sábado, 20 de abril de 2019

Pessach - O povo judeu nunca mudou.

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... Em cada geração uma pessoa é obrigada a considerar-se como tendo realmente saído do Egito. A redenção do Egito e a subsequente experiência da entrega da Torá estabelece a identidade do povo judeu como "servos de D'us", e não "servos de servos".
Após deixarem o Egito, eles jamais poderiam estar sujeitos a este tipo de servidão. Um grande sábio, conhecido como o Maharal de Praga explica exaustivamente como a liberdade adquirida pelo êxodo transformou a natureza essencial de nosso povo. Apesar das conquistas e escravidão impostas por outras nações, a natureza fundamental do povo judeu nunca mudou.
Com o Êxodo, adquirimos a natureza e qualidades de homens livres. Esta natureza é mantida apenas porque D'us está constantemente nos libertando do Egito. O milagre da redenção não é um evento do passado, mas um fato constante em nossas vidas.
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Bereshit - A Primeira Espaçonave Israelense



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El equipo detrás de Bereshit. (AFP)

A primeira espaçonave Israelense tinha pouso programado na lua para essa noite às 22:25 (horário de Israel). Ela continha uma Bíblia Hebraica gravada em nanotecnologia, uma capsula do tempo com a Declaração de Independência de Israel, o hino nacional e memórias de um sobrevivente do Holocausto, desenhos infantis e uma nota de Shimon Peres. 

A espaçonave também foi projetada para enviar informações sobre o solo lunar e características da atmosfera e outros dados importantes para o Centro de Comando Bereshit localizado em Yehud, cerca de 10 km a sudeste de Tel Aviv.

A poucos minutos da aterrizagem, parece que o motor falhou e a comunicação foi interrompida. O Primeiro Ministro Netanyahu está confiante em investir novamente para uma próxima tentativa. Acredito que esta é uma boa fase. Chegamos perto demais pra desistir.

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Foto enviada pela Bereshit

Marion Vaz




domingo, 7 de abril de 2019

Eleições em Israel - Vote consciente por um Israel melhor



Na maioria das vezes queremos mudar o que está bom achando que algo novo pode ser a solução. Somos otimista. Não há nada de errado nisso. Mas em questões eleitorais pode ser que a "fantasia" de que outro tipo de liderança que queremos para o nosso país, esteja mudando nossas perspectivas.

É provável que você pense que quem mora no Brasil ou em outro país, por exemplo, não tenha a menor ideia do que acontece aí em Israel ou sobre as dificuldades desta ou daquela região e não devia opinar em nada. Concordo. Quem está de fora pode ter outra visão do Medinat. Mas você vai concordar comigo que temos que olhar para Israel como um todo. Temos que olhar para Israel como o país do povo judeu, mesmo que outros povos possam ter fixado residência no território.

Então, muita gente é da "direita" e outros querem a "esquerda" como opção de liderança. Então o que o eleitor quer do próximo líder? Quais as mudanças a longo ou curto prazo vão alterar a vida do povo de Israel? Será que o que é bom e socialmente aplaudido pela Mídia para mostrar respeito e comiseração pelos palestinos vai ser bom para as crianças e juventude israelense? Será que a recíproca vai ser a mesma? A segurança promovida pela "esquerda" vai ser igual ou melhor que a que se tem hoje em Israel? 

Porque me parece fácil criticar o Primeiro Ministro em vigência, quando ele tem se dedicado a coligação entre Israel e os demais países e promover a segurança interna e o desenvolvimento, quando o recém chegado da "esquerda" não fez absolutamente nada ainda. 

Esse grupo eufórico por dividir ou ampliar um território, sei lá, parece muito mais preocupado com o hoje do que com o amanhã - Opinião minha. Então, eu volto a perguntar: O que é bom para alguns é bom para todos? Você quer um país judaico? Um território seguro em que as tradições do povo continuem sendo respeitadas e repassadas para as futuras gerações ou quer apenas apertos de mãos e poses para fotos nos jornais? Que país você quer para os seus filhos e netos?  E sinceramente, depois de todas as vezes que o povo de Israel sofreu suas perdas por confiar em outros povos, não sei se é esse amanhã que queremos! 

