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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Gaza - A verdade sempre aparece


Kotel - Jerusalém

Circulou nas redes sociais esta semana um vídeo dos "queridinhos" da Mídia, os moradores da Gaza, correndo pelas ruas do território, mas não porque estavam com fome e tinha chegado um caminhão de mantimentos do tal solidarismo mundial. Não. E também não estavam em guerra, correndo para salvar a própria vida. Não.

O vídeo não mostrava uma população oprimida, choramingando miséria, esquecidos pelo mundo. Não. E também não tinha crianças chorando, desnutridas, sem moradia, pedindo paz porque o futuro delas estava ameaçado. Não. O vídeo também não mostrava as mulheres de Gaza, correndo com crianças agarradas na cintura fugindo até dos terroristas do Hamas. Não!

O vídeo também não mostrava trabalhadores pedindo emprego, igualdade social, questionando o governo atual (Hamas) ou qualquer intervenção política dos seus "padrinhos" e outros países que, com certeza, continuam enviando ajuda humanitária para os "necessitados". Não!

O vídeo que circulou na Internet mostrou uma população insane, querendo guerra, e pasmem: A volta do 7 de outubro! Isso mesmo! Os "coitadinhos" de Gaza corriam pelas ruas com cartazes, filmando e postando sua reivindicação para a desgraça alheia! Influenciando uns aos outros a buscar oportunidade para a morte e degradação moral e física dos israelenses! Sim! 

Aqueles que a Mídia mostrou durante meses a fio como inocentes, desnutridos, sem pátria, que estavam até em risco de extinção (nem sei quem teve esse tipo de raciocínio) por causa da busca incansável de Israel pelos reféns e a destruição do Hamas, estavam pedindo o retorno da guerra!

O que nos mostra claramente com que tipo de pessoas estamos lidando. Há cerca de 1000 dias atrás, quando os israelenses foram atacados, mortos e viol@dos fisicamente, as nações do mundo não se compadeceram de Israel, fizeram vista grossa a toda aquela desgraça, só para acudir a população de Gaza. E agora, a verdade aparece, não apenas para Israel, mas para o mundo inteiro, sob as reais intenções dos moradores no território de Gaza que são amigos dos terroristas e incentivam a guerra.

Com certeza não haverá mais outro dia tão avassalador e cruel como o dia 7 de outubro de 2023. O ataque que os terroristas do Hamas fizeram contra Israel, pode ser colocado lado a lado com o Holocausto, devido a crueldade, malícia e completo ódio contra a vida humana.  Só quem ama o povo de Israel conhece a dor, a angústia e o desespero da população que vivenciou tal infâmia.  Os demais fingem surpresa.

O recado para tais intenções é um só:  7 de outubro nunca mais! Israel está preparado e não vai colocar limites para proteger a população e o território.  

Os reféns sobreviventes que voltaram para Israel, estão vivos para contar toda a verdade do que passaram em Gaza e pelas mãos dos terroristas. Estão se cuidando e pedindo forças a D-us para seguir em frente. O caminho é longo mas eles vão conseguir.

E enquanto Gaza comemora os 1000 dias do ataque terrorista pedindo desgraça, Israel segue o curso da vida em busca da paz, do bem estar do seu povo, vitórias em jogos macabeus, música, esporte, conquistas no campo científico e tecnológico. 

Israel tem promessas do Eterno que estão se cumprindo. Shalom.


Marion Vaz


quinta-feira, 11 de junho de 2026

Israel, um choque de realidade


Israel é um dos destinos mais envolventes para quem deseja aventura, conhecimento e choque de realidade. Calma, eu explico. Esta semana vi uma parte de um vídeo no Youtube sobre Jerusalém. E sim, parei de assistir logo que percebi que o intuito era denegrir a imagem de Jerusalém. 

Deixei meu comentário avisando as demais pessoas que o texto do vídeo era incompatível com a realidade e a convivência pacífica dos diversos grupos religiosos que compõem a demografia da Capital de Israel. Mas esse tipo de antissemitismo está em toda parte e inúmeros grupos espalhados no mundo inteiro postam comentários e vídeo tendenciosos para iludir as pessoas sobre o que realmente acontece em Israel. 

