quarta-feira, 12 de maio de 2010

Yom Yerushalaim - Dia de Jerusalém



Israel comemora hoje Yom Yerushalaim – Dia de Jerusalém, por ocasião do 43º aniversário da anexação da zona leste da cidade por Israel, ocorrido na Guerra dos Seis Dias.




“Durante a tarde, milhares de pessoas, em sua maioria judeus religiosos nacionalistas, sairão às ruas com bandeiras israelenses no centro de Jerusalém com destino ao Muro das Lamentações, na Cidade Velha, um dos locais sagrados do judaísmo.”





“Em virtude de uma "lei fundamental" da Knesset (Parlamento unicameral) aprovada em 30 de julho de 1980, Israel considera que toda Jerusalém é sua "capital indivisível e eterna", incluindo a zona leste, de maioria árabe, conquistada durante a guerra árabe-israelense de junho de 1967”.


O Jornal Haaretz exibi uma matéria para auxiliar os turistas nesta aventura por diversos pontos importantes e históricos da cidade. Mercados coloridos repletos de guloseimas, frutas e verduras estimulam o apetite.


Na Cidade Velha o visitante para no tempo para reviver um pouco da história carregada de significado religioso






Outro local de igual importância é a Via Dolorosa que como um “guia passo a passo” mostra a história de Jesus a caminho da crucificação.







Um passeio ao Muro das Lamentações oferecemos-lhe a chance de lutar pelo direito para encontrar uma rachadura no local mais sagrado do judaísmo, no qual você pode oferecer suas orações.





O Museu de Israel mostra uma infinidade de obras de arte. Nas exposições, o visitante se deslumbra com objetos da época moderna e artefatos históricos que datam mais de 4.000 anos.

O Museu do Livro guarda os manuscritos do Mar Morto.




Parques, vistas panorâmicas do knesset, cafés e outros mil lugares para se deslumbrar, não só com a cultura e a história do povo, como também visitar os ambientes dos modernos bairros da cidade.







Para os que, como eu, ainda não estiveram lá, resta-nos participar dessa grande festividade através da Internet e mover os lábios numa sincera oração:

Hashaná Havaa Ierushalaim

No próximo ano em Jerusalém!






Marion Vaz

FOTOS: http://www.jerusalemshots.com/


Pavilhão de Israel na Expo Xangai: Apresenta a história judaica ao povo chinês.


A exposição começou no dia 1º de maio, reunindo cerca de 190 países e mais de 40 organizações internacionais.



Dia 6 foi o Dia do Pavilhão de Israel, país que pela primeira vez participou de uma Expo com um pavilhão de construção própria. Além de mostrar as heranças histórica e cultural, e os avanços tecnológicos, o ministro das Finanças de Israel trouxe para a Expo um presente bem precioso na cerimônia de abertura, eis o manuscrito original de Albert Einstein, a Teoria de Relatividade.
Foto: Howard Goodman


"Esta é a herança tecnológica mais importante de Israel nos últimos 300 anos. Ficamos felizes por compartilhá-la com a população de Xangai. Quero também salientar que o nosso país dá muita importância ao desenvolvimento científico e tecnológico".

Haaretz, 11/05/2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Nunca mais serão duas nações!

Após a visão do vale dos ossos secos (Ez 37), o profeta Ezequiel faz menção a uma ordem de Deus concernente a Israel. A partir do versículo 15 Ezequiel recebe a autorização de unir duas varas, cujo significado reflete na união dos reinos de Israel e Judá, divididos após a morte de Salomão. Num pedaço de madeira o profeta deveria escrever “por Judá”, no outro “por José”. As duas varas ficariam unidas na mão de Ezequiel. O significado desse ato é revelado no vs 22: “nunca mais serão duas nações, nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos”.