Sem dúvida existe um amanhã e devemos nos preocupar com ele. Mas pense que tudo o que se faz hoje tem consequências no futuro. Nossos filhos estudam hoje para se formarem amanhã. Repassamos hoje nossas tradições para que amanhã a terra (eretz) tenha o mesmo significado que teve para nossos anciões. O sofrimento deles nos deu coragem para erguer nossa bandeira azul e branca.


Então, vote consciente por um Israel melhor para o povo judaico.

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Marion Vaz

domingo, 17 de março de 2019

Brincando com Fogo


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Capital de Israel - Jerusalém

Independente da opinião do leitor, confesso que não acredito em político brasileiro e em promessas feitas em época de eleição. Não sei se para agradar a massa religiosa do país ou se por causa de relações comerciais estrangeiras, o então presidente eleito Jair Bolsonaro fez a promessa de transferir a embaixada do Brasil que está em Tel Aviv para a cidade de Jerusalém.

Fato é que tal intenção repercutiu no país e no mundo como um ato de amizade e estreitamento político com a nação de Israel. Segundo alguns, o "messias Bolsonaro, enviado de D-us", considerado o salvador, o homem íntegro que iria dar um jeito no Brasil, que já sofre as amarguras da corrupção e desleixo com o dinheiro público desde o seu descobrimento em 1500. Enfim, o povo crédulo elegeu-o para presidente, dando-lhe honras em palanques e púlpitos de igrejas, confiando nas promessas de um governo digno e vantajoso para o esse povo varonil.

Para tal estreitamento entre os dois governos, Benjamin Netanyahu, Primeiro Ministro, deu-nos a honra de pisar em solo brasileiro e assistir a posse do então presidente eleito. Acordos de ajuda humanitária e tecnológica foram feitos por Israel na tentativa de estreitar laços. Na tragédia de Brumadinho, especialistas e soldados israelenses vieram ajudar os necessitados mostrando boa fé e amizade. Outros projetos estão em curso para favorecer a população do norte do país que sofre com a seca, projetos de infra estrutura agrícola e um sistema de irrigação que foi desenvolvido no deserto e Israel, também vão trazer benefícios ao sertão brasileiro.

A transferência da embaixada para a capital de Israel, Jerusalém, não é apenas um ato simbólico ou troca de prédio. É um apoio e uma declaração de respeito ao governo e as tradições religiosas do povo judeu. Nesse momento em que Israel vem enfrentando diversas formas de ataques, o Brasil precisa se posicionar favorável as decisões do governo israelense. Mas o que está em foco nas mídias sociais é o Jair Bolsonaro ainda não se decidiu sobre o assunto. A promessa feita na época da eleição volta vazia como de costume. 

Um impasse com a Associação Brasileira de exportação de carne bovina, que teme perder o acesso aos principais mercados árabes é o motivo dessa "indecisão". Na balança pesa-se um prejuízo de US$ 5 bilhões de vendas de alimentos halal de um lado e do outro cumprir a promessa declarando oficialmente que Jerusalém é a capital de Israel. Então, no Brasil, quando o assunto é dinheiro a gente pode imaginar pra que lado a balança pende mais.

Então vamos aguardar uma atitude nobre do presidente brasileiro sobre o assunto em cumprir a promessa ou se ele vai se desculpar com Netanyahu pedindo mais tempo para pensar. 

Falando em brincar com fogo... As investidas de grupos terroristas na Faixa de Gaza alteram a vida cotidiana de moradores de Tel Aviv e regiões circunvinhas novamente. Como era previsto o contra ataque israelense foi eficaz e 100 dos alvos foram destruídos, contando um complexo subterrâneo que servia de fabricação de misseis.  Como diz o velho ditado popular: Quem brinca com fogo está a fim de se queimar!




