segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Temperatura Fria e Neve em Israel











Com temperaturas bem baixas confirmou-se as previsões de nevar bastante no país. Começando desde o Monte Hermon e descendo sobre as montanhas altas da Judeia e Samaria e sobre a Cidade Santa, Jerusalém. O que nos lembra as linhas de Salmos: "O orvalho do Hermom que desce sobre os montes de Tzion.










Fotos by Sara Lederlandler












sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Je Suis Charlie










O ataque terrorista a sede do jornal satírico Charlie Hebdo  que deixou 12 pessoas mortas e 11 pessoas feridas  na última quarta-feira (dia 7) parou o mundo inteiro. Após anos de liberdade de expressão de seus cartunistas, um grupo de extremistas mulçumanos, feriu e matou pessoas alegando ter feito "justiça a Alá".  Indignadas, milhares de pessoas na França e ao redor do mundo aderiram ao slogan JE SUIS CHARLIE (Eu sou Charlie).

Charlie Hebdo é um jornal satírico francês, muito famoso por fazer críticas ácidas ao Islamismo e outras religiões. Famoso e polêmico pela sátira, alimentada pela publicação de caricaturas de Maomé, nada, nem mesmo ataques às suas instalações e inúmeras ameaças de morte, deteve de manter a sua linha de publicação.

Hoje, eu penso que indiferentes ao ataques terroristas que afrontaram o território israelense por todos estes anos de confrontos com o Hamas e extremistas, as pessoas assumiram essa defesa à liberdade de expressão opondo-se não só aos ataques, mas ao que ele representa: Silenciar o direito que cada um tem de poder dizer o que pensa.



Frame de vídeo mostra o momento da entrada da polícia em um mercado em Porte de Vincennes, leste de Paris - 09/01/2015

De forma cruel, o ataque estendeu-se também ao supermercado Kasher na França.









Frame de vídeo mostra o momento da entrada da polícia em um mercado em Porte de Vincennes, leste de Paris - 09/01/2015

O presidente francês, François Hollande, prometeu em caso de necessidade, proteger escolas e sinagogas judaicas no país com a utilização de unidades do exército.







Comunidades judaicas em diversas partes do mundo tem sofrido afronta, ataques terroristas e outros tipos de agressões. Esperamos que o que aconteceu na França nos abra os olhos para isso. O slogan Je Suis Juif  apareceu na Mídia, para uns como um desabafo, opondo-se a descriminação, outros com orgulho  vestindo a bandeira israelense. Para nós, a liberdade, seja de expressão, religiosa, social e cultural é o que faz a verdadeira diferença nessa geração.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

O Futuro do Território Israelense


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Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, o país tem enfrentado verdadeiros confrontos, ora militar com os terroristas do Hamas na Faixa de Gaza, ora pela Mídia, confrontos bélicos, internos e pressões da União Europeia. A maior ofensiva mesmo vem dos palestinos que vivem no território e querem dividir o país criando um novo estado dentro de Israel.

No mês passado o Parlamento Europeu votou a proposta de um estado palestino com base nas fronteiras de 1967 com Jerusalém como capital do propenso estado. Foram 498 votos a favor. Com esta suposta vitória, os palestinos levaram a ideia para ser votada na ONU para um reconhecimento. A minuta da proposta para resolução inclui a exigência para que Israel recue para as fronteiras de 1967 num espaço máximo de 3 anos, e foi endossada pelos vários embaixadores árabes na ONU.

A proposta afirma a necessidade urgente de se conseguir "uma solução de paz justa, duradoira e compreensiva" para o conflito Israel-palestino dentro de 12 meses e estabelece a data de 31 de Dezembro de 2017. Minha opinião que alegar como urgência a Paz, é uma apelação como se recuando suas fronteiras, Israel teria descanso. Outra incoerência na citação é que quem vive provocando conflitos são os terroristas do Hamas e residentes palestinos inconformados com o pleno desenvolvimento israelense. Israel está em paz!

Num total de 15 representas no Conselho de Segurança, votaram a favor a França, China, Rússia, Argentina, Chile, Jordânia Luxemburgo e Chade. Foram dois votos contra: Austrália e Estados Unidos da América. A decisão de abster na votação foi do Reino Unido,  Nigéria, Lituânia, Coreia do Sul e Ruanda.

O Primeiro Ministro de Israel, Benjamim Netanyahu fez um agradecimento público aos representantes da Ruanda e Nigéria por seu ato.





