
 
 

 

Crise Cultural

Ultra ortodoxos que foram buscar suas máscaras de gás nos centros de distribuição ficaram indignados ao descobrir que não havia mais máscaras especiais para eles; Até dois anos atrás o governo fornecia máscaras especiais para homens ultra ortodoxos, que têm barbas grandes. As máscaras tinham um sistema de ventilador interno (movido a pilhas) e um grande espaço de plástico para os longos fios dos religiosos.


Fronteiras em risco



"Israel encontra-se no meio de 2 graves problemas: a Síria a Norte, em plena guerra civil e a caminho de sofrer um ataque de forças externas contra o seu governo e instalações militares, e o Egito, ao Sul, numa efervescente instabilidade, ainda que o atual exército tem demonstrado um sentido de cooperação nunca visto com as autoridades israelitas no que concerne ao controle da questão no Sinai, onde grupos e células terroristas se movimentam, tentando infiltrar-se em Israel e causar instabilidade no Egito, tendo sido prontamente combatidos pelo exército egípcio".

 
Soldado israelense


A isso se acrescentam as ameaças declaradas por parte de políticos sírios e iranianos: caso os Estados Unidos ataquem a Síria, Israel será o primeiro alvo dos ataques de represália, prometem. Até agora, Israel tem se mantido fora do sangrento conflito na Síria. Mas os EUA estão de prontidão.
 

 
Bombas MK-82 na base aérea americana de Incirlik, na Turquia


"Agora que estamos muito próximos de celebrar os 40 anos da Guerra do Yom Kippur (Outubro de 1973), vencida por Israel mas com imensas dificuldades iniciais e perda de muitas vidas, é importante que nos lembremos de orar por Israel, num dos momentos mais sensíveis da sua história recente, dando o nosso apoio e compreensão tão necessários neste período festivo em que muitos judeus se lembram e trazem à memória dos seus filhos os grandes feitos de Deus a favor do Seu povo".
 
"Faze o bem a Sião"
 
 
Fonte
 
 

domingo, 25 de novembro de 2012

O novo perfil da rivalidade entre Israel e Hamas


 

Um documentário da Globo New, ontem a noite, teve esse tópico discutidos com três personalidades importantes, cujas disciplinas acadêmicas estão relacionadas ao Oriente Médio e Relações Internacionais.

Os professores deram opiniões acerca do tema  da semana: O Conflito entre o Hamas e Estado de Israel, que também  foi matéria dos noticiários durante essas últimas semanas.

Os assuntos abordados eram temáticos:  questões territoriais, força bélica, assentamentos, o confronto, Jerusalém e os entraves que provavelmente dão origem as supostas perdas de cada um
dos lados em questão.

Interessante notar que as quatro personalidades tentavam mostrar aos assinantes, uma discussão intelectual a respeito dos acontecimentos,  não só desta semana  como dos anos anteriores  e que marcaram essas duas regiões do Oriente Médio.

Confesso que não vi todo o debate, mas no pouco que assisti pude perceber que haviam opiniões formadas a respeito deste ou daquele assunto e que cada interlocutor abordava  vários outros tópicos a fim de defender o seu ponto de vista. O que levava o entrevistador a fazer um retrospecto da abordagem a fim de não deixar lacunas aos telespectadores.

Mas o que me surpreendeu não foi, em parte, só a opinião da professora de História Árabe, mesmo porque essa é a temática  abordada em sala de aula diariamente  e é obvio que ela deve ter suas diretrizes bem estabelecidas. Mas foi ver na própria expressão facial deles, certo desconforto quando um discordava do outro.

No entanto, discussões a parte, nenhuma das pessoas ali presentes teve qualquer  tipo de contato direto com os moradores seja de Gaza ou Israel para se ter, de verdade, uma ideia das consequências em termos físicos ou emocionais que esse tipo de confronto traz.  

 
 


Mesmo assim, cada um mostrou-se ora de forma categórica, ora neutra, ora conservadora, favorável ou não, aos tópicos abordados.

Pensando nisso, resolvi  dar a minha opinião também, mesmo que não tenha estado presente em Israel. Mas confesso que tudo que acontece lá também me atinge.
 
