sábado, 24 de outubro de 2026

Eleições em Israel

 


As campanhas eleitorais em Israel continuam com disputas acirradas entre os partidos, e o destino da nação está em jogo. A decisão final será no dia 27 de outubro e as urnas vão decidir o próximo Primeiro Ministro de Israel. 

Pesquisas revelam que o partido do Likud precisa alcançar com mais empenho, a mente e o coração dos israelenses para se manter na liderança. Benjamin Netanyahu lidera com vantagens nos últimos 19 anos no cargo de Primeiro Ministro, somando todos os mandatos.

Sinceramente, eu não vejo uma pessoa mais comprometida com a nação de Israel como Netanyahu e pelo tempo de gestão, com certeza é o mais preparado para enfrentar as demandas que o país exige de um líder.

Independente dos conflitos internos, a ideia que temos daqui de fora é que as coisas funcionam. A defesa contra os inimigos é prioridade, Jerusalém está unificada, continuamos a usar os termos Galileia e Samaria para as regiões do norte de Israel, os terroristas estão sendo dizimados, as fronteiras estão protegidas e a economia está em curso de crescimento.

Eu entendo que ele não governa sozinho e que os demais partidos que possuem assento no Parlamento contribuem para o bem estar da população e autonomia do país.  Mas a gente quer mesmo mexer as "peças no tabuleiro" do jogo?

Porque durante esses 19 anos, como Israel se colocou no cenário mundial com tanta autoridade? É preciso um líder forte e destemido para encarar a realidade e a aversão de alguns países, a existência da nação de Israel. 

Os demais candidatos estão preparados para serem desafiados, enfrentar ameaças, responder a altura e preservar a herança territorial de Israel, seus costumes e tradições? Porque alianças são vínculos eternos que moldam a gestão, a vida e o destino de cada cidadão israelense.

Para alcançar a liderança, Netanyahu precisa de 61 cadeiras no Parlamento e aliados que estejam dispostos a defender o país não só nas urnas, mas também no cenário atual. 


Marion Vaz

domingo, 18 de outubro de 2026

O D-us da Aliança não muda


Aeroporto Ben Gurion - Tel Aviv

Quando olhamos para o Israel de hoje, muita gente não tem ideia do compromisso do Eterno para com o seu povo. Israel não é apenas mais uma nação ocupando espaço no mapa ou na Mídia. O El Berith fez uma aliança eterna com o povo Dele. E podemos afirmar com certeza: o D-us da aliança não falha, não muda, não abandona o seu povo. 

E já no primeiro livro da Torah podemos ler a história de Avran, Yitzchak e Yaakov, os quais receberam a promessa de um território e a vida e trajetória de cada um deles. Patriarcas e Profetas levaram o pacto adiante conscientizando a nação sobre as bênçãos e as consequências desse relacionamento.

E para Israel a caminhada ainda está em curso, porque aprender sobre o Eterno não é tarefa para apenas alguns anos. O interessante é poder ler nos textos sagrados sobre essa convivência do povo com o El Berith, a caminhada ao longo de cada geração, o cumprimento das promessas, as lições espirituais, as advertências e as bênçãos.

Episódios em que o próprio D-us tratou diretamente com o povo, advertindo sobre suas atitudes como em Juízes 6, outras vezes agindo com Sua forte mão (Êxodo 14) para livrar Israel de seus inimigos. E apesar do passar do tempo, do avanço tecnológico de Israel, a fé ainda é autêntica. Os corações se voltam para HaShem a cada Shabbat, a cada festividade, conflitos ou ameaças e a cada vitória.

Esta crença num D-us único que fez os céus e a terra e que chegou até nós, percorreu um longo período na história da humanidade, apesar das adversidades sofridas pelo povo de Israel. Hoje conhecemos os feitos do Eterno, porque houve um grupo de pessoas que gravou as verdades do seu D-us nas tábuas do seu coração e que não se deixou intimidar por Impérios, governos e seus ídolos. 

A própria história de Israel (bíblica e atual) revela a determinação do povo em conservar sua fé, costumes e tradições e seu direito de viver em liberdade no território israelense. Embora cada nação do mundo tenha sua própria história e crença, podemos afirmar a legitimidade dos direitos de Israel sobre a terra, por causa das promessas do Eterno.


Marion Vaz


quarta-feira, 7 de outubro de 2026

7 de outubro Nunca Mais!

 






Hoje completam três anos desde que um ataque violento foi feito pelo Hamas no território de Israel. Durante o Festival Nova, terroristas conseguiram invadir a área ao sul do país e assim começou o massacre que se alastrou por kibutzim e outros pequenos vilarejos. 

Centenas de pessoas perderam a vida no 7 de outubro de 2023 e milhares de feridos, além dos reféns que foram levados para Gaza. Hoje choramos a dor da perda, a dor das famílias.  A dor que não quer ser contida, para nos lembrar a cada instante das pessoas queridas que se foram.

E apesar da dor, do sofrimento, continuamos a afirmar que 7 de outubro nunca mais! Nunca mais vamos permitir que as fronteiras sejam rompidas e que grupos terroristas, extremistas ou simpatizantes do ódio, invadam o território de Israel.


Em cerimônia no Kotel hoje a noite, soldados e paraquedistas do Exército Israelense se comprometeram em cuidar das fronteiras e do território para proteção da nação.

Não esqueceremos e não perdoaremos!


Marion Vaz