E visitar a Terra Prometida vai ser uma experiência maravilhosa se você pisar no solo sagrado com o coração aberto. A emoção toma conta logo no aeroporto de Ben Gurion em Tel Aviv e confesso que o tempo é curto para vivenciar cada detalhe, cada local e todas as experiências que o país reserva para os turistas.

E achei muito interessante quando vi os posts de um rapaz nas redes sociais, contando sobre suas expectativas e o choque de realidade quando chegou em Israel. E visitar o país atravessando cidades, ruas, vales e desertos podemos reconhecer que muitos dos fatos e notícias que a Mídia transmite NÃO são verdadeiras.

Israel é um país para ser visitado e Jerusalém, uma cidade para se reencontrar de forma religiosa ou neutra consigo mesmo.  A vida diária de Jerusalém e sua diversidade nos convida a preencher os espaços que a imaginação deixa em aberto. 

Uma cidade de paz, de respeito mútuo, de convivência pacífica onde judeus, cristãos e muçulmanos compartilham os mesmo espaços públicos e meios de locomoção, hospitais, comércio e lazer.  E por bênção do Eterno eu pude ver isso pessoalmente.

E Israel recebe de braços abertos todos aqueles que vêm, ficam ou vão em paz. O Ministério de Turismo de Israel se preocupa com o bem estar de cada visitante, agilizando sua integração através de mapas, placas, auxílio aos grupos de turismo, caixas eletrônicos em toda parte, facilidade na aquisição de ticket de transporte público, restaurantes, mercados e lojas e mesmo que você não fale hebraico, vai conseguir se comunicar em inglês e outros idiomas.

Israel mantém sua religiosidade, tradições, rituais e festividades, mas também protege e respeita locais sagrados de outras religiões, os quais estão abertos à visitação pública. E sim, tem momentos de tensão quando as sirenes tocam para que a população busque abrigo. E sim, pode acontecer a qualquer momento porque os inimigos de Israel não dão descanso.

Mas, se o medo te impedir de viajar para Israel, você vai deixar de vivenciar experiências incríveis, anos de história, cultura, lazer e momentos de devoção religiosa que não vai encontrar em nenhum outro lugar.  A escolha é sua. Shalom.


Marion Vaz



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O último herói de volta para casa

 

Israel recupera o corpo do ultimo soldado israelense que ainda estava em Gaza, desde o fatídico ataque terrorista em 7 de outubro de 2023. O corpo de Ran Gvili voltou para casa fechando um ciclo de expectativa pelo retorno de todos os israelenses mantidos em cativeiro pelos terroristas do Hamas.

Que o seu nome seja lembrado para sempre como símbolo de coragem e serviço em prol do povo e da nação de Israel. O Eterno console os familiares.

Fecha-se um ciclo de busca e resgate que o Governo de Israel manteve o tempo todo e com grande empenho. Mas, de forma alguma esqueceremos o que aconteceu em 7 de outubro. Não esqueceremos e não perdoaremos.


Marion Vaz

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Chanucá e o milagre das luzes



Chanucá é a festa das luzes, do entendimento, do milagre, da dedicação. A festa é comemorada com o acendimento das velas do Menorá. A festa nos convida a ter esperança, a confiar no Eterno. Mas também nos envolve de gratidão.

A festividade dos judeus começou há muito tempo atrás, quando Jerusalém foi conquistada pelos Macabeus. Chanucá é liberdade de religião, sem medo de se expor. A festa das luzes é levada para as ruas, para ser vista por todos.

A luz que resiste nos tempos mais desafiadores, nos ensina a não ter medo de defender nossas raízes, nossas tradições.  A história de Chanucá fala de valores, de temores, mas também de força e coragem.  Luta e fé, orações e agradecimentos.


