segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ódio sem Fronteiras



Terroristas palestinos entraram numa sinagoga Kehilat Yaakov e uma yeshiva no bairro Har Nof de Jerusalém. Munidos com facas, machado e uma arma mataram quatro israelenses, deixando oito em estado grave.




Diante desta tragédia a tristeza tomou conta dos moradores de Jerusalém e a polícia israelense decidiu maior firmeza no trato com os agressores e dois deles foram feridos e mortos no local.



"As dolorosas imagens vistas nos fazem lembrar os piores dias da História Judaica, quando sangue judeu corria pelas ruas, famílias inteiras eram massacradas, sinagogas eram conspurcadas. Inquisição católica, Pogroms, Holocausto, tudo pareciam coisas do passado..."


Mas não. O ódio sem fronteiras estava alí, tomando de assalto vidas que num momento de prece adoravam a D-us. Israel sofreu perdas irreparáveis ao longo da história, mas neste atentado, choramos e lamentamos a morte de nossos irmãos.

Se nas muitas vezes podemos ler ou ouvir declarações humanitárias a favor do povo palestino, pergunto-me aonde ou o que há de humano nas agressões feitas ao povo judeu pelos terroristas que estão a solta. Quando vamos aprender que, apesar de todo avanço tecnológico e social do século XXI, o ódio sem fronteiras sempre encontra um caminho para vitimar a sociedade?

Acredito que o Governo Israelense tem feito o seu papel, mas não seria a hora de mostrar aos terroristas quem realmente manda no país e em todo território?

Não podemos orar no Monte do Templo para evitar provocações... A presença judaica incomoda tanto que em pouco tempo atentados vitimaram jovens e adultos na Cidade Santa... Por que? O que estamos esperando acontecer?


Peço desculpas, mas parece que "dar a outra face" para receber aplausos da Mídia ou das Confederações,  não está funcionando.


Com tristeza...

Marion Vaz






domingo, 9 de novembro de 2014

Terra de Conflitos





Atentado terrorista em Jerusalém





Jovens árabes israelenses entram em choque com a polícia israelense na entrada para a cidade de Kfar Kanna, norte de Israel, neste sábado, 8 de novembro. Milhares foram às ruas no sábado horas depois que o jovem Khayr al-Din al-Hamdan foi baleado pela polícia  (Foto: Ammar Awad/Reuters)

Um grupo de jovens árabes em choque com a polícia israelense na entrada para a cidade de Kfar Kanna, norte de Israel, neste sábado, 8 de novembro. Eles foram às ruas depois que um jovem foi baleado pela polícia (Foto: Ammar Awad/Reuters).

A revolta da população árabe tem se agravado a cada dia. Foi o que aconteceu em Jerusalém com uma onda de atentados que resultou na morte de civis israelenses e muitos feridos. Os incidentes não podem ser considerados casos isolados visto que o próprio líder palestino fez declarações incitando o povo a tomar "qualquer atitude".

Agora, no intuito de descaracterizar o Monte do Templo, desvinculando o local da história bíblica e judaica, palestinos que moram em Jerusalém desejam que jornalista retirem o termo Monte do Templo de seus artigos e reportagens.


O local, que desde a época do patriarca Abraão até os nossos dias tem sido um marco na história judaica, tem sido motivo de disputa entre mulçumanos e judeus. Sendo que os israelenses não podem orar no Monte do Templo segundo as leis do país, para evitar maiores conflitos.




Foi naquele monte que o patriarca Abraão e seu filho Isaque ofereceram em sacrifício ao Eterno uma prova memorável de fé e compromisso com D-us.

 
ACREDITA-SE QUE SEJA A  PEDRA ONDE TERIA SIDO O SACRIFÍCIO DE ISAQUE SITUADA DENTRO DO DOMO

O mesmo lugar foi comprado pelo rei Davi e seu filho, o rei Salomão, erigiu o grande Templo de Jerusalém. Após o retorno do povo do cativeiro e a reconstrução de Jerusalém surgiu ali o Segundo Templo, uma obra gigantesca e a mais impressionante da época, que permaneceu até o ano 70 DEC.




                    




Para a reconstrução da história os muçulmanos transformaram a igreja bizantina erigida no Monte do Templo pelos cruzados católicos, em uma mesquita, alegando ter sido daquele mesmo lugar que o seu profeta Maomé ascendeu aos céus. A Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha são nomes atribuídos à Mesquita de Omar, construída somente por volta de 691 DEC.



               


O Estado de Israel tem uma população estimada em 8.059 milhões (2013),sendo que 80% são judeus e 20% de mulçumanos e outros. No entanto, a minoria árabe insiste em não querer aceitar a presença judaica, principalmente no Monte do Templo. Daí transformarem a cidade numa terra de conflitos.