"Quero expressar apreciação e gratidão aos Estados Unidos e à Austrália, bem como uma apreciação especial ao presidente do Ruanda, o meu amigo Paulo Kagame, e ao presidente da Nigéria, o meu amigo Goodluck Jonathan" - declarou Netanyahu.


O futuro do território israelense não pode ficar nas mãos de ninguém a não ser do seu próprio povo e do seu D-us. Desde a Era Bíblica podemos notar esse desejo incontrolado de prejudicar Israel. De manipular os povos ao redor, de ameaçar com guerras e até mesmo com a extinção da nação judaica. Muitos líderes já se levantam, muitos já caíram. Hoje, Israel tem destaque no cenário mundial por causa do seu desenvolvimento em todas as áreas, com o aumento da população que já alcançou mais de 9 milhões de habitantes (2014) sendo que 80%  são judeus.

O território israelense tem  20 770 / 22 072 km² o que inclui os Montes de Golan.

Foi nesta terra (Eretz) que aconteceram os maiores eventos da história bíblica, religiosos do mundo inteiro se deslocam para esse estreito território com muita fé e oração, reconhecendo o valor espiritual de Israel. Textos bíblicos comprovam o quanto o próprio D-us demonstra o seu amor ao povo e a Terra Prometida.

Pela Lei de Jerusalém, que proclama a cidade de Jerusalém Unificada, como Capital de Israel também afirma que "Locais Santos devem ser protegidos de profanação e qualquer outra violação e de qualquer coisa próxima de violar a liberdade de acesso aos membros de diferentes religiões aos locais sagrados a eles ou seus sentimentos em relação a esses lugares." 


Jerusalém



A declaração da cidade de Jerusalém como capital de Israel também cria polêmicas no Oriente Médio e demais países ao redor do mundo, mas ninguém pode discutir a ligação religiosa com o povo judeu. Assim, contrariando a todos mantemos Jerusalém indivisível e israelense. 



Concluímos que existe sim um futuro para o território israelense e ele é glorioso, com adversidades aqui e ali, tudo bem, mas com um propósito divino, um marco para esta geração e para o mundo.


Enquanto no fundo do coração, palpitar uma alma judaica,
e em direção leste o olhar voltar a Sion.
Nossa esperança ainda não estará perdida.
A Esperança de dois mil anos:
De ser um povo livre em nossa terra,
A terra de Sion e Jerusalém “



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Azeite puro semelhante àquele que era utilizado no Templo de Jerusalém








O azeite foi usado no 7º dia da Festa da Dedicação.





O evento que reuniu na Cidade Murada de Jerusalém centenas de pessoas foi organizado pelo "Instituto do Templo" e pela "Associação dos Movimentos do Templo." 

Segundo a Lei judaica (Halakha), as azeitonas 100% orgânicas têm de ser colhidas das plantações de oliveiras nos Montes Golan, tendo sido apanhadas por voluntários. O azeite foi depois extraído num estado de pureza ritual, debaixo da supervisão do rabino Azaryah Ariel, do Instituto do Templo.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Europa Sombria



Uma nuvem negra paira sobre o Continente Europeu. E diga-se de passagem, novamente. Parlamento Europeu decidiu (como se isso fosse algo fácil de realizar) por um possível estado palestino e suas reivindicações territoriais, incluindo a divisão da cidade de Jerusalém.

A resolução conjunta dos grandes grupos legislativos com 498 votos e favor alega que: "Apoiamos em princípio o reconhecimento do Estado da Palestina e a solução de dois Estados, e acreditamos que isso pode caminhar ao lado do desenvolvimento dos processos de paz".

O Conselho e a alta representante da UE, apoiou a chamada solução de dois Estados sobre a base das fronteiras de 1967, com Jerusalém como capital de ambos Estados e com Israel como um país seguro e independente e uma Palestina viável e democrática. O mais interessante do discurso prevê um pedido para todas as facções palestinas, incluído o Hamas aceitarem os compromissos da ANP e colocarem um fim às divisões internas.

Tudo isso no papel parece uma proposta viável, mas gostaria de saber quem vai negociar com os terroristas dos Hamas e obrigar o Grupo e suas facções a aceitar o Estado de Israel?

Na opinião dessa escritora gostaria que a resposta israelense fosse: Estou pagando pra ver! Quem é que vai entrar aqui no meu país e proclamar um estado palestino e dividir nossa capital ao meio?

