Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de abril de 2026

Bombardeio durante o Pessach Judaico





Como era de se esperar e foi previamente alertado pelo Primeiro Ministro de Israel, o país foi alvo constante de bombardeios vindos do Irã.  Áreas residenciais e locais públicos foram afetados e prédios inteiros caíram diante dos olhos das pessoas. 

E não se pode denominar de contra-ataque porque o Irã não faz distinção entre os locais. Ele simplesmente mira o alvo em pessoas inocentes, crianças e idosos. Então, não é novidade que a destruição em massa em Israel, já tinha sido programada como primeiro ato a ser aplicado pelo Irã e demais países ou terroristas que desejam o fim da nação judaica.

Porque não tem justificativa para atacar a população civil israelense, quando os alvos da guerra dos EUA e Israel foram contra bases militares iranianas.  Então, concluímos que eles tinham razão em detectar esses alvos e destruí-los para salvar o resto da humanidade de um bombardeio sem precedentes.

Qualquer outra explicação ou justificativa referente a impactos econômicos ou geopolíticos causados pela guerra cai por terra, quando um missil iraniano atinge áreas residenciais em Israel.  O resto é consequência das más intenções de um governo que constrói ogivas nucleares que podem dizimar a população em várias partes do mundo. 

As negociações de paz parecem ser "enfeite de natal" - aquelas bolinhas coloridas que se despedaçam ao cair no chão.  Nem parece que a vida e a saúde das pessoas estão em jogo. A parte positiva é que as linhas de defesa de Israel estão em alerta e funcionam na proteção da população.

Existem cerca de 447 reatores nucleares em operação em cerca de mais de 30 países no mundo, e a informação é que as maiores usinas nucleares estão no: Japão, Canadá, Coréia do Sul e Ucrânia.  Segundo fontes os EUA tem 98 usinas, a França tem 56  reatores nucleares operacionais, a Rússia tem 36 + 10 em construção, China 58 + 28 em construção e o Irã 4 usinas potenciais. O Brasil tem 2. 

Como não sou especialista no assunto, não tenho a menor ideia do que pode acontecer numa Terceira Guerra Mundial. Espero que a paz seja duradoura.

Mas acredito que Israel não entrou nessa guerra descuidado das motivações e ameaças do Irã contra o território israelense.  Então, seria prudente que os demais países observassem mais de perto as verdadeiras intenções do Governo iraniano.


Marion Vaz


domingo, 29 de março de 2026

Pessach sem liberdade



Pessach é uma das festividades mais importantes do povo judaico. Ao comemorar a saída do povo hebreu da escravidão no Egito antigo, trazemos a memória todos os acontecimentos que antecederam o evento e que, o Eterno mudou o destino do povo de Israel.

A promessa feita ao patriarca Abraão tornou-se realidade pelas mãos de Moisés, que tirou o povo do Egito e o guiou pelas areias quentes do deserto até chegar à Terra Prometida. A comemoração feita no Pessach daquele episódio, é hoje reconstruída por famílias judaicas em todos os países ao redor do mundo.

O acender as velas, o matzá, as ervas amargas, o vinho e toda a história é contada no passo a passo, para memória do quanto o Eterno abençoou seu povo e para conscientização das futuras gerações da importância dos rituais e tradições, que destacam o povo de Israel.

Pessach é a festa da liberdade, do movimento de saída, da fé nas promessas do Eterno, da conquista de um território. Pessach é mais que um ritual, ele conecta passado e presente. É o sonho tornando-se realidade. E assim, o povo judaico vem alcançando seu status de povo livre e independente. Quer conhecer um pouco mais sobre a história de Israel? clique aqui.

Interessante notar que as determinações de D-us incluíam um ritual de proteção. O sangue dos animais foi exposto nos umbrais de cada lar dos hebreus, como um aviso para o "anjo da morte" que iria passar naquela noite ferindo os primogênitos de cada família egípcia. Ao ver o sangue ele seguiria adiante sem tocar em nenhuma pessoa ou animal daquela residência.

Esta foi a última "praga" das 10 que sobreveio nas terras do Egito antigo, para que Faraó entendesse que deveria deixar o povo de Israel sair em busca da Terra Prometida. Com o Pessach chegando, o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu aos judeus de todos os países que tomassem cautela e escolhessem lugares apropriados para festejar o Pessach. 

Devido ao conflito com o Irã e grupos terroristas no último mês e os frequentes atentados contra a população civil em áreas totalmente residenciais em Israel, seria provável que houvesse ataque em massa durante o Pessach. 

A festa da Liberdade esse ano tem restrições para proteção do povo judaico ao redor do mundo.  O Eterno tem propósitos definidos para o povo Dele. Mas vale lembrar aos inimigos de Israel que o "anjo da morte" também está de prontidão.  Como se fala aqui no Brasil #ficaesperto e não provoca o Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

Chag Sameach


Marion Vaz


quinta-feira, 19 de março de 2026

Irã lança mísseis contra Jerusalém e locais sagrados



Jerusalém é sagrada. A cidade é a capital de Israel e principal destino para turistas que visitam Israel. Muitos dos acontecimentos relatados nos textos bíblicos aconteceram em Jerusalém e seus arredores. E nela que encontramos os principais centros culturais e religiosos das três grandes crenças do mundo: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

Mas isso não deteve o Irã em sua fúria contra Israel.  Ele que atacou Jerusalém sem piedade, lançou seus mísseis direcionados à cidade murada num total desrespeito a judeus, cristãos e muçulmanos.  O sistema de defesa Iron Dome foi ativado para destruir o missel direcionado ao Monte do Templo, onde hoje se encontra o Domo da Rocha - principal local religioso de orações para os árabes israelenses que vivem em Israel.