Em resposta Netanyahu afirmou:  "Que seu governo vai agir contra aqueles que lançarem pedras, bloquearem estradas ou pedirem o estabelecimento de um Estado palestino onde está o Estado de Israel - Não vamos tolerar distúrbios nem revoltas. Qualquer um que não respeitar a lei israelense será castigado com a maior severidade".

A característica mais notável da população de Israel é sua alta diversidade. Apesar da principal divisão dos habitantes do País ser entre Judeus (80%) e Árabes (20%), existem muitas outras subdivisões. Os Judeus, por exemplo, estão subdivididos entre religiosos e laicos, sendo que os últimos incluem várias comunidades de imigrantes que preservam sua cultura. Da mesma forma, os Árabes dividem-se em Muçulmanos, Cristãos e Drusos.

Ao lado destes grupos, Israel possui pequenos grupos étnicos religiosos como os Circassianos e os Samaritanos e pequenas comunidades Cristãs da Europa como os da Comunidade Alemã Beit El em Zikhron Ya´akov.



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Monte do Templo reaberto na manhã de sexta feira


Tensões provocadas pela tentativa de assassinato do rabino Yehudah Glick por um jihadista muçulmano deixa a explanada fechada por 24 horas.
 




 
 
Yehuda Glick é o  rabino fundador e dirigente da iniciativa "Liberdade Judaica para o Monte do Templo",

 
O local foi esta manhã reaberto para que os muçulmanos acima de 50 anos de idade e todas as mulheres pudessem orar na mesquita de al Aqsa.

Palestinos muçulmanos rezam nesta sexta-feira em bairro no leste de Jerusalém, com a Esplanada das Mesquitas ao fundo (Foto: AFP PHOTO / JACK GUEZ)
 
Palestinos muçulmanos rezam nesta sexta-feira em bairro no leste de Jerusalém.
 
A segurança da população continua sendo prioridade  principalmente  neste dia em Jerusalém.
 


Em foto do dia 30 de outubro, palestino mascarado lança pedra contra forças de segurança israelenses em Jerusalém (Foto: Ahmad Gharabçi/AFP)

Em foto do dia 30 de outubro, palestino mascarado lança pedra contra forças de segurança israelenses. O que levou Israel a impor uma pena de 20 anos para pessoas que lançarem pedras.

Benjamin Netanyahu  aumentou as medidas de segurança em toda a Jerusalém: "Dei ordens para que haja um reforço significativo, para que assim possamos tanto manter a ordem em Jerusalém como o status quo nos lugares sagrados."  Declarou o Primeiro  Ministro de Israel.
 
 
 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Niver de Benjamin Netanyahu











                                                                       Mazal Tov


Benjamin Netanyahu
Benjamin Netanyahu
Primeiro-ministro de Israel Israel
Mandato31 de março de 2009 -
AntecessorEhud Olmert‎
Primeiro-ministro de Israel
Mandato18 de Junho de 1996 -
6 de Julho de 1999
AntecessorShimon Peres
SucessorEhud Barak
Vida
Nascimento21 de outubro de 1949 (64 anos)
Tel Aviv
Dados pessoais
PartidoLikud
ProfissãoAdministrador


 





Jerusalém é a Capital Indivisível e Eterna de Israel.




Promovida pelo "Centro de Jerusalém para os Assuntos Públicos" , pesquisas revelam que 76% da população judaica opõe-se a um estado palestino que inclua a divisão da Cidade de Jerusalém.

Diante das críticas e de declarações de norte-americanos, Benjamim Netanyahu, Primeiro Ministro de Israel, bateu o pé e declarou que Jerusalém não é um "colonato", e que Israel continuará a construir na Cidade.


- Aplausos!!!!!!!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Belezas Naturais de Israel

Desert sunrise
Photo: Udi Goren/         

População de Gaza sofre enquanto recursos são usados para guerra

Depois das investidas do grupo terrorista Hamas ao território israelense, cerca de 31 túneis foram descobertos e potencialmente desqualificados para o uso de ataques no sul do país. O uso do material utilizado nas estruturas abre debate para questionar o mal direcionamento de recursos para  a guerra ao invés do bem-estar da população na Faixa de Gaza.


Ao visitar um túnel terrorista construído pelo Hamas, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon foi informado sobre a extensão do abuso estratégico do Hamas de infraestruturas civis, com a finalidade de realizar ataques contra as comunidades populacionais do sul de Israel.  O Hamas optou por investir os seus recursos na construção de túneis de terror ao invés do bem-estar e desenvolvimento da sua própria população.