 

As questões abordadas  eram importantes  e a opinião de estudiosos e pessoas inteligentes e, de certa forma, neutras, constitui-se um excelente material para discussões sobre o tema. Confesso que gostei, em parte, mas que esse meu envolvimento pessoal com o Estado de Israel, não me permite essa neutralidade.

Como nessa questão abordada: os “assentamentos”. Eu prefiro chamar de repatriamento, em minha opinião,  eles estão definindo o território judaico e que pertence a Israel desde a era bíblica.

A questão Jerusalém, que alguém fielmente declarou como fator indiscutível, mesmo em prol da Paz no Oriente Médio, concordo que governantes israelenses, em sua maioria, não querem discutir o assunto, pois é inviável abrir mão da cidade como capital de Israel.
 

Quanto à opinião pública que ora aceita certas atitudes e ora se revolta, tanto do lado israelense, quanto do lado palestino, acredito que uma Democracia considera o livre pensamento de cada um. Sendo assim, se há israelense achando que Jerusalém pode ser dividida, cabe a ele reconhecer os enormes prejuízos  espirituais,  territoriais e sociológicos a longo prazo. O que também necessariamente, tal pensamento não equivale à opinião da maioria em israel.

Entramos na questão do conflito que se originou devido aos ataques que o Hamas decidiu fazer
contra as cidades de Israel.  Não entendo essa obrigatoriedade que “todo mundo” tem de discutir se é certo ou errado Israel se defender.  Faço vez ao ditado popular que diz “Quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho!”
 
 
Operação Pilar de Defesa de Israel
 

As ofensivas do Hamas obrigaram Israel à contra atacar! O não cessar fogo obriga Israel  a defender
os moradores das cidades, a defender seus soldados, a defender seu território!  
O que, consequentemente, ocasiona vítimas de todas as idades, tanto de um lado da fronteira como do outro! Não existem inocentes ou coitadinhos. Todos são vítimas do abusivo poder de grupos terroristas que são fortemente armados, por outros países e que ODEIAM Israel! 

Pra dizer a verdade, um ódio demoníaco! Um ódio histórico, contínuo e sem qualquer pretensão de término!  O que obriga o Estado de Israel  estar sempre alerta  e preparado para se defender.

Outro tópico discutido e que me chamou atenção foi  Israel  ter perdido em termos  políticos,
mesmo que vencido em armamento.  Eu discordo! Dessa vez houve uma participação ativa de comunidades inteiras, principalmente aqui no Brasil, de apoio incondicional a
Israel.

Houve passeatas, convocação por redes sociais, entrevistas e manifestações populares. Atitudes  que não eram vistas em tempos atrás. A população perdeu o medo de opinar. Religiosos estão cada vez mais convictos da importância da existência do Estado de Israel, como parte  das profecias bíblicas.

Se politicamente, houve entrave de outras nações, o que aconteceria de qualquer forma como das outras vezes, estamos acostumados. Mas dessa vez houve uma participação ativa de nova geração pró Israel.

Dentro dos seus parâmetros, Israel está sempre pronto a negociar a paz! Seja com o Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Gaza, suas cinco fronteiras mencionadas nos argumentos. As negociações com EUA  ou com Egito (Os países da vez) não garantem um cessar fogo prolongado porque a ideologia terrorista não deixa.   

 

Certamente os ataques voltarão a acontecer. E não é questão de pessimismo ou incredulidade nas negociações dos Embaixadores. É a nossa realidade! 

As palavras do Primeiro Ministro Benjamim Netanyahu deixam claro que “Se houver tranquilidade será retribuído com tranquilidade, mas se houver perturbações... Responderemos”.








Acredito que se houver ataque, estamos prontos  a defender nosso território. Se houver um cessa
fogo haverá paz para todos. A canção hebraica nos convida a  isso:

Osse shalom bimrovav

Hu iaasé shalom aleinu

Veál kol Israel

Veimrú amén

“Aquele que faz a paz nas alturas, Ele estabelecerá a paz sobre nós

e sobre todo Israel; e digam amém.”