Estilhaços caíram sobre a cidade murada em locais específicos onde a população civil costuma se encontrar, o que nos leva a acreditar que o ódio não é apenas contra os judeus e sim contra as três maiores religiões do mundo.


Monte do Templo - Imagem da Google

O Domo da Rocha não foi atingido por causa da intervenção do Sistema de Defesa de Israel, mas estilhaços caíram a exatamente dois metros da construção. Não houve vítimas no local. 

O segundo grupo de estilhaços caiu no bairro judaico a poucos metros da Sinagoga de Hurva - centro religioso e da história do povo judaico. 


Sinagoga de Hurva - Imagem da Google

O terceiro estilhaço alcançou um prédio bem ao lado da Igreja do Santo Sepulcro. O local sagrado para o Cristianismo quase foi atingido.  Não houve respeito, nem com a população civil que transita diariamente por estes espaços sagrados para devotar sua fé, nem com a cultura ou tradições. Apenas ódio! 


Igreja do Santo Sepulcro - Jerusalém - Imagem da Google

Israel atacou bases militares no Irã e não a população civil. Israel não quer exterminar o Irã. Quer desarmá-lo exatamente por causa desse sentimento impiedoso contra a humanidade. Se o Irã odeia tanto Israel. por que atacar a Igreja do Santo Sepulcro ou o Domo da Rocha no Monte do Templo? Por que colocar vidas em perigo que estavam ali apenas rezando?

Outros 50 ou mais projéteis e estilhaços vindo do Irã e Hezbollah, caíram na região central de Israel,  ocasionando acidentes e mortes nos locais.  Este tipo de parceria já demonstra os laços afetivos com os terroristas e sua causa de intimidar Israel.  

Em contraste com os últimos acontecimentos na Terra Santa não há intervenção ou reação da Mídia no assunto em favor de Israel. Mas isso já era de se esperar, né? O que tem acontecido mesmo são as fake News mostrando destruição no país como entretenimento.  O que eu posso dizer para tais vídeos: vai sonhando...

Porque enquanto a guerra acontece, a população israelense vivencia os sobressaltos, confiando em dias melhores. Sobreviver faz parte da rotina diária.  

Enquanto tais grupos tentam dizimar povos, Israel segue em busca da paz e luta para preservar não só a sua própria fé e tradição, mas também a cultura e os locais sagrados de todas as demais religiões.  

Oremos pela cidade de Jerusalém, pela paz, prosperidade e segurança do povo judaico.

Am Israel Chai


Marion Vaz


Ps. Optamos em não colocar imagens dos locais atingidos e apenas imagens da Google como referência.



sexta-feira, 6 de março de 2026

Israel em guerra... de novo!



Benjamin Netanyahu

Shalom tá difícil de se colocar em prática. Israel está novamente envolvido numa guerra, e agora em parceria com os EUA. Alvos militares e nucleares no Irã foram bombardeados. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump afirmou que as operações de combate continuarão até que todos os seus objetivos sejam alcançados.

Um dos bombardeios matou o líder do país iraniano aiatolá Khamenei que estava no poder desde 1989.  As Forças de Defesa de Israel (IDF), informaram que mísseis foram disparados do Irã em direção a Israel. A população recebeu notificação no celular e sirenes tocam para que o povo possa se abrigar e ficar em segurança.

Teerã

As ofensivas israelenses contra o Irã vão continuar nas próximas semanas. As operações militares também se intensificaram ao longo da fronteira com o Líbano. expandindo a guerra contra o grupo terrorista Hezbollah.

Ataque aéreo israelense ao sul de Beirute

Cidades israelenses também sofreram ataques de mísseis. Alertas em Jerusalém, Tel Aviv e Beit Shemesh. Esquadrão antibombas de Jerusalém conseguiu neutralizar uma ogiva de um míssil iraniano que caiu num parque próximo ao Jaffa Gate.


 Beit Shemesh 


Segundo Gustavo Maultasch em seu texto no jornal Gazeta do Povo, o conflito é mais simples de entender do que parece. Ele analisa algumas das razões morais e compara outras guerras e opiniões sobre Israel que são verbalizadas, a fim de neutralizar Israel como nação. Pelo menos foi o que eu entendi.

Argumenta que, se por um lado Israel fez acordos de paz com diversos países para manter seguro seu território, por outro lado, o Irã compactua com grupos terroristas e financia a guerra contra Israel. Gustavo termina seu texto com a seguinte declaração: "Israel quer viver e seus inimigos odeiam mais Israel do que amam a própria vida."

As opiniões divergem nos comentários sobre o assunto porque há oposição à existência de Israel em seu território. Mas a minha opinião também é simples: Eu queria paz. Queria que Israel pudesse viver em liberdade na sua própria terra, sem se preocupar com uma possível destruição em massa! Infelizmente, não é essa a realidade e Israel tem que lidar com os seus contínuos "inimigos declarados". 

O meu desejo é que não haja mais perdas humanas em Israel e que voltemos a desfrutar da paz por um período maior de tempo.


Marion Vaz