Uma leitura minuciosa do capítulo aponta para o ressurgimento de Israel como nação em seu território, o que aconteceu em 1948. O vs 21 mostra o desejo de Deus no retorno do seu povo espalhado por todos os cantos do mundo para a terra prometida aos patriarcas Abrão, Isaque e Jacó. O episódio é comemorado hoje em Israel como Yom Haatzmaut - Dia da Independência. Mas o texto também menciona o reinado de Davi e um descendente que sentaria em seu trono para sempre, o que nos leva ao Milênio, quando o Messias de Israel reinará e trará a paz para toda a terra (vs 24-28).

O que nos chama atenção nos dias atuais é a intervenção das grandes potências e Organizações que insistem na partilha do território em duas nações, opondo-se abertamente ao texto sagrado. Por inúmeras vezes ouvimos declarações a respeito da necessidade de um Estado palestino, da divisão de Jerusalém para que se torne capital da Cisjordânia, dos direitos de cada cidadão, dos assentamentos, das construções de casas na área oriental de Jerusalém. Polêmicas que tem ocupado as páginas dos jornais e manchetes na Internet.

O nosso presidente da República esteve em Israel declarando sua opinião a respeito da paz no Oriente Médio e defendeu a idéia de um Estado palestino. Como se nós não tivéssemos problemas suficientes aqui no Brasil para serem resolvidos, nossas autoridades defendem uma política de apoio a determinados líderes como, por exemplo, Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Independente da opinião de “A” ou de “B”, a Palavra é bem clara: Nunca mais serão duas nações! Não existe um meio termo, ou um “jeitinho carioca” ou qualquer politicagem que insista na divisão do território que não vá ofuscar o que a Palavra de Deus já designou.

A convivência pacífica entre judeus, árabes e dezenas de outros grupos étnicos e religiosos tem sido a preocupação do Governo de Israel. Principalmente em Jerusalém, cuja miscigenação de crenças e tradições das três grandes religiões, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, procuram se harmonizar paulatinamente.

A construção de residências no solo israelense faz parte de um programa habitacional do governo para garantir o bem estar do seu povo, não só nas grandes cidades como em regiões despovoadas como o deserto, que cobre cerca de 50% do território. Campanhas acirradas e Aliyah (palavra hebraica que convida ao retorno a terra de Israel judeus da diáspora) promovem a vinda de judeus para Israel, como aconteceu nos primórdios da colonização do país nas décadas de 40.

O que me incomoda é que Israel seja severamente criticado por uma política administrativa, como se seus líderes e ministros não fossem capacitados para terem o controle de sua própria terra. Ninguém critica outros países por promoverem o bem estar da população como no caso dos EUA, Brasil, França, Japão. Alguém manda a China parar com o controle da natalidade? Alguém define o padrão de vida no Alasca? (Ps: os nomes foram dados aleatoriamente).

A nossa política brasileira também é de que todos tenham residência e possam viver com dignidade. Saneamento básico, água, luz, infra-estrutura. Brigamos por melhores condições de trabalho, por melhores hospitais, estradas, etc. Defendemos direitos iguais para todos independente de raça, credo e ascensão social. O que não implica em negar os mesmos direitos à população palestina. Mas ninguém quer dividir o Rio de Janeiro ao meio.

Então por que essa “guerra” inflamada contra Israel? Estariam os homens conspirando para não cumprimento da Palavra de Deus? Aqueles que se associam nessas investidas, desconhecem os textos sagrados? Ou simplesmente, ignoram o que o Eterno Deus de Israel prometeu ao seu povo?


Acreditamos que haverá uma época em que Israel terá domínio sobre todo o território da promessa feita a Abraão. Devemos ter cuidado com determinadas manifestações públicas, que mascaram seus objetivos, por trás de uma política de defesa de direitos humanos, tentando adiar ou optando pelo não cumprimento da Palavra de Deus.

Marion Vaz

domingo, 9 de maio de 2010

Tecnologia a serviço do Erro

A Internet entrou para a vida cotidiana de milhões de pessoas espalhadas pelo mundo. Ela é responsável por um acervo de conhecimento que mobiliza toda uma sociedade de internaltas , que veem suas “telas” se transformarem num imenso e profundo mar de idéias, notícias, entretenimento nos mais variados sites de busca. Não podemos mais viver sem ela.