 









Marion Vaz


 

sábado, 17 de novembro de 2012

Jerusalém sob a mira dos terroristas do Hamas




O governo israelense fecha rotas perto de Gaza e autoriza nesta sexta-feira (16) à noite a mobilização de mais 45 mil reservistas para participarem da guerra entre o Exército do país e os grupos armados palestinos da Faixa de Gaza. Com isso, já chega a 75 mil o número de reservistas que estão de sobreaviso e podem ser convocados a qualquer momento


Cercade 600 foguetes já foram disparados contra Israel nos últimos dias. As cidades de Beershevah e Tel Aviv e outras regiões foram atingidas, mas agora a audácia chega ao ponto de querer atingir Jerusalém.

A cúpula de ferro, sistema antimísseis de curta distância tem sido um aliado de Israel na proteção das cidades. Esta semana um deles chegou em Tel Aviv também.




       


 
Um foguete disparado pelo Hamas a partir da Faixa de Gaza atingiu nesta sexta-feira os arredores de Jerusalém. E pela primeira vez na história do conflito israelense-palestino, tal atitude demanda a intensificação da nova escalada no confronto entre Israel e grupos armados palestinos.



                                                              Foguete sobre Jerusalém (Foto: Ou Saban)

                          Sirene de ataque aéreo soou em Jerusalém, assustando a população.



Soldados procuram estilhaços de foguetes em Jerusalém

Na quinta feira Netanyahu já tinha avisado que os ataques teriam uma resposta, sendo assim, além de alvos militares, o Exército israelense passou a bombardear também depósitos de armas e quarteis e também alvos civis ligados à infraestrutura e ao governo do Hamas na Faixa de Gaza.

Mas pelo que parece as armas não se limitam somente ao material bélico, mas também a fé e a confiança em D-us.

 



Marion Vaz


Fonte: http://www.ynetnews.com/home/0,7340,L-3083,00.html


 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Barril de Pólvora



Oriente Médio - Um barril de pólvora!
Razões que levam a Guerra.

Existem muitas razões que levam as guerras em todo o mundo 1. Vejamos algumas:

- Guerra provocada pelo combate a organizações terroristas.

- Disputa por reservas de petróleo, diamantes e outras riquezas.

- Guerras por grupos que lutam pela independência.

- Conflitos determinados pelas diferenças étnicas e extremismo religioso. 
                       
Os conflitos no Oriente Médio entre Israel e seus quatro vizinhos: Líbano, Síria, Jordânia e Egito eram constantes. A frase mais conhecida: “Vamos varrer Israel do mapa!”  É um desesperado apelo de líderes aos diversos grupos terroristas que insistem nessa missão suicida.
                  
“A tão sonhada paz depende de uma convivência pacífica entre Israel e seus vizinhos e palestinos que ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia".2
                  
O certo é que desde que Ben Gurion proclamou a Independência, Israel tem enfrentado verdadeiros bombardeios que ora chegam atravessando os céus, ora através da Mídia. Vejamos agora algumas das guerras enfrentadas por Israel.


Guerra de Independência 1948-1949

                   
Também chamada guerra de libertação. Para os israelenses a disputa pela posse do território era também uma questão de sobrevivência. A força de defesa Haganah se transformou na força armada do novo Estado. As manchetes estampadas nos jornais da época informavam a situação naquela parte do Oriente Médio. 

Ao final de nove meses de combate o território em posse dos israelenses havia aumentado em 23,5% A guerra de independência criou um problema que até hoje preocupa a ONU, mais de 700 mil palestinos refugiaram-se nos países vizinhos. A Vitória de Israel foi um marco na história do povo: “Estamos aqui, esse é nosso lugar e não vamos abrir mão dele!” - Uma frase que pode se ler nas entrelinhas.


Guerra de Suez 1956

                   
Em julho Gamal abdel Nasser nacionalizou canal de Suez e incentivando refugiados palestinos a promoverem ações terroristas contra Israel. A ideia era que Israel atacasse primeiro e que França e Grã-bretanha entrevissem na situação. 

Em outubro começa a guerra de Suez. Contando com aviões mais modernos a Força Aérea de Israel faz um ataque relâmpago às forças egípcias e em aproximadamente 100 horas quase toda Península do Sinai fica sob controle dos israelenses.
                   
