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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Gaza - A verdade sempre aparece


Kotel - Jerusalém

Circulou nas redes sociais esta semana um vídeo dos "queridinhos" da Mídia, os moradores da Gaza, correndo pelas ruas do território, mas não porque estavam com fome e tinha chegado um caminhão de mantimentos do tal solidarismo mundial. Não. E também não estavam em guerra, correndo para salvar a própria vida. Não.

O vídeo não mostrava uma população oprimida, choramingando miséria, esquecidos pelo mundo. Não. E também não tinha crianças chorando, desnutridas, sem moradia, pedindo paz porque o futuro delas estava ameaçado. Não. O vídeo também não mostrava as mulheres de Gaza, correndo com crianças agarradas na cintura fugindo até dos terroristas do Hamas. Não!

O vídeo também não mostrava trabalhadores pedindo emprego, igualdade social, questionando o governo atual (Hamas) ou qualquer intervenção política dos seus "padrinhos" e outros países que, com certeza, continuam enviando ajuda humanitária para os "necessitados". Não!

O vídeo que circulou na Internet mostrou uma população insane, querendo guerra, e pasmem: A volta do 7 de outubro! Isso mesmo! Os "coitadinhos" de Gaza corriam pelas ruas com cartazes, filmando e postando sua reivindicação para a desgraça alheia! Influenciando uns aos outros a buscar oportunidade para a morte e degradação moral e física dos israelenses! Sim! 

Aqueles que a Mídia mostrou durante meses a fio como inocentes, desnutridos, sem pátria, que estavam até em risco de extinção (nem sei quem teve esse tipo de raciocínio) por causa da busca incansável de Israel pelos reféns e a destruição do Hamas, estavam pedindo o retorno da guerra!

O que nos mostra claramente com que tipo de pessoas estamos lidando. Há cerca de 1000 dias atrás, quando os israelenses foram atacados, mortos e viol@dos fisicamente, as nações do mundo não se compadeceram de Israel, fizeram vista grossa a toda aquela desgraça, só para acudir a população de Gaza. E agora, a verdade aparece, não apenas para Israel, mas para o mundo inteiro, sob as reais intenções dos moradores no território de Gaza que são amigos dos terroristas e incentivam a guerra.

Com certeza não haverá mais outro dia tão avassalador e cruel como o dia 7 de outubro de 2023. O ataque que os terroristas do Hamas fizeram contra Israel, pode ser colocado lado a lado com o Holocausto, devido a crueldade, malícia e completo ódio contra a vida humana.  Só quem ama o povo de Israel conhece a dor, a angústia e o desespero da população que vivenciou tal infâmia.  Os demais fingem surpresa.

O recado para tais intenções é um só:  7 de outubro nunca mais! Israel está preparado e não vai colocar limites para proteger a população e o território.  

Os reféns sobreviventes que voltaram para Israel, estão vivos para contar toda a verdade do que passaram em Gaza e pelas mãos dos terroristas. Estão se cuidando e pedindo forças a D-us para seguir em frente. O caminho é longo mas eles vão conseguir.

E enquanto Gaza comemora os 1000 dias do ataque terrorista pedindo desgraça, Israel segue o curso da vida em busca da paz, do bem estar do seu povo, vitórias em jogos macabeus, música, esporte, conquistas no campo científico e tecnológico. 

Israel tem promessas do Eterno que estão se cumprindo. Shalom.


Marion Vaz


domingo, 8 de junho de 2025

Gaza não é uma Riviera

 


O que me assusta nessa nova geração de ativistas é a falta de compreensão da realidade. Nos últimos dias só se fala da proeza da uma ativista e seus companheiros de viagem, incluindo o brasileiro Thiago Ávila, querendo chegar a Gaza.

Para tal intento, pretendem furar o bloqueio israelense e invadir águas não internacionais, visto que o governo israelense detém o controle da costa de Gaza.

A ativista em questão, Greta Thunberg, tem apenas 22 anos de idade e pelo que parece, não tem a menor ideia do que vai encontrar dentro do território de Gaza.

Pelos últimos acontecimentos desde o 7 de outubro em que muitas mulheres e meninas perderam a vida, no atentado terrorista do Hamas, não houve qualquer movimentação feminina externa contrariando tais atos hediondos contra a população de Israel. 

Mas agora, a jovem de 22 anos ganha fama pelo Mídia por sua atitude, que eu considero insensata, de querer entrar em Gaza, como se ali fosse uma Riviera (local agradável e turístico). 

Na verdade, esta bela jovem com um sorriso no rosto segurando uma bandeira do seu partido, é uma afronta à memória das jovens israelenses que foram atacadas violentamente no 7 de outubro. 

E ela quer entrar em Gaza como se estivesse fazendo uma boa ação, um ato de benevolência? O que ela pensa que vai encontrar lá? Como ela acha que vai ser tratada pelos gazenses ou pelos terroristas do Hamas?  Quem vai garantir a segurança dela?    Gaza não é uma Riviera!

O Governo de Israel deve impedir que o barco prossiga em seu intento, até mesmo para proteção da vida dos ativistas. Eu entendo que em muitos comentários nas redes sociais o desejo é que eles entrem em Gaza e tenham uma experiência desagradável como é de se esperar.

Mas como disse antes, este ato ativista é uma afronta a memórias das moças e mulheres que sofreram com o ataque dos terroristas do Hamas.  Querer furar o bloqueio nas águas, chegar a costa e entrar em Gaza é um ato abusivo contra Israel que tenta a todo custo proteger o território israelense.

Ainda existem reféns vivos em cativeiro soterrados em túneis em péssimas condições de vida e ninguém, nenhum ativista faz protesto contra isso.  E essa garota de 22 anos quer provar  o que? Fora que se algo de ruim acontecer, papai e mamãe logo vão aparecer na Mídia para reclamar justiça!

Minha opinião é que Israel mantenha o controle das águas e da costa e impeça qualquer embarcação de se aproximar ou de furar o bloqueio.  Mande o barquinho de volta de onde saíram.  Essa gente tem que aprender a respeitar Israel como nação.