No entanto, como se não houvesse como minimizar, parar ou sentenciar, milhares de sites impróprios, inadequados e muitos deles até, equivocados, também passam a fazer parte da vida diária da população.

Um deles, como outros que não temos a intenção de mencionar, aparece com um grande número de seguidores, embora duvidemos que saibam exatamente no que estão se envolvendo.


O página na internet em questão, promove o antissemitismo de maneira ampla e grosseira. Admira-me que a detentora de tal “opróbrio” não possa tomar providências quanto ao fato, obrigando o “mantenedor” a excluir as declarações que de formar vil e monstruosa mancham a imagem do Estado de Israel.

A liberdade de expressão também tem um preço e declarações antissemitas é crime!

Jornal Haaretz, 08/05/2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Fé a serviço do país - Medinat Israel


A Força Aérea de Israel tomou a liderança na mobilização de judeus ortodoxos para preencher cargos técnicos.




Após anos de estudos em yeshivot, casarem e terem filhos, jovens haredi começam a pensar no futuro e o desejo de se entrosar com a tecnologia tão largamente difundida no país, levam ao serviço militar. Embora acredita-se que a maioria não vá seguir a carreira, porque "o serviço militar não faz parte do meio ultra-ortodoxo no qual eles cresceram" é uma oportunidade de aprender uma profissão, mesmo que seja tão simples como começar a “copiar e colar” numa tela de computador.

"Aprender a jogar em um computador é mais fácil do que aprender Gemara. Diz um soldado haredi das Forças Armadas de Israel, após entrar para o exército.

Outra vantagem importante que é que o exército fornece aos recrutas bases ortodoxas como comida kasher e direito de fazer suas orações.

"Ouvi dizer que pessoas como nós, são bem tratados e as ferramentas para ser soldados regular, com alimentos que tem um certificado de kashrut e consideração especial das nossas necessidades...” Afirma um deles.

“Este ano, o IDF recrutou 400 yeshivot para as faixas de natureza técnica no Projeto Shahar (sigla em hebraico Haredi Service). Há mais 500 homens no batalhão da Brigada Nahal paramilitares da ortodoxia, que está comemorando os 10 anos desde a sua criação”.

Fonte: Jornal HAARETZ, 07/05/2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Fotos





Jerusalem,

É só para quem ama muito!

Entre no site jerusalemshots.com e veja muito mais.

sábado, 1 de maio de 2010

Terceiro Templo de Jerusalém


Após esta Páscoa passado em Jerusalém ter sido dada a tarefa de promover a construção do Terceiro Templo. A promoção do Terceiro Templo foi a centenas de grandes placas em ônibus em Jerusalém, com os anúncios que incluem uma imagem mostrando um templo judaico no Monte do Templo, hoje, fazendo a chamada da construção imediata.






"O templo pode ser construído rapidamente, em nossos dias", disse ele sob a imagem dos outdoors, um texto retirado do livro de orações diárias de judeus ortodoxos. Como é sabido, o templo pode ser construído seria no mesmo local da original, e que atualmente ocupam as duas mesquitas localizadas no Muro Ocidental.


























O grupo conservador judaico Eretz Yisrael Shelanu, o movimento "Nossa Terra de Israel / A Terra de Israel é Nossa" é o promotor desta campanha e liderado pelo Shalom rabinos " Dov Wolpe e Baruch Marzel. A grupo também é conhecido mais abreviada SOS-Israel.

Os organizadores decidiram colocar cartazes em ônibus cujas rotas passam principalmente os bairros árabes de Jerusalém Oriental, a reação foi imediata, reagiram atirando ovos no ônibus que expõem anúncio.

"Israel e os milhões de judeus aguardam com entusiasmo a Vinda do Messias e da reconstrução do Templo. Os árabes e o presidente Obama sabe que o Templo foi construído no Monte do Templo no mesmo lugar que agora ocupa instalações provisórias", disse o rabino Volpe, líder da SOS.

Notíciacristã.com
19/04/2010