Fim do conflito. As Forças de Paz da ONU, incluindo tropas brasileiras, podiam ser deslocadas para outra a região. Seria uma garantia de que os egípcios não voltariam a atacar os israelenses e deixariam de patrocinar o terrorismo? Israel decide abandonar o Sinai. 

Nasser não se sente mais ameaçado e ordena o bloqueio do estreito do Tirã, no Mar Vermelho. Assim fechava uma importante rota comercial israelense, pela qual passava a maior parte das importações de petróleo rumo ao porto de Eilat. Israel não iria ficar de braços cruzados.

Guerra dos Seis Dias - 1967                   
O acúmulo de tensões entre árabes e israelenses leva a uma segunda guerra. Israel defende-se contra atacando o Egito, à Síria e a Jordânia, em junho de 1967. O episódio, conhecido como Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho com a vitória de Israel e a conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golan, na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense.    

               
Atribui-se ao general Moshe Dayan o título de gênio da estratégia militar por essa vitória esmagadora. Durante o governo de Golda Meir, ele comandou o Ministério de Defesa de Israel. 










Essa guerra foi motivo de estudo em academias militares pelo modo brilhante do ataque israelense onde aviões foram destruídos mesmo antes de saírem do solo. 350 aeronaves árabes só no primeiro dia de combate.                   
Os israelenses assumiram o controle do setor oriental de Jerusalém dezenove anos após a fundação do Estado de Israel, recuperam o Muro das Lamentações 2000 anos após terem sido expulsos dali pelo exército do Império Romano.                   
Religiosos judeus passaram a invocar o Grande Israel dos tempos bíblicos como nos tempos de Davi. O governo israelense cedeu às pressões de construir assentamentos nos territórios recém ocupados.                  
O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat, chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano, onde a OLP mantém bases militares.[3]
 
Guerra de Atrito                 
“A guerra de atrito é uma espécie de conflito militar em câmera lenta”[4]. O canal de Suez foi fechado à navegação. O Egito dominava uma de suas margens enquanto a outra ficava sob controle de Israel. 






O duelo entre Egito e Israel se arrastava em ataques com artilharia, aviões e forças especiais. Uma investida do Egito contra o destróier Eilat indicava que a marinha israelense deveria investir mais recursos em desenvolvimento tecnológico. Surge Gabriel – um poderoso míssil.

Guerra do Yom Kippur – 1973
                  
Uma nova guerra eclode em 3 de outubro de 1973, no feriado judaico do Yom Kippur (Dia do Perdão). Num ataque surpresa, tropas do Egito e da Síria avançam no Sinai e em Golan, mas são repelidas dias depois. 

Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra ofensiva e a assinar um cessar fogo. O petróleo passa a ser uma arma de guerra nas mãos dos árabes e usam a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para boicotar o fornecimento aos países que apoiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento nos preços.
                    
Os árabes conseguem sucessos iniciais graças a mísseis soviéticos antitanque e antiaéreos. “Um punhado de heróis israelenses a bordo de tanques de fabricação britânica – Centurion – embota o ataque sírio. Uma contra ofensiva a capital Damasco foi o passo seguinte.”[5] Tropas egípcias também sofrem perdas significativas no Sinai.
                   
Em novembro de 1977, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é visto como um reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David (1978-1979), com o objetivo de estabelecer a paz entre Israel e Egito, firmam-se  compromissos de negociar a autonomia dos territórios palestinos. Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. O mundo árabe repudia os acordos de Camp David e expulsa o Egito da Liga Árabe.
                    
Anexando as Colinas de Golan como parte de seu território, Israel aumenta a tensão com a Síria e Líbano.

Guerra do Líbano – 1982
                   
Em junho de 1982, o Exército israelense invade o Líbano e cerca Beirute, onde denuncia estar instalado o quartel general da OLP.  Em 1983, os israelenses retiram-se do sul do Líbano, palco de ataques frequentes dos xiitas libaneses. Mas a retirada só se completa em 1985, mantendo ainda controle de uma estreita faixa de território próxima à fronteira. Surge o grupo islâmico Hezbollah aliados ao Irã. 