Chag Sameach


Marion Vaz


terça-feira, 3 de junho de 2025

Jerusalém - Uma história, um legado

 

Jerusalém é a capital de Israel tanto no sentido nacional como no religioso. O texto bíblico já informava que a cidade deveria ser o centro das nossas orações: "Orai pela paz em Jerusalém" Salmos 122.6. Assim, desde os tempos bíblicos a cidade do D´us vivo (Ezequiel 5.5) já celebrava a sua existência.

Hoje, Jerusalém se eleva dentre as cidades de Israel em número populacional. O turismo indica altos índices de visitação em todas as épocas do ano. As três festas anuais Pessach, Sucot e Shavuot são comemoradas pelos residentes e judeus de todas as partes do mundo. 

Iom Yerushalaim é uma festa importante, um marco na história, uma conquista, um legado para as futuras gerações. "Jerusalém é nossa!" foi o grito de independência em 1967 quando a cidade foi unificada para sempre. Desde então, comemoramos o Dia de Jerusalém com festas, músicas e muita alegria nas ruas.

Para o povo judaico nunca houve um distanciamento, um parênteses, uma pausa no sentimento em relação a Jerusalém. A cidade tem um legado espiritual. Observamos isto no relato do livro de Neemias, quando ele vivendo em outro território colocou no seu coração reconstruir a cidade e os muros de Jerusalém.

O coração chorou ao saber do estado lastimável em que a cidade e os moradores estavam. Ele pranteou e orou por muito tempo. Ele queria fazer algo de especial, de palpável, de relevância na história. Neemias investiu num projeto de reconstrução, de durabilidade, em que Jerusalém pudesse se reerguer.

Hoje, a capital israelense supera todas as expectativas de quem aterriza em Israel. Ela é linda, religiosa, alegre e cheia de eventos que ecoam mundo afora. Jerusalém está edificada como uma cidade bem sólida" (Salmos 122.3).

O prefeito de Jerusalém, Moshe Lion, tem se empenhado em projetos de infraestrutura e urbanização por todos os bairros da cidade.  Assim, Jerusalém está crescendo a cada dia. E como o próprio nome indica: um lugar de paz.

"Regozijai-vos com Jerusalém e alegrais-vos por ela, vós todos que a amais..." Isaías 66.10

Chag Sameach


Marion Vaz

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Devolvam os reféns, devolvam a nossa "Arca da Aliança"


Família Bibas

Desde o ataque sorrateiro do grupo terrorista do Hamas ao território de Israel em 7 de outubro de 2023 e todas as atrocidades cometidas contra a população, meu coração está triste. Sim, confesso que me preocupo com as famílias das vítimas, as crianças que sofreram com tanta violência, as mulheres que ainda estão reféns em Gaza e toda a população de Israel que tenta seguir a passos lentos, um dia após o outro.

Lembro de estar em Jerusalém em outubro do ano anterior (2022) e como fiquei feliz em participar do dia a dia, da festa de Sucot e de orar junto ao Muro Ocidental só agradecendo ao Eterno por estar ali. E um ano depois fomos agredidos de forma brutal, quando nosso espaço territorial foi invadido e famílias foram massacradas pelo Hamas. 

E agora, a Mídia fica policiando nossas palavras porque os termos parecem muito fortes. E como descreveremos tudo o que aconteceu sem usar os termos corretos que mostram a gravidade do atentado? Muitas imagens só aparecem nas redes sociais se o internauta autorizar. 

Entendo a sensibilidade de algumas pessoas e suas limitações para cenas fortes, que poderiam gerar um desconforto emocional e até mesmo um mal estar físico. Foi muito difícil pra mim olhar algumas cenas e acredito que nem tudo foi mostrado ao público, até mesmo para resguardar as vítimas e familiares.

E o fato de cenas fortes serem ignoradas pelos internautas não quer dizer que não aconteceram. Mas é assim que a Mídia se comporta em relação a Israel, ditando as regras e orientando o comportamento da opinião pública. E consequentemente, os agressores ficam impunes. E quando Israel contra-ataca para se defender, a opinião pública toma partido dos simpatizantes da causa terrorista e acusa Israel de ser o opressor.

O Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu é condenado por "crime de guerra" (?)  e de "crime contra a humanidade" cometidos em Gaza?  Nós só queremos os reféns de volta em casa!  124 países signatários do TPI  foram envolvidos na trama e com tanta tecnologia, nenhum deles achou os reféns. O Governo Israelense reagiu e chamou a medida de antissemita. 

Parece piada, mas também resolveram emitir um mandato de prisão para o líder palestino do Hamas!?? Eu queria saber quem é essa pessoa corajosa que vai lá prender o terrorista!?  Ai eu sou obrigada a usar de ironia:  Vai lá prender ele!  Não dá porque ele já está morto! 

É obvio que nesta guerra que o Hamas começou, houve perdas significativas para a população de Gaza. Mas o Hamas não está interessado num cessar fogo. É mais lucrativo continuar enviando mísseis contra Israel. Mas se tem dinheiro pra fabricar misseis e construir túneis, não tem dinheiro pra comida, nem remédios e nem água? Interessante. 

Mas fico com uma dúvida: Dos 124 países signatários do TPI  alguém mandou ajuda humanitária para Gaza? A comida chegou para a população?  

Mas enfim, eu não acredito que a população de Gaza não saiba aonde estão os reféns. Alguém sabe.  Só que por cultura religiosa eles usam os reféns como troféus! Onde está a família Bibas?  Onde estão os nossos meninos ruivos?  Então, eu sou obrigada a gritar: Devolvam a nossa Arca da Aliança!  

A história bíblica registrada em 1 Samuel 5 fala sobre a Arca da Aliança raptada pelos Filisteus e levada para o território inimigo. E o relato bíblico é bem simples de entender:  "E sucedeu que, desde que levaram a Arca da Aliança para lá, a mão do Senhor veio contra aquela cidade, com muito grande vexame; pois feriu os homens daquela cidade, desde o pequeno até o grande; e nasceram-lhe tumores. E os homens que não morriam eram tão feridos que o clamor da cidade era muitíssimo alto".

E vale lembrar também que o último hebreu criado no Egito fez um grande estrago por lá ao se tornar adulto (Êxodo 7).  O tempo está acabando!

Parece mesmo que o mundo já esqueceu da última praga que ocorreu e que Covid 19 é coisa do passado e que estamos imunes!  Eu confesso que não tenho toda essa confiança.  E por questões humanas e religiosas prefiro ser uma pessoa melhor a cada dia. 

Só que quando se trata de Israel e do bem estar do povo judaico tenho minhas diretrizes bem definidas e não posso ignorar todas as atrocidades que o Hamas cometeu contra o meu povo.

O tempo acabou!

Devolvam os reféns, devolvam a nossa Arca!


Marion Vaz  



segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Chanucá - A Festa das Luzes

 


A festa das luzes nos chama atenção para o milagre, para a tradição judaica, para a confiança na providência divina quando se já não tem esperança. 

Chanucá nos orienta a buscar paz dentro de nós mesmos, porque o Eterno não deixou faltar o azeite.  

A Menorah ficou acesa naqueles oito dias. 

Festividades judaicas tem base na história bíblica, literária e fontes antigas. E o que aconteceu numa aldeia em Modiim, como a luta por liberdade e justiça chegou até Jerusalém. 

A história da dedicação do Templo e reinício do serviço num tempo longínquo, pode ser contada passo a passo nos dias de hoje. 

E é o que nos inspira a perpetuar nossas tradições, nossa cultura e nossa fé e esperança nas gerações futuras.

Chag Chanucá

Chag Sameach



sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Jerusalém, uma cidade repleta de flores

 











Jerusalém é uma cidade repleta de parques, jardins e flores das mais variadas cores. 
Um encanto para os olhos e a alma.



sábado, 5 de março de 2022

Por que Davi matou golias?

Uma das batalhas mais interessantes narradas no texto bíblico é sem dúvida aquela em que um jovem se dispõe a guerrear com o opressor de Israel (1 Sm 17). Davi, um jovem com coragem bastante para encarar um gigante e Golias, um guerreiro audacioso e cheio de confiança na sua própria força.

