sexta-feira, 20 de maio de 2016

Le´Chaim - À Vida

Lindo Texto

"... Segundo Shimon Peres, “Israel deve continuar sendo uma terra para a esperança e não para o medo”. Foi esse o espírito que norteou a sua criação, iniciada pelos ideais e as mãos de jovens imigrantes europeus, que resolveram que era chegada a hora de voltar e se reunir com a população judaica daquele pedaço de mundo e juntos construírem um Lar Nacional Judeu. Passaram para a história com o nome de “chalutzim”. Uns secavam os pântanos e debelavam as endemias, outros pegavam em armas. Outros tantos se movimentavam na arena política, buscando o reconhecimento de suas legítimas aspirações. A terra prometida, onde deveria jorrar o leite e o mel, era, na verdade, inóspita e cercada de inimigos, revelando-se um desafio para os que insistiam em seu estabelecimento. Passados 68 anos de existência, intensos, em todos os sentidos, Israel, contrariando todos os prognósticos, continua sendo um centro de absorção de novos imigrantes, se destacando,ultimamente, entre eles: franceses, ucranianos, brasileiros e americanos..."
De Sarita Schaffel - Leia mais no link http://nosso.jor.br/lechaim-a-vida/

Jerusalém 360°




A novidade da hora: Imagens de Jerusalém num plano de 360° podem ser vistas pela câmera do Inbal  Hotel em qualquer horário do dia ou da noite. Fiquei maravilhada. 

Parabéns ao hotel pela ideia. É só clicar bo link abaixo



quarta-feira, 4 de maio de 2016

HaShoá - Oração em memória dos que morreram no Holocausto.



Oração em memória aos que morreram no Holocausto. 


Possa D'us se lembrar das almas de todas as comunidades de Israel na Diáspora europeia que foram sacrificadas no altar durante os anos do Holocausto (1939-1945): seis milhões de homens e mulheres, crianças e jovens, crianças, e velhos que foram cruelmente assassinados em massa, assassinados em suas moradias, em suas cidades, e nas florestas e aldeias. 


As vítimas foram levadas, como ovelhas para a matança, para campos de concentração onde morreram assassinados, queimados nos fornos dos terríveis campos de destruição na Alemanha e Polônia, e no resto dos países ocupados, nas mãos dos assassinos e seus aliados, os quais decidiram aniquilar, matar, e destruir totalmente o Povo Judeu, apagar da memória o Judaísmo, e apagar os vestígios do nome de Israel. 


D'us da vingança, Juiz da Terra, lembre-se dos rios de sangue que foi derramado como água, do sangue de pais e filhos, mães e lactentes, dos rabinos e de seus alunos, e devolva para os opressores setenta vezes mais sofrimento do que eles infligiram. 


Não silencie o grito de "Shemá Israel"...


Fonte http://www.netjudaica.com.br/#

Torre de Davi




sábado, 23 de abril de 2016

Pessach - Festa da Liberdade

Qual o significado do Pessach? Festa da Liberdade, Festa dos Pães Asmos, Tradição Judaica, Passagem, Dia para recordar as aflições do povo de Israel no Egito e sua libertação sob a liderança de Moshe... Cada pessoa tem e dá a importância que a festividade merece. Os eventos que antecederam a liberdade são contados a mesa no cerimonial de Páscoa, O Seder é um momento de reunião familiar, onde cada membro tem a sua idoneidade, o seu valor, a certeza da continuidade da aplicação do Mandamento a vida cotidiana do povo judeu.

A importância está na lembrança da experiência que nossos antepassados tiveram ao sair do meio de um "povo bárbaro" (Sl 114.1), na esperança de alcançar a Terra Prometida, de atravessar o mar a pés enxutos, do calor forte e das aflições num deserto, dos anos que antecederam a conquista das terras... Cada episódio uma história marcando uma geração e seus descendentes. 

A Liberdade tinha um preço: O Temor a D-us, a Fé no Todo Poderoso, o Cumprimento dos Mandamentos. E passar de geração em geração esse legado que não pode ser descrito, mas revivido por cada um, não como uma simples tradição, porque a história do povo judaico não se consiste em simples eventos, mas cada etapa vencida se revela como uma verdadeira Passagem para se chegar mais próximo do Eterno. 

A fé foi acrescentada quando os judeus "viram o grande poder que o Senhor mostrara aos egípcios, o povo temeu e confiou no Senhor! (Ex 14.31). E foi esta fé que se propagou entre o povo e nas futuras gerações, em cada circunstância vivenciada pelos anos e séculos seguintes.

Hoje, a Terra Prometida, é mais que uma realidade. O território do Estado de Israel está de portas abertas para os filhos de Yaacov. Nas proximidades da festividades do HaAtzmaut podemos afirmar que as promessas do Eterno D-us se cumpre em nossos dias. 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Transporte Criativo em Israel


" ... Em grandes cidades, como Tel Aviv ou Jerusalém, é possível encontrar táxis circulando pelas ruas a qualquer hora, em qualquer dia da semana. Muitas pessoas ainda têm o costume de ligar para os pontos de seus bairros ou para taxistas que vivem perto de pequenas cidades e kibutzim. No país das start-ups, é claro que não faltam aplicativos que permitem chamar um taxi pelo telefone, acompanhar o motorista chegando à sua casa e pagar pela corrida através de cartões de crédito (até mesmo dividir entre mais de um cartão) ou cobrar na conta do trabalho.
Mas uma nação famosa por seu engenho e por sua capacidade de solucionar problemas aparentemente intransponíveis da forma mais criativa e inédita disponível não poderia limitar-se ao enfadonho uso de táxis. Para além dos transportes “oficiais” ou “tradicionais”, os israelenses se locomovem das mais diversas maneiras. Os métodos descritos neste artigo são menos acessíveis a turistas do que as residentes e, mesmo que o foco seja sua disponibilidade às sextas-feiras e aos sábados, quase todos funcionam normalmente ao longo da semana.

Bicicleta

Outro meio de locomoção beneficiado pelo reduzido tamanho das cidades e pelas curtas distâncias. Com exceção de Jerusalém e Haifa, com suas infames ladeiras, uma bicicleta pode te levar a qualquer ponto de qualquer cidade, a qualquer hora de qualquer dia. Cruzar Tel Aviv, por exemplo, não dura mais que meia hora. E o fato de que a esmagadora maioria das localidades é bastante pacata – no máximo, alguns poucos milhares de habitantes e pouquíssimo movimento de carros – dá aos pais a tranquilidade de permitir que seus filhos andem de bicicleta livremente, pelas pequenas cidades, pelos kibutzim e moshavim, e até mesmo pelos bairros residenciais das grandes cidades.
Em cidades com mais atrações turísticas, como Jerusalém ou Tel Aviv, ou em áreas remotas com trilhas e passeios pela natureza, é sempre possível alugar uma bicicleta por algumas horas ou uns dias. Em Tel Aviv, assim como no Rio e em muitas grandes cidades pelo mundo, a prefeitura implantou um sistema de compartilhamento de bicicletas públicas, o Tel-O-Fun. Você pode comprar um passe de um dia (17 shekels), uma semana (70 shekels) ou um ano (280 shekels), que dá direito a usar qualquer bicicleta do sistema, retirando-a em um dos centenas de bicicletários espalhados pela cidade e por algumas outras áreas da região metropolitana. Ao terminar seu trajeto, basta devolver a bicicleta a qualquer outro bicicletário..."
autor Claudio Daylac