Até a retirada total de Israel do Líbano em 2000, foi o Hezbollah a principal fonte de ataques a Israel. Uma nova onda ataques a Israel deu início em 2006 e nos 32 dias de conflito, 4 mil mísseis katyushas foram disparados contra Israel. Em resposta, Israel contra ataca e destrói muita das estruturas reconstruída pelo Líbano na primeira ocupação. Mas o objetivo principal era eliminar guerrilheiros e proteger o Norte de Israel.

Intifada – 1987
                    
Em 9 de dezembro de 1987 eclode a rebelião palestina nos territórios ocupados conhecida como Intifada , do árabe “revolta das pedras”. A insurreição alastra-se até o setor árabe de Jerusalém. Israel reprime com brutalidade, sofrendo severa condenação do Conselho de Segurança da ONU. Israel começa a receber a imigração maciça de judeus da União Soviética em desagregação. 

Os EUA pressionam Israel a suspender a instalação de colônias judaicas na Cisjordânia e negociar com os palestinos. Yitzhak Shamir, Primeiro Ministro de Israel, rejeita o arranjo norte americano. Em janeiro de 1991, durante a Guerra do Golfo (1990/91), Israel é bombardeado com mísseis Scud lançados pelo Iraque. O governo norte-americano pede ao país que não revide.
Acordo de paz – Os EUA pressionam um acordo de paz entre Israel e seus vizinhos árabes após a Guerra do Golfo. Em outubro de 1991, realiza-se uma conferência “simbólica” árabe-israelense em Madri, na Espanha. Representantes palestinos participam como membros da delegação jordaniana, diante da recusa israelense em negociar com a OLP. O processo de paz inaugurado em Madri, no entanto, é levado em banho maria pelo governo Shamir.
                   
No início de 1995, dois militantes suicidas do grupo extremista islâmico Hamas explodem bombas num ponto de ônibus em Netanya. Morrem 21 judeus. Em resposta, o governo israelense fecha a fronteira, impedindo milhares de palestinos de trabalhar no país. Em março, Israel e a OLP retomam as negociações. Em 24 de setembro, Israel e OLP firmam o acordo de autonomia à Palestina inteira, após Israel ter assegurado a sua presença militar em Hebrom, em caráter provisório, para proteger os colonos judeus.
                    
Em 1995 o Primeiro Ministro Yitzhak Rabin eleito após a saída de Shamir em 1992, sofre um atentado e é morto por um militante extremista judeu na cidade de Tel Aviv após um movimento pacifista. De 1994 a 1996 houve cerca de vinte atentados terroristas contra Israel. O país também sofre com problemas internos relacionados aos partidos políticos, corrupção, protestos e greves. Uma rebelião palestina em 1996 tem por motivo a construção de um túnel que une a Via dolorosa ao Muro Ocidental.

A Segunda Intifada
                   
Em 2000, Ariel Sharon faz uma visita ao Monte do Templo, área administrada pelos palestinos. É o estopim para a segunda Intifada. O ciclo de violência e atentados congela as conversações e a paz é novamente adiada. Os ataques em mercados, feiras, boates, restaurantes se intensificaram. Eleito Primeiro-Ministro em 2001, Sharon muda sua postura em relação aos terroristas palestinos. As retaliações israelenses em territórios palestinos vitimaram a população e revoltou os países árabes.

Segunda Intervenção no Líbano
                   
Após um ataque do Hezbollah em 2006 que vitimou nove soldados israelenses, eles continuaram a bombardear cidades do norte de Israel com mísseis katyusha fornecidos pelo Irã.
                   
A solução era invadir o Líbano e contra atacar, destruindo as bases inimigas. As perdas militares, econômicas e humanas não intimidaram os terroristas que intensificaram os ataques contra Israel. Após trinta e dois dias de conflito, um cessar fogo foi negociado com a intervenção dos EUA e da França que prometeram a entrada de tropas internacionais no espaço sul do Líbano.

Faixa de Gaza
                   
Ainda no ano de 2006, Israel encontrou na Faixa de Gaza outro grupo terrorista. Após a retirada de colonos judeus daquela área e a devolução do território houve centenas de atentados as cidades israelenses. E numa investida contra o grupo terrorista Hamas, um soldado israelense é capturado: Gilad Shalit. O rapaz de 23 anos é feito prisioneiro e transformando num refém por cinco anos.
                   