Talvez a diferença estivesse mesmo naquilo ou em quem se depositava a confiança. Davi não participava daquela guerra, não tinha armadura e muito menos idade suficiente para ingressar no exército de Israel. Estava ali para fazer um favor ao pai, para saber como estavam os irmãos e levar suprimentos. 

Ele chega como um entregador e ouve as palavras ofensivas de Golias em relação ao D-us de Israel e o povo. Por quarenta dias o guerreiro filisteu ofende e desafia o exército do D-us Todo Poderoso. Com certeza os homens estavam desanimados e mortificados de medo. Palavras mudam o nosso modo de pensar e interferem nas nossas escolhas.

E Davi fica indignado ao ouvir as agressões verbais. E mesmo que o rei Saul tivesse feito promessas e até a mão de sua filha em casamento para quem conseguisse vencer seu oponente, nenhum homem se apresentou para a batalha.

Então, Davi resolve se intrometer.  As palavras de ódio que proferiu mostram a sua revolta: "quem é este incircunciso filisteu para afrontar o exército do Deus vivo?" (17.26). Talvez o dispositivo que faltava fosse mesmo a indignação por causa da maneira como foi tratado.

Mas, voltando ao tema do artigo de hoje: por que Davi, apesar das suas limitações, se dispõe a enfrentar um gigante visivelmente forte? Podemos ler na história bíblica que Davi era considerado o menor da casa de seu pai e que seus irmãos também não lhe tinham respeito.

Assim que o viram conversando com outros soldados vieram tirar satisfação. E foi Eliabe, o irmão mais velho, que descreve com ironia e desprezo, a função de Davi em cuidar das ovelhas da casa (17.28). Podemos perceber que Davi enfrentou situações adversas dentro do seu próprio lar. E como não bastasse o desprezo dos irmãos, ainda ouvia os risos e ofensas de Golias ao se referir a Israel como um povo covarde.

Ao se apresentar ao rei Saul fala confiante de suas conquistas: matei um leão e um urso. É possível que alguém diga que é irrelevante, que não se pode comparar tais façanhas a liderar uma batalha em campo aberto. E Davi experimenta uma armadura que não cabe nele, que incomoda. Então resolve agir por conta própria e suas suas próprias armas.

Posso imaginar todo o exército recuando e Davi ali, sozinho, com uma espécie de estilingue e cinco pedras que pegou num riacho. Nada promissor. A afronta verbal recomeça e Golias ri alto, desprezando o filho de Jessé. 

E Davi profere as palavras mais lindas e mais sincera de toda a sua alma: "Tu vens a mim com espada, e com lança e com escudo. Porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, a quem tens afrontado".

Não eram palavras simples. Era um ato de fidelidade, de compromisso, de quem sabia de onde viria a sua vitória.

E por que ele mata um gigante? Para que todos soubessem que há D-us em Israel. 


Marion Vaz

 

domingo, 17 de outubro de 2021

Aliah - O Retorno a Pátria




Aliah, o termo que em hebraico significa "subida", define bem o movimento dos judeus em direção à terra de Israel. Desde os tempos bíblicos havia este sentimento de habitar na terra prometida a Abraão, Isaque e Jacó. 

A Lei do Retorno consiste em que todo judeu, seu cônjuge, filhos e netos tem direito de fazer Aliah. Todo judeu que optar pela imigração, parte de seu país de origem para Israel e contribui de maneira distinta para o crescimento da população israelense no território.

E no decorrer da história podemos notar que houve inúmeras tentativas desse retorno e temos número considerável de judeus, em épocas e contexto diferentes, retornando à pátria.

Indiscutivelmente, posso afirmar que, uma nova sociedade foi formada muito antes de 1948 quando Israel finalmente conseguiu sua independência política. Havia um sonho sionista em curso na mente e no coração daqueles que já habitavam no território e também daqueles que lutavam para a criação do Estado de Israel.

A Aliah impulsionou a base política, econômica e cultural da sociedade judaica bem como o crescimento demográfico do país, tão importantes nos primeiros anos de independência. O desenvolvimento de instituições sociais, riquezas culturais e prosperidade tecnológica deve-se aos milhares de engenheiros, acadêmicos, cientistas, artistas e capital humano de todas as demais áreas que contribuíram de forma única para fortalecer Israel.