Marion Vaz

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Eleições em Israel - Compromisso com a nação




"Lei da nacionalidade"  vai definir a posição de Israel como a nação nacional do povo judeu e fortalecer o status dos nossos símbolos nacionais - a bandeira, o hino e o idioma hebraico - Publicação na página do Facebook de Benjamin Netanyahu


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Força Israelense chega ao Brasil

Israel posta imagens dos militares que ajudarão em Brumadinho

Delegação israelenses chega ao Brasil para ajudar nas buscas em Brumadinho/MG


Cerca de 130 especialistas e soldados israelenses chegaram ao Brasil para ajudar no resgate de vítimas da tragédia que aconteceu em Brumadinho. Eles trouxeram equipamentos sofisticados de longo alcance para rastreamento, que podem detectar imagens e ecos de vozes. Além de 16 toneladas de equipamento, um planejamento estratégico, sonares usados em submarinos, a equipe de Israel também trouxe cães farejadores para ajudar nas buscas. 

Militares de Israel devem começar a trabalhar nesta segunda-feira, em Brumadinho — Foto: Reprodução/TV Globo

Avião com militares de Israel pousa em MG para ajudar nos trabalhos em Brumadinho — Foto: REUTERS/Washington Alves


Comandantes de operações em Brumadinho se reúnem com israelenses em aeroporto na Grande BH — Foto: Divulgação

Força de apoio israelense reunida com o Comandante de Operação brasileiro


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Da Travessia do Mar Vermelho ao caminho da Esperança

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A história do Êxodos de Israel do Egito é sem dúvida uma história de fatos, fé e significados tanto para a vida quanto para o espiritual. O Senhor libertou o seu povo da escravidão nas terras egípcias e os direcionou pelo caminhos do deserto, caminho de aprendizado, caminho de esperança. Estamos tão acostumados a pensar no deserto como um lugar de morte, de castigo, de fome, que não nos damos conta, do quanto o povo de Israel precisava daquele tempo de intimidade com o Eterno.

A travessia pelo Mar Vermelho é algo que nos deixa impactados. O vento leste soprando a noite inteira e aquela visão das águas emparedadas a direita e a esquerda, deve ter deixado o povo atônico. A ordem agora era para marchar, sem medo, por um caminho entre as águas até chegar do outro lado. Um milagre sobrenatural que seguiria à frente do povo de Israel em qualquer território que chegassem. A liberdade conquistada não era algo superficial, mas tinha um significado mais profundo.

A presença do Eterno numa coluna de nuvem acima de suas cabeças protegia o povo durante o dia, a coluna de fogo a noite os aquecia. O barulho ensurdecedor das águas não assustou os egípcios que logo seguiram após eles. Mas o milagre era só para o povo de Israel e assim que alcançaram a outra margem, Moisés estende sua mão sobre o mar e as águas voltam ao estado original. Então os egípcios experimentaram a violência das águas que cobriram seus cavalos e carros de guerra e todo o exército de Faraó pereceu no mar.

Mas se de um lado do mar tinha choro e angústia, do outro lado da margem tinha festa, cânticos e danças. E mais uma vez o povo de Israel viu o agir de D-us. Mas o caminho para a Terra Prometida estava apenas começando. Caminho longo. Os anos no deserto seriam fartos de ensinamentos, eles seriam alimentados física e espiritualmente. O Tabernáculo erguido centralizava a comunhão com o Eterno, mitzvot e ordenanças que fariam a diferença entre o povo do Deus Altíssimo e das demais nações. 

Os anciões não chegaram na terra prometida, mas os meninos que nasceram e cresceram no deserto se fortaleciam dia a dia na esperança do cumprimento da promessa feita aos patriarcas. Ao chegar em Eretz seriam homens valentes e destemidos que lutariam com bravura até que a promessa de D-us se tornasse realidade.



Marion Vaz