Mas as eleições em Israel estão marcadas para o próximo mês e os partidos já estão com a pauta na mão, enfrentando seus oponentes. Para Primeiro Ministro de Israel eu votaria em Benjamin Netanyahu, por causa da sua postura em relação à nação como um todo.
A votação para o Parlamento, Knesset, ocorre a cada quatro anos e conta com 120 cadeiras, das quais 16 a 18 pertencem a grupos religiosos como os Haredim e outros. Para conseguir a vitória, o primeiro-ministro precisa de 61 cadeiras.
A coalizão de Netanyahu é composta pelo seu próprio partido de direita, o Likud, Partido Sionista Religioso, do ministro das Finanças Bezalel, partido de direita Poder Judaico, do ministro de Segurança nacional Itamar Ben-Gvir.
Os partidos judaicos ultraortodoxos: Judaísmos Unido da Torá e Shas, deixaram o governo em 2024, mas têm ajudado a sustentá-lo.
Na oposição temos o partido Yashar (Hb. Honesto), de Eisenkot, o partido Juntos de Bennett e Lapid, o partido Israel Nosso Lar de Avigdor Lieberman. Quatro outros partidos que representam a minoria árabe de 20% da população: Hadash, Taal, Raam e Balad. O partido de esquerda Democratas é liderado por Yair Golan.
As controvérsias sobre o melhor governo para Israel têm peso no episódio mais sangrento da história recente de Israel, o 7 de outubro de 2023. Israelenses culpam o atual governo por "não ver os sinais" de alerta de que o Hamas estava se preparando para o ataque.
Sob o governo de Netanyahu, as Forças de Defesa de Israel desmantelaram o território de Gaza em busca dos reféns e dos terroristas do Hamas. E ao norte do país, o exército também atacou as bases de apoio ao grupo terrorista Hezbollah. Os conflitos com o Irã ainda marcados por ameaças e retaliações seguem a passos lentos.
No entanto, segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Rafael Rozenszajn, independente deste cenário de guerras e ataques terroristas, a economia de Israel é a que mais cresce em relação aos países mais ricos do mundo (cerca de 3,5%), podendo chegar a 5,5% neste ano de 2026. A taxa de desemprego está na casa dos 3% e a inflação segue controlada em menos de 2%, e a moeda israelense valorizou em 7%.
O crescimento do PIB está em 15,4%. A exportação de bens e serviços lidera em alta de mais de 35%, cerca de 64 bilhões de dólares.
Voltando ao assunto das eleições: Quem realmente vai ser eleito ou reeleito como Primeiro Ministro de Israel? Não sei.
Mas com certeza, o que se pode fazer é analisar todos os dados e propostas de cada candidato, sua estrutura política e psicológica, transparência financeira, capacidade de liderança, relações estratégicas e laços diplomáticos com outros países e objetivos em comum para a proteção e desenvolvimento da nação israelense.
Marion Vaz
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