As ondas de imigração que começaram por volta de 1882, considerada a primeira aliah, prosseguiram nos anos seguintes 1904, 1914, 1918, 1924, 1929, 1949, 1950, 1954, 1984, 1990 e 1991. 

Mas a Lei do Retorno não se baseia no regresso em massa de judeus para o território de Israel visando crescimento demográfico desordenado. Hoje, existe um processo de inscrição, um programa de aceitação, acompanhamento, direitos e benefícios para o olim em sua nova jornada. 

A Aliah não é uma guerra do retorno, mas um processo assistido desde o primeiro contato. Não se trata de uma recolocação territorial, trata-se de um acolhimento. Quando uma pessoa ou família chega em Israel ela é abraçada pelo país, e uma instituição já se incumbiu de organizar a sua entrada, o voo, curso de hebraico e outros benefícios que poderão facilitar a sua estadia e adaptação nos primeiros meses.

Os novos residentes vão enfrentar desafios desde a escolha do tipo de comunidade em que querem ingressar à adaptação a cultura, sociedade e até mesmo as diferenças climáticas. Há quem diga que um ano é pouco para se adaptar totalmente, mas, que a escolha pessoal de viver em Israel, de fazer parte da sociedade judaica vai, aos poucos, superando todos os conflitos internos.

Outro fator importante refere-se a religiosidade, assim, o retorno à pátria tem sua contribuição espiritual na vida de todos aqueles que fizeram aliah no passado e nas pessoas que chegam a Israel todos os anos. E independente do grau de religiosidade, todos os olim estão debaixo da mesma atmosfera e são participantes das bênçãos do Eterno.


Marion Vaz










segunda-feira, 5 de outubro de 2020

No Próximo Ano... Em Jerusalém

 

Israel é e sempre vai ser o sonho de todos nós. Milhares de pessoas no mundo a fora tem esse desejo de conhecer a Terra Prometida e muitos destes já tiveram esta oportunidade. E não há nada de errado em sonhar, desejar e orar desesperadamente para concretizar o propósito do coração. Israel é logo ali. E se se tem algo que eu aprendi é que: "Há tempo para todo propósito debaixo dos céus" Eclesiastes 3.

Imagino que o povo hebreu que saiu do Egito em direção a promessa não tinha ideia do que iria encontrar ali, das guerras que iriam enfrentar, dos povos e culturas que ameaçariam a fé, a posse e confirmação do desejo do Todo Poderoso de que os descendentes de Yaakov herdassem a terra de Israel. Quarenta anos no deserto, foram tempos difíceis e decisivos para as 12 Tribos. Tempo de aprendizado. Tempo de fortalecer as mãos para a guerra. Tempo de aprender a confiar no Eterno. Imagine então, em todo período da história bíblica e moderna, todo o trabalho e adversidade que se enfrentou para se manter firme, com os pés fincados na Terra Prometida?

E criar raízes tem sido uma luta diária para os olim que chegam através da Aliá também. Alguns levam mais de um ano para se acostumar. É normal. Afinal, uma cultura nova, idioma novo e uma vida diferente do seu país de origem. Blog, vídeo e artigos online confirmam que apesar das dificuldades momentâneas, todos sentem que foram vocacionados para estar ali.

Visitar Israel como turista não deixa de ser uma experiencia única. Pessoas do mundo inteiro chegam a Israel já com o coração cheio de emoção. E não tem como negar a respiração ofegante, os olhos cheios de lágrimas e aquele desejo de desfrutar ao máximo tudo o que o país oferece aos seus visitantes. Então, entendo que não se precisa de muito para ser feliz. 

Seria interessante que a comercialização e preços das viagens a Israel pudessem ser mais acessíveis para que as pessoas não tivessem que esperar tanto tempo para realizar um sonho! 

De qualquer formar continuamos a repetir em nossos corações esta frase, como uma canção que alimenta a alma:

Hashana Habaa Yerushalayim - No próximo ano em Jerusalém. 

