quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

De agora em diante, o que acontecer em Gaza, fica em Gaza


O post de hoje chama atenção para os próximos passos do Governo de Israel em relação à Faixa de Gaza. É notório que o presidente dos EUA tem se empenhado em cumprir as normas do último acordo de cessar fogo. Então, boa sorte.

O corpo do último refém chegou em Israel fechando o ciclo de retorno, onde cada cidadão israelense sentiu um pouco de alívio pela família do soldado de apenas 24 anos (2023) Ran Gvili. 

Mas, a partir de agora, o que acontece em Gaza, fica em Gaza. Ou seja, eu espero que as demais nações não criem expectativas em relação a Israel, na questão de ajuda humanitária ou reconstrução de Gaza. 

Não passamos por toda a dor e sofrimento do 7 de outubro e nos anos seguintes, para agora, sem mais nem menos, nos obrigarem a ser otimistas em relação aos gazenses. Acredito que não podem esperar de Israel uma piedade, que nos foi negada desde o início do ataque e durante todo o processo de devolução dos reféns.

É até bonito ver a motivação dos demais países nessa solidariedade. Mas com Israel não foi assim. Israel lutou sozinho contra os terroristas do Hamas e assistiu a arrogância e o deboche na entrega dos reféns. Sem contar com os milhares de terroristas que foram soltos para concluir as negociações.

Eu espero que Israel mantenha as fronteiras bem protegidas, para impedir qualquer acesso ao território israelense. E não é porque Gaza pode vir a ter um governo tecnocrático que vai mudar seu status. 

Alguém pode reclamar: Mas, ajudar é uma questão de humanidade. Aqui no Brasil tem um ditado popular bem apropriado: "Tá com pena leva pra casa".  Ou seja, qualquer outro país pode optar em levar parte dos cidadãos de Gaza para o seu lindo território e dar a eles uma vida melhor. 

Mas acredito que Israel vai continuar em estado de alerta, não só em relação a Gaza, como em relação a qualquer outra nação que declare antipatia ao povo judaico.


Marion Vaz

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