
As notícias sobre os resultados das eleições em Israel hoje, me deixaram preocupada com o futuro da nação e do povo israelense. A democracia tem seus custos e, na verdade, trouxe sérios problemas nesta última eleição.
Partidos de coligação árabe obtiveram um número considerável de cadeiras no Parlamento, disputando com o partido de Benjamin Netanyahu e Gadi Eisenkot o governo de Israel. Em seu discurso, o presidente Isaac Herzog, declarou que era a força da democracia. Os números não batem quando eu penso nos 74% de judeus que fazem parte da população de Israel.
Eu penso que a nação alcançou sua liberdade com a declaração de Independência em 1948, e que lutou em uma guerra por um ano para conquistar seu território. Quem eram essas nações que se opuseram ao estabelecimento de Israel? Países árabes! É só pesquisar o assunto.
No decorrer dos anos outros mil conflitos e guerras foram travadas para manter a existência de um país judaico. Guerras no sentido físico e através da Mídia. O 7 de outubro ainda nos aterroriza até hoje e não esqueceremos a frieza, o descaso e ações demoníac@s do Hamas contra o povo de Israel.
Então, eu me pergunto: Que democracia é essa, em que se pressupõe, que partidos de coligação árabe, pode governar um país judaico com visão ampla para favorecer o bem estar dos israelenses? Eu estou muito confusa?
Quem garante que por intermédio da coligação árabe não teremos as mãos de grupos terroristas? Porque é o Primeiro Ministro que manda, que luta, que se impõe perante as demais nações. Quem vai defender o povo de Israel?
O candidato Eisenkot lançou seu partido político no início do ano. Eu entendo a dor da perda do filho em combate em Gaza, o desejo de motivação para seguir em frente, o anseio de melhorias para a nação.
Ele tem currículo e tem experiência, mas tem condições emocionais para o que vai enfrentar além das fronteiras de Israel? E a pressão psicológica contra o antissemitismo? O descaso das outras nações em relação à Israel? Porque o mundo é cruel e vai tocar na ferida, no ponto fraco.
Muito para se analisar e pouco tempo para fazer escolhas. E embora todos os partidos políticos tenham suas metas e prioridades defendidas com empenho durante os debates, é hora de unir forças para não desmantelar a nação.
Felizmente, a decisão para escolha do novo Primeiro Ministro de Israel vai depender do apoio dos demais partidos e coligações e acordos políticos.
O Presidente de Israel vai escolher o candidato para formar essas coligações. Eu espero que ele não tenha dúvidas na escolha de quem vai governar e defender Israel pelos próximos 4 anos.
Porque agora não é mais uma questão de "direitos iguais para todos", e sim, uma questão de sobrevivência da nação judaica e manter todas as conquistas que foram feitas nos últimos anos.
Marion Vaz
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