Um absurdo a decisão de retirar o Hamas da lista de grupos terroristas na intenção de manipular os resultados.  Um crime premeditado contra a nação de Israel que sofre com os ataques terroristas. O Tribunal Europeu tinha ordenado a remoção do Hamas da lista europeia dos grupos terroristas e os legisladores passaram a tratar o grupo terrorista islâmico, cujo único objetivo é a aniquilação total do Estado de Israel, como um grupo de resistência e não mais como um grupo de terror. Diante disso só tenho uma informação: Terrorista é sempre terrorista não importa a "roupagem" que se utiliza para denomina-los. Mas isso é algo que (espero) que UE aprenda na prática.

Em Roma, Netanyahu já tinha avisado que:

"Dentro de uma realidade em que o terrorismo islâmico está estendendo as suas ramificações aos quatro cantos da terra, iremos refutar todo e qualquer esforço para trazer este terrorismo à nossa casa, o Estado de Israel, e isto eu afirmo com toda a clareza possível" Ele afirmou que os esforços palestinianos são "incompatíveis com a paz genuína e Israel não vai aceitar tentativas que nos forcem a medidas unilaterais num prazo limitado".















quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Chanukah 2014



Nossa tradição:
Acender o candelabro de nove braços (ou chanukiá),

Comer latkes (bolinhos fritos de batata),

Rodar um pião com as letras nun (N), gimel (G), hei (H) e shin (SH) – que formam a frase “Ness Gadol Haia Sham” ou “Um Grande Milagre Aconteceu Lá”

Dar presentes para as crianças durante as oito noites.

Chag Sameach





Maior Chanukiá em Tel Aviv



quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Judaísmo x Cristianismo

Resolvi escrever essa matéria depois de ler comentários em um artigo num blog messiânico. O blog em si é muito esclarecedor quando a crença de judeus messiânicos e traz notícias atualizadas do Estado de Israel.

Embora a minha política aqui no Eretz Israel seja destacar um conteúdo judaico, confesso que o assunto chamou a minha atenção.

É notória a minha indignação quando ouço palestras de lideres religiosos falando do Israel biblico e suas insinuações que desmerecem a crença judaica em favorecimento da fé cristã. Daí os diversos artigos já exposto neste blog.

Mas desta vez discordo claramente de pessoas que se dizem seguidoras de Jesus (Cristo), que dizem amar Israel, que respeitar a cultura judaica, mas não perdem a oportunidade de citar textos ou de querer introduzir sua própria crença e seus conceitos ao povo judeu.
Confesso minha tristeza diante desses fatos. Os ensinamentos em que fui criada, os dogmas religiosos que me impuseram, as calorosas discussões teológicas que servem de base a crença cristã, são bem utilizadas por uns, mas infelizmente são grosseiramente difundida por outros ao desfavorecer a crença judaica.

Acredito que a fé, seja qual for a crença é que faz da pessoa, um ser religioso. Mas alguns teimam em declarar serem os detentores da Verdade Absoluta. O contexto social e religioso da época dos episódios bíblicos se perde totalmente em virtude da ideia propagada sei lá por quem, há tantos anos atrás.  Ao depararem com o texto bíblico afirmam: a interpretação é esta e ponto final.

No princípio (Berechit) criou D-US... Assim inicia o texto bíblico nos dando a informação de um D-US imutável, onisciente e onipotente. Depois o Eterno introduz seus Mandamentos. Cristãos e judeus tem diante de si um eterno enigma, pois se para o segundo grupo esses Mitzvot são eternos, o primeiro grupo insiste que são apenas "sombras da era vindoura".

A chegada de um Mashiach une as religiões, mas a ideia de quem é esse Messias causa polêmica entre as gentes. Enquanto Israel aguarda a vinda do seu Mashiach, cristãos de todo mundo e a comunidade messiânica festejam o seu nascimento nesta época natalina.

Enquanto no Judaísmo a conversão dos "goim" é opcional, o que não impede a conversão sincera, os seguidores de Jesus insistem em fazer proselitismo afim de aumentar o número de fieis advertindo que somente na sua religião há salvação. Aceito sim que  existam pessoas sinceras que dedicam suas vidas em serviço e orações. D-US há de recompensar cada um.

Mas me recuso a discutir que toda religiosidade judaica no decorrer dos anos seja desconsiderada em função de outra crença. O que a Bíblia diz a respeito do amor e das promessas do Eterno para com o povo de Israel são irrevogáveis e intransferíveis.

Em respeito a liberdade religiosa de cada indivíduo, acredito sim, num D-us imutável e que a Sua Palavra apresenta o caminho para a vida eterna.

Marion Vaz