Shalom


Marion Vaz


Eretz Israel no Instagran - Apaixone-se https://www.instagram.com/eretzisrael.com.br/



sábado, 3 de agosto de 2013

Israel - Um país com tecnologia de ponta



"Veja a​baixo algumas das milhares invenções nascidas em Israel nas áreas de educação, tecnologia, medicina e muitas outras.
 
 
Educação
Israel possui a maior proporção de cursos universitários para a população do mundo.
Israel produz mais artigos científicos per capita do que qualquer outra nação por uma larga margem - 109 por 10.000 pessoas - bem como uma das maiores taxas per capita de patentes.
Vinte e quatro por cento da força de trabalho em Israel, possui nível superior - ocupando o terceiro lugar no mundo industrializado, atrás dos Estados Unidos e Holanda - e 12 por cento são mestres e doutores.
Israel possui mais museus per capita do que qualquer outro país
Tecnologia
Em uma base per capita, Israel possui o maior número de pequenas empresas de biotecnologia.
Com mais de 3.000 empresas de alta tecnologia e em fase de arranque, Israel possui a maior concentração de empresas de high-tech do mundo (com exceção do Vale do Silício).
Israel tem o maior percentual no mundo dos computadores domésticos per capita.
O telefone celular foi desenvolvido em Israel pela Motorola, que tem seu maior centro de desenvolvimento em Israel.
A maior parte do sistema operacional Windows NT foi desenvolvida pela Microsoft-Israel.
A tecnologia do chip Pentium MMX foi projetado na Intel em Israel.
A tecnologia do correio de voz foi desenvolvida em Israel.
Economia
Em proporção à sua população, Israel possui o maior número de empresas iniciantes no mundo. Em termos absolutos, Israel possui o maior número de companhias que qualquer outro país do mundo, exceto os EUA (3.500 empresas principalmente em hi-tech).
Israel está rankeado # 2 do mundo para os fundos de venture capital logo atrás os EUA.
Fora dos Estados Unidos e Canadá, Israel possui o maior número de empresas na NASDAQ.
Israel tem o maior nível de vida médio no Oriente Médio. A renda per capita em 2000 foi de US $ 17.500, superior à do Reino Unido.
A economia de Israel de US $ 100 bilhões é maior do que todos os seus vizinhos mais próximos combinados.
Israel tem a terceira maior taxa de empreendedorismo – e a maior taxa entre as mulheres e entre pessoas com mais de 55 - no mundo.
Segurança
Com um arsenal aéreo de mais de 250 F-16s, Israel tem a maior frota de aeronaves fora os EUA.
Política
Israel é a única democracia liberal no Oriente Médio.
Em 1984 e 1991, Israel transportou um total de 22.000 judeus etíopes em situação de risco na Etiópia
Quando Golda Meir foi eleita Primeiro Ministro de Israel em 1969, tornou-se líder eleito o segundo do sexo feminino nos tempos modernos.
Israel foi o primeiro país do mundo a adotar o processo Kimberly, uma norma internacional que certifica que diamantes são "livres de conflito".
Medicina
Cientistas israelenses desenvolveram o primeiro totalmente informatizado e sem radiação, instrumento de diagnóstico para câncer de mama"
 
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Presidente de Israel completa 90 anos

 
Shimon Peres
 
Nascido em Vichnev (que pertencia a Polônia, mas atualmente faz parte do território da Belarus), em 1923, Peres tinha 11 anos quando se mudou para o território de Israel.
 
 

Aos 29 anos, quatro depois de seu encontro com David Ben Gurion, foi nomeado diretor-geral do ministério da Defesa. Ele foi o responsável pelas poderosas fábricas de armas e indústrias aeronáuticas israelenses.

                                                         
 
Mazal Tov
 

Figura histórica do Partido Trabalhista, fundador de Israel, Peres não hesitou em abandoná-lo para se juntar ao Kadima de Ariel Sharon. De acordo com ele, tomou essa atitude para promover a paz, que seria o objetivo da sua vida.

Várias celebridades estiveram presentes para homenagear Shimon Peres.