Foram décadas de ataques terroristas que o mundo não tomou conhecimento. A partir de 11 de setembro, com um ataque as torres do Word Trade Center, tragédia que abalou o mundo inteiro, houve mudanças consideráveis no modo de enxergar os terroristas. Afinal, enquanto a área de ataque se restringia apenas ao Oriente Médio, a sociedade não precisava se preocupar. Mas eles chegaram até o EUA.

Existem muitos relatórios considerando o episódio e suas conseqüências como outros fatores. Mas o certo é que a partir desta data o terrorismo passou a ser combatido como uma ameaça global. Assim, o que acontecia nos territórios israelenses deixava de passar despercebido.


Hoje, Israel continua enfrentando conflitos internos e sociais. E parecem que  a "guerra" não tem fim.                
Mas será que ainda estamos longe da paz? Os combates a Israel, não se restringem apenas à força armada. Eles estão por toda parte através de jornais e revistas. Querem a todo custo denegrir a imagem de Israel invertendo os papeis e colocando-o como vilão da história. 



Numa dessas loucas tentativas, presenciei em pleno centro comercial do Rio de Janeiro, uma faixa com informações equivocadas, que podiam ser lidas por qualquer um que  transitasse por ali. No primeiro momento fiquei com raiva. Que absurdo! Pensei. Mas isso me levou a pensar em muitas coisas que agora exponho nessa obra. Israel não é o vilão.  
                
O meu apelo é para que oremos pela paz. Que Shalom seja uma realidade e não apenas um slogan decorativo nos vidros dos carros, nas Conferências governamentais ou nas notícias dos jornais.

Osse shalom bimrovav
Hu iaasé shalom aleinu
Veál kol Israel
Veimrú amén

“Aquele que faz a paz nas alturas, Ele estabelecerá a paz sobre nós
e sobre todo Israel; e digam amém.”

Marion Vaz

Texto extraído do livro Eretz Israel e Marion Vaz


 Fonte de Pesquisa:
[1] Super Interessante. Todas as guerras do mundo. Rio de janeiro. Editora Abril. 2007
[2] TOUEG,  Gabriel. Aventura na História. Israel 60 anos da criação de um estado. Rio de Janeiro. Ed. Abril. 2007. p, 43
[3]  Aventura na História. Israel 60 anos da criação de um estado. Rio de Janeiro. Ed. Abril. 2007. p, 43
[4]  Id. p, 34
[5] NETO, Ricardo B. Barril de Pólvora. Revista Galileu História. Rio de Janeiro. Ed. Globo. 2006. p,24

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fogo Cruzado em Israel



O ódio contra o Estado de Israel não vai parar, nem com  acordos políticos nem com tratados de paz, são os eternos conflitos desde a era bíblica: Sambalates e Tobias contra Neemias, Filisteus contra Sansão, ...

Após as negociações para troca do soldado isrelense Gilad Shalit terem sido concluidas recomeçaram os lançamentos de foguetes de Gaza contra Israel. Um total de 31 foguetes foram disparados de Gaza desde o início do fim de semana.

Sendo que cerca de 20 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra o sul de Israel só neste sábado, com foguetes lançados em Ashdod, Ashkelon, Gan Yavne, e cerca de Beer Sheva.




Um homem ficou gravemente ferido em Ashkelon e, finalmente, morreu de seus ferimentos. Outro homem foi moderadamente ferido no ataque de foguetes Ashdod e outros três ficaram levemente feridos. Além disso, 17 vítimas de trauma foram relatados.

Militantes de Gaza continuaram a lançar foguetes contra Israel na madrugada de domingo, apesar de um relatório sobre a Agência de Notícias Ma'an alegando que um egípcio mediada por cessar-fogo entraria em vigor em 3:00 AM 

Três foguetes explodiram perto da cidade de Ashdod, na manhã de domingo, e outra caiu a leste. Sem deixar vítimas ou danos graves conforme foram relatados. O Iron Dome sistema de defesa antimísseis interceptou com sucesso um foguete Grad lançado contra Ashdod neste domingo.

Na noite do dia, 11 foguetes e morteiros foram lançados contra Israel. A maioria das escolas dentro das cidades suspenderam as aulas no primeiro dia da semana. Aulas foram canceladas na maioria das cidades do sul e Ben-University, Sapir College e Achva Academic College não deu início ao ano letivo devido à situação de segurança.

As autoridades egípcias disseram que todos os esforços para convencer os militantes palestinos na Faixa de Gaza a pararem os disparos de foguetes em Israel falharam.

O Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu disse no domingo que Israel não teve escolha senão retaliar quando confrontado com o ataque, e iria parar "todas as tentativas de fogo contra Israel e qualquer um que incêndios de qualquer maneira".

Netanyahu disse aos ministros reunidos para uma sessão especial de gabinete em Safed que a política de defesa de Israel foi baseado em dois princípios: "Matar ou ser morto" e "Aquele que prejudica você deve ter o sangue na cabeça”

Apenas algumas horas depois, a Força Aérea de Israel atingiu uma célula militante aparentemente prestes a lançar mais foguetes contra Israel.

 


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Objetos de guerra transformados em expressões de Paz





12.000 Rockets foram disparados contra o sul de Israel nos últimos oito anos contra alvos civis israelenses, causando destruição, caos e morte. Uma geração inteira de crianças traumatizada pelo terror dos ataques com foguetes. Cidades israelenses como Sderot e Ashkelon continuam a estar em perigo real.
 
Art Metal SculptureHand passou a usar estilhaços desses foguetes (rockets) para esculpir rosas, castiçais e menorahs trabalhadas a partir desse material que aterrorisou o povo de Israel. Esses objetos simbolizam a perseverança e são símbolos vivos da resistência de Israel em face ao terror islâmico. Yaron Bob, um artista israelense, que entende o que significa viver na sombra do terror, encontrou sua maneira de transformar objetos de guerra em expressões de paz.

 

Quase um milhão de habitantes de Israel estão dentro do alcance impressionante dos foguetes de Gaza.  Elas tem apenas 15 segundos para encontrar os abrigos, são vidas  que estão em perigo. Israel precisa desesperadamente de mais abrigos de bombas para proteger seus cidadãos. 
 





De cada item comprado em nosso site, uma parcela dos rendimentos será doada para Lifeshield Operação para construir mais abrigos de bomba em Israel e salvar mais vidas.


A História: Um homem – Um Objetivo

O Artista Yaron Bob




Yaron Bob, é um professor de arte e ferreiro que vive em Yated, uma pequena comunidade israelense perto da fronteira com a Faixa de Gaza. Ele faz rosas de foguetes Kassam disparados de Gaza. Um dia ele entendeu que precisava reagir ao terror que ele e sua comunidade estavam enfrentando. Yaron queria criar algo que fala de crescimento e prosperidade e para fazer algo fora da destruição e das ruínas que os foguetes deixavam.

A verdade é que o foguete é um instrumento de morte que ele realmente não queria lidar com isso. No entanto, sua frustração foi se intensificando com tantos mísseis caindo sobre Israel e tantos alarmes soando um após outro.




A situação foi muito estressante para ele e sua família. "Finalmente me ocorreu que eu precisavafazer uma rosa do Kassam", disse ele. Agora. Bob recolhe os foguetes gasto, mais dado a ele pela polícia, depois de terem sido verificados pelo esquadrão anti-bombas.




 

O artista israelense cria beleza a partir de material de guerra e cada rosa leva cerca de três a quatro horas virando e torcendo o aço. Então, nascem as pétalas na escultura intrincada e folhas sobre a rosa. A base da escultura é um mapa de Israel com a rosa que cresce fora da fronteira com Gaza.

 



Embora a rosa, o tronco e a base sejam feitos de Kassam, não há nenhum sinal que a flor de metal vem de foguete. O Artista Bob afirma: "Tomo a Kassam, o instrumento de morte e transformo em algo de real beleza."

Bob diz que não é um pacifista, mas ele gostaria de poder dizer ao Hamas  que tem algo melhor do que o lançamento de foguetes para iniciar uma guerra.    

 
Seu objetivo é que de alguma forma o mundo saiba as pessoas em Israel não estão com fome de guerra e o que  realmente querem é um futuro brilhante e